CONDOMÍNIO

TEMPLATE_031016Conheça as funções dos síndicos e sua importância na administração

De acordo com a lei, nove tópicos devem ser cumpridos pelos profissionais. Administradoras são uma opção prática e moderna para os condomínios.

Apartamentos e condomínios têm sido cada vez mais procurados por oferecerem praticidade e segurança aos moradores. Garagens em ordem, elevadores com a manutenção em dia, belos jardins e portaria 24h são alguns dos motivos que têm feito famílias migrarem, todos os dias, de casas tradicionais para dentro de altos prédios e pequenas vilas que formam condomínios por toda a cidade. Mas, para a praticidade ser garantida no dia a dia, a presença de um personagem é muito importante: o síndico.

O novo Código Civil, que está em vigor desde 11 de janeiro de 2003, modificou a Lei 4.591/64, que regia o setor, a partir de seus artigos referentes a condomínios. De acordo com o artigo 1.348, que descreve as funções e deveres do síndico, existem nove tópicos a serem seguidos para o cumprimento da posição.

 

Entre as funções citadas, estão: cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas, prestar contas à assembleia, anualmente e quando exigidas, e realizar o seguro da edificação.

 

Regras que Fábio Henrique, lojista de Sorocaba (SP), segue a risca para manter o condomínio onde mora nas melhores condições possíveis. Ele é síndico há seis meses e diz que se candidatou para a posição após uma experiência anterior em que o responsável pelo prédio onde morava não representava os interesses de todos os moradores. “Para ser um síndico tem que estar preparado para lidar com o pensamento de todos os condôminos e conseguir atuar como um mediador nas assembleias para que o resultado seja sempre positivo para todos”, diz.

 

Outro escolhido para tomar conta dos interesses comuns foi o sorocabano Paulo Paiva, que trabalha com Gestão Empresarial. Síndico de um prédio por três anos, conta que foi eleito para a posição por ter maior afinidade com atividades administrativas. “As pessoas têm conceitos muito distintos de como administrar um dinheiro que é coletivo. Então, os demais moradores não queriam o compromisso. Mas, para mim, administrar terceiros é bem tranquilo”, afirma.

No entanto, o eleito precisa estar ciente da responsabilidade e cumprir algumas funções estabelecidas por lei, que ajudam a garantir a prevenção e solução dos possíveis problemas de um condomínio.

 

Paulo explica que sempre teve o voto de confiança dos condôminos, mas, independentemente da liberdade, não faltava com os relatórios. “Realizei algumas melhorias, como reformas de contrapiso, pintura de portões, automatização do portão e melhorias na iluminação. Também contratei uma diarista para lavar o prédio semanalmente e, depois de cada ação, eu realizava os controles em planilhas mensais e mandava cópia aos moradores.”

 

Condições de eleição
Para quem pensa que o síndico precisa ser morador do condomínio, está enganado. Segundo o artigo 1.347, “a assembleia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”. E ainda, em período de vigência, o responsável pelo cargo pode ser supervisionado por um conselho fiscal, composto de três membros, eleitos pela assembleia, conforme previsto no artigo 1.356.

Empresas administradoras
Uma alternativa moderna muito utilizada em grandes residenciais, principalmente pela praticidade, são as chamadas administradoras de condomínios, que consistem em empresas prestadoras de serviços específicos para o mercado imobiliário, que tomam conta das principais tarefas que envolvem a organização e o bem-estar comum dos moradores e da estrutura do condomínio.

 

Entre os serviços oferecidos pelas administradoras estão prestação de contas por meio de relatórios e balancetes, gerenciamento das contas a pagar, elaboração de plano orçamentário anual para aprovação nas assembleias ordinárias, o envio de editais, circulares, convocações e notificações, o registro das atas no cartório competente e a elaboração de balancete mensal com demonstrativo dos saldos de fundos do condomínio.

E, embora esta opção venha sendo cada vez mais escolhida para tomar conta das rotinas administrativas que envolvem os condomínios, tem gente que ainda prefere o contato “mais humano”, como afirma Fábio Henrique. “Acho que o síndico acaba ficando muito mais próximo dos problemas a serem resolvidos e, na maioria das vezes, consegue percebê-los antes dos outros moradores. Fora a amizade, que se forma a cada solução encontrada. O contato humano é a melhor saída para resolver problemas em sociedade, ainda mais com os vizinhos.”

