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Jundiaí - São Paulo

Jundiaí

Ó terra querida, Jundiaí / Teus filhos amantes são de ti
Que Deus abençoe eternamente / Esta terra onde nasci

Informativo Jundiaí

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Sua História

Os Primeiros Tempos: A região de Jundiaí era habitada por povos indígenas até o final do século 17. Eles se dedicavam à produção de milho e mandioca. Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, entre elas a técnica construtiva e a utilização de queimadas na lavoura. O nome Jundiaí tem origem tupi e vem da palavra "jundiá", que significa "bagre" e "y" significa "rio".

Alguns estudiosos também consideram o termo "yundiaí" como "alagadiços de muita folhagem e galhos secos". Os primeiros colonizadores chegaram à região em 1615. Apesar das controvérsias dos historiadores, a versão mais aceita sobre a fundação do município remete à vinda de Rafael de Oliveira e Petronilha Rodrigues Antunes que, por motivações políticas, fugiram de São Paulo e refugiaram-se nos arredores, fundando a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro, posteriormente elevada à categoria de Vila em 14 de Dezembro de 1655.

Os novos colonizadores afugentaram os grupos indígenas, que se embrenharam na mata. A origem de Jundiaí está ligada diretamente ao movimento bandeirante, principal responsável pela ocupação da antiga Capitania de São Vicente.

A Bandeira

[Bandeira de Jundiaí] A Bandeira de Jundiaí foi concebida por Diógenes Duarte Paes e adotada oficialmente em 9 de maio de 1961, através da lei 904. A faixa de cor azul representa o Rio Jundiaí, o vermelho, verde e o branco são referências aos imigrantes italianos e a data é da fundação e elevação à vila.

O campo verde representa o "Mato Grosso de Jundiaí" e a viticultura da região. As referências à indústria aparecem na roda dentada e, por fim, o Baluarte, no canto esquerdo, representa a idéia da "porta do sertão".

O Brasão

[Brasão de Jundiaí] O brasão de Jundiaí apresenta versão resultante dos estudos realizados pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. O autor é Afonso d´Escragnolle Taunay e a versão representa a cidade como "porta do sertão", que o próprio Taunay afirmava ser "guardiã avançada dos civilizados". Ao lado, as figuras de um bandeirante (à esquerda) e de um oficial de milícias (à direita).

A primeira imagem reitera e institui, simultaneamente, o mito do herói bandeirante. A presença de um oficial com trajes militares indica a força da origem européia, particularmente a portuguesa.A frase em latim "etiam per me Brasilia magna" significa "também por mim o Brasil é grande".

Os peixes que ocupam o rio explicam o nome da cidade, são os jundiás, espécie de bagre, que foram abundantes nas águas da região. A exaltação da natureza pode ser encontrada na referência às matas e na imagem folclorizada do índio que se encontra em meio a ela. A roda dentada se refere ao processo de industrialização e as parreiras de uva e ramos de café à agricultura da cidade. Quanto às datas, indicam a fundação (1615) e a elevação à categoria de Vila (1655).

Hino

A letra e a música são de autoria da professora Haydée DumanginMojola. O hino foi reconhecido oficialmente pela lei 869 de 17 de novembro de 1960.

Ó terra querida, Jundiaí
Teus filhos amantes são de ti
Que Deus abençoe eternamente
Esta terra onde nasci

Ó terra querida, Jundiaí
Teus filhos amantes são de ti
Saudades mil levam
Os que passam por aqui

Terra gentil, altruísta,
De ti me orgulho,
Pois és bem paulista!
Teus filhos com devoção
Marcham pr´a luta como heróis
Cheios de fé em sua oração

Que belas tardes amenas!
Que lindas noites,
Felizes, serenas!
Teu jardim, é um paraíso
Onde a mocidade sempre jovial
Com seu odor confunde o riso.

Quem poderia imitar
O teu céu com tuas cores?
Com teus lindos fulgores?
Os teus campos, tuas flores?
Só a natureza guiada pelo Criador
É que pode pintar esse arrebol!
Que jamais vi,
Tardes ao por do Sol.

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Suas Vantagens

EXCELÊNCIA EM QUALIDADE DE VIDA: O melhor de dois mundos em um único lugar: conforto de cidade pequena aliado à modernidade e às facilidades de uma metrópole. Assim é Jundiaí! Embora tenha importante pólo industrial, comercial e de serviços, entre os maiores do Estado de São Paulo, Jundiaí preserva sua produção agrícola na área da fruticultura (especialmente uva, morango e caqui). É sede e a maior cidade do Circuito das Frutas, consórcio intermunicipal com vocação turística e importante produção frutícola.

Da área total do município, 64% é considerada área rural, 31% da qual compreende a área de tombamento da Serra do Japi. Tudo com acesso facilitado à variada oferta de bens e serviços, características próprias de uma cidade de grande porte. Por tudo isso, Jundiaí tem uma das melhores qualidadede vida do Estado de São Paulo. É conhecida como “cidade saudável”, título conferido pela Universidade de Toronto, do Canadá. Para o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do Estado de São Paulo, o município figura em segundo lugar, para cidades com mais de 200.000 habitantes, e o quarto lugar no ranking geral entre os 645 municípios do Estado, para o mesmo indicador.

Já no índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS 2006, Jundiaí fica em primeiro lugar, com a melhor média das posições nas três dimensões analisadas, entre as doze maiores economias municipais do Estado de São Paulo. As dimensões contempladas no Índice Paulista de Responsabilidade Social são: Riqueza, Educação e Longevidade. Em outro estudo, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e divulgado pela revista “Época”, em 2005, a cidade aparece como a quinta do Estado, entre aquelas com mais de 300.000 habitantes, com o menor risco de homicídio por 100.000 habitantes.

LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA: Jundiaí posiciona-se no centro do maior mercado produtor/consumidor da América do Sul, num raio de 50 km que abarca, por um lado, a Grande São Paulo e, por outro, a região de Campinas, porta de entrada para o próspero Interior do Estado mais rico e desenvolvido do país. Trata-se, portanto, de uma localização ideal para empresas cujos principais clientes/fornecedores encontram-se nos dois maiores mercados brasileiros, respectivamente a região metropolitana de São Paulo e o interior do Estado que, hoje, representam uma população de 41 milhões de habitantes e um produto interno bruto de cerca de U$ 500 bilhões.

Jundiaí é cortada por duas das seis melhores rodovias brasileiras (Bandeirantes e Anhangüera), e está a menos de uma hora de qualquer uma das outras quatro melhores rodovias do Brasil, segundo classificação elaborada pelo Guia Quatro Rodas, e publicado no Guia Rodoviário 2006. Estes fatores têm, continuamente, contribuído para que um número significativo de grandes e médias empresas definam com sucesso a nossa cidade como base de suas operações.

LOGÍSTICA INVEJÁVEL: Associado ao seu estratégico posicionamento geográfico, Jundiaí desfruta de uma das melhores malhas de transporte do Estado de São Paulo, englobando rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e a hidrovia Tietê-Paraná. O Município dispõe da melhor malha rodoviária do Estado, composta pelas rodovias Anhangüera e Bandeirantes. Além destas, há a rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, que começa na cidade e dá acesso a Itu e à rodovia Castelo Branco; e a rodovia Constâncio Cintra, que dá acesso à Rodovia Dom Pedro II, à Via Dutra, à Rodovia Fernão Dias e ao Circuito das Águas.

Importantíssimo investimento para racionalização e eficiência do tráfego rodoviário, o novo anel viário de São Paulo, com trechos já inaugurados, dista apenas 20 km de Jundiaí. Além da excelente malha rodoviária, a cidade localiza-se perto dos principais aeroportos do Estado: Viracopos (em Campinas) apenas a 30 minutos; Congonhas (em São Paulo) e Cumbica (em Guarulhos) a uma hora. Há também o Aeroporto Estadual de Jundiaí, recentemente ampliado, com destacada vocação para aviação executiva e manutenção de aeronaves. No transporte ferroviário, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e todas as ferrovias do Estado passam, começam ou terminam em Jundiaí, ligando a cidade diretamente ao porto de Santos, que fica a 110 km.

Facilitando a importação e exportação, está em operação, junto à ferrovia, um amplo terminal de cargas para contêineres, oferecendo completa infra-estrutura logística para as atividades de comércio exterior. Por fim, Jundiaí está a aproximadamente 100 km do terminal da hidrovia Tietê-Paraná, em Conchas. Oferecendo aproximadamente 2.400 km de rios navegáveis, a hidrovia permite acesso aos Estados de Goiás e Minas Gerais, ao norte; ao Estado do Paraná, ao sul, e ao Mato Grosso do Sul e Paraguai, ao leste.

ECONOMIA PUJANTE: A pujança econômica de Jundiaí é claramente demonstrada no estudo publicado pelo IBGE em 2010, intitulado “Produto Interno Bruto dos Municípios – 2008”. Neste estudo, Jundiaí posiciona-se, em 2008, como o 24º PIB municipal do Brasil; o 15º da Região Sudeste e o 9° do Estado de São Paulo. Outra observação importante, ressaltada pelo mesmo trabalho, é o fato do PIB per capita de Jundiaí, em 2008 (R$ 43.442,00), ter sido superior ao de todas as capitais do país, com exceção de Brasília-DF e Vitória-ES.