Fonte: g1.globo.com

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_021016Rota Turística da Uva promete rally fotográfico em outubro na cidade

Um fim de semana para registrar em imagens 14 das 28 atrações da Rota Turística da Uva, em Jundiaí. Para quem quiser participar, as inscrições podem ser feitas até quarta-feira (5) e são gratuitas. O rally fotográfico ocorre no sábado (8) e domingo (9).

A Rota da Uva é uma das quatro rotas turísticas em andamento no município de Jundiaí, com apoio técnico do setor de turismo da Prefeitura. As outras são a Rota da Cultura Italiana, a Rota do Castanho e a Rota da Terra Nova, que nesse mesmo fim de semana promove sua Festa da Primavera.

O Rally Fotográfico da Rota da Uva é uma nova edição do formato criado pelo fotojornalista e professor Júlio Montheiro, evento em que cada equipe de apreciadores, amadores ou profissionais do ramo tem locais para fotografar em um determinado tempo e aquele com o álbum de mais curtidas na página do evento recebe os prêmios.

As três melhores fotos, escolhidas por um júri especial, vão receber brindes oferecidos por estabelecimentos integrantes da Rota da Uva.

As inscrições são gratuitas, mas os participantes devem doar um livro infantil que será destinado para a Biblioteca Municipal e podem usar seus celulares. Além de comprovante de inscrição até quarta (5), os participantes devem apresentar documentos de identidade no dia e, no caso de menores entre 16 e 17 anos, acompanhados de familiares ou com autorização parental.

“O objetivo principal não é competir, mas especialmente fazer amigos”, destaca Montheiro, que já organizou rallies anteriormente em 2013, 2014 e 2015 com foco em espaços históricos e que usa o lema de que “fotografia é luz na memória”.
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Fonte: jundiai.sp.gov.br

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VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_300916Maior escadaria do mundo

A mais longa escadaria do mundo, com 11 674 degraus, fica ao lado do funicular da Montanha Niesen, na Suíça.
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A esdadaria inicia com 693 metros de altitude e termina no topo do Monte Niesen , a 2.362 metros.
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A escadaria só está aberta ao pessoal de manutenção o funicular e uma vez por ano para o público para uma competição.
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Em alguns trechos, a inclinação é tão horizontal como os passos são muitas vezes não mais de 10 centímetros de altura.
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Para dar uma idéia da magnitude desta escada, subir é o equivalente a um aumento de 7 vezes o Empire State Building.
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Niesen é uma montanha da Suiça com 2362m acima do nível do mar, localizada no Bernese Oberland, região dos Alpes suíços, com vista para o Lago Thun e muitas vezes é chamada de pirâmide suíça.
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A linha de funicular, inaugurada em 1910, opera a partir de final de abril até meados de novembro, com carros operam a cada 30 minutos 8:00-17:00.
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Um serviço de intervalo de 15 minutos é fornecido em períodos de maior movimento, e os serviços são operados à noite em alguns dias.

Fonte: Gigantes do Mundo.

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MERCADO IMOBILIÁRIO

TEMPLATE_260916Veja o que mudou no perfil das moradias

Com o tempo, os imóveis diminuíram de tamanho e ganharam mais lazer

Analisado as últimas quatro décadas das construções de prédios e condomínios no país, é possível notar como as moradias mudaram os seus perfis, e muito. Nos anos 1970, as residências eram amplas, com pé direito alto, e era comum achar unidades com 100 metros quadrados ou mais. Porém as opções de lazer eram poucas, havia um ou nenhum elevador e vaga para carros era artigo de luxo.

Pulando para os anos 2000, muita coisa mudou. As pessoas passaram a se casar ou sair da casa de seus pais mais tarde, após os 30 anos. Essa mudança de comportamento tem grande impacto na busca por imóveis. A área de lazer passa a ter grande valor, uma vez que o tempo dentro de casa é menor e as grandes incorporadoras atendem a essa demanda com apartamentos pequenos oferecendo opções de áreas comuns como academia, piscina, espaço mulher e salão de jogos.

Segundo Audrey Ponzoni, diretor de operações do Facilities Menagement Group, atualmente os condomínios trazem