Percentualmente, o PIB per capita de Jundiaí em 2007 foi 172% maior que o índice brasileiro; 105% maior que o índice da Região Sudeste e 78% maior que o índice do Estado de São Paulo. A força do segmento Comércio/Serviços também foi destacada pelo mesmo estudo: 23ª colocada no ranking brasileiro do PIB municipal geral e 23ª posição no quesito PIB setorial Comércio/Serviços. No PIB setorial Indústria ocupa também a 23ª posição no Brasil, evidenciando saudável equilíbrio entre os diversos segmentos econômicos na geração da riqueza local.

Em termos estaduais, a indústria de Jundiaí é a 6ª maior do Estado de São Paulo, e o setor de Comércio/Serviços é o 9º mais importante do Estado. Ademais, em julho de 2011, divulgou-se que Jundiaí é uma das melhores cidades do mundo para se investir, além de representar risco zero de calote nos seus compromissos financeiros. A conclusão é da agência de classificação de risco Austin Rating que, pelo terceiro ano consecutivo, elevou a nota da cidade de (A+) para (AA-) com perspectiva positiva, uma das melhores alcançadas entre todos os entes públicos avaliados pela Austin no Brasil, ao lado de Santos.

EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DIFERENCIADA: Com longa tradição e destacada presença na Indústria, Comércio e Serviços, Jundiaí está pronta para atender às necessidades de mão-de-obra qualificada nos mais distintos segmentos da atividade econômica. Na esfera do ensino técnico, ampla rede de escolas particulares, além das do SENAI, do SENAC, do Colégio Técnico de Jundiaí e do Colégio Técnico Agrícola oferecem permanentemente várias dezenas de cursos técnico-profissionalizantes. A Prefeitura do Município, em parceria com o Governo do Estado, mantém diversos cursos de qualificação da mão-de-obra, por meio do PMQ – Programa Municipal de Qualificação, cujo conteúdo é renovado a cada ano, de acordo com a necessidade do mercado.

A educação universitária é oferecida por sete centros de ensino superior, com mais de 50 cursos . Além disso, graças à sua localização, a cidade usufrui também de duas das melhores universidades públicas brasileiras: a Universidade de São Paulo (USP), a 45 minutos, e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a 40 minutos. Adicionalmente, nestas mesmas cidades, excelentes cursos são oferecidos pelas universidades PUC, SENAC, Fundação Getúlio Vargas, entre outras. Esta mesma estrutura educacional possibilita amplas opções de extensão universitária, com cursos de mestrado, doutorado, MBA etc., com forte demanda, inclusive de alunos estrangeiros.

REFERÊNCIA EM SANEAMENTO BÁSICO: Nos últimos anos, foram investidos mais de R$ 40 milhões no sistema de coleta e tratamento de esgoto e abastecimento de água da cidade. “Jundiaí se transformou em referência no abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto graças aos investimentos, planejamento, união de esforços e, sobretudo, vontade de melhorar a qualidade de vida da população de Jundiaí”, ressaltou o prefeito Miguel Haddad. Os resultados desse esforço se traduzem, imediatamente, na melhoria de saúde da população e, a médio e longo prazo, na proteção do meio-ambiente. O município coleta 98% do esgoto e trata 100% do esgoto coletado.

Na área urbana 100% dos lares têm água tratada e esgoto tratado e coletado. Hoje, Jundiaí remove 96% da carga orgânica do esgoto tratado e transforma esse material em fertilizante orgânico destinado, principalmente, ao reflorestamento de eucaliptos e à plantação de cana de açúcar, destinados à produção de celulose e etanol. Esse fertilizante é doado e seu uso é monitorado sob rigoroso controle da DAE. Por dia, cerca de 200 toneladas de esgoto são transformadas em fertilizantes. Por meio desse processo, Jundiaí evita a degradação do meio ambiente. “Essa gestão sustentável garante melhor qualidade de vida à população e também tem atraído a instalação de novas empresas no município”, concluiu o prefeito.

A MARAVILHOSA SERRA DO JAPI: A Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi foi instituída pela Lei no. 3.672, de 10 de janeiro de 1991, pelo prefeito Walmor Barbosa Martins e sua área regulamentada pelo Decreto Municipal no. 13.196/92, com a finalidade de conservar os recursos genéticos de fauna e flora local, visando o desenvolvimento do estudo e da pesquisa científica. Abrangendo uma extensão de 20,712 km2 de extensão e situada no interior da área tombada pelo CONDEPHAAT, a Reserva Biológica tem por objetivos “a preservação integral da biota e demais atributos naturais existentes em seus limites, sem interferência humana direta ou modificações ambientais, excetuando-se as medidas de recuperação de seus ecossistemas alterados e as ações de manejo necessárias para recuperar e preservar o equilíbrio natural, a diversidade biológica e os processos ecológicos naturais”.

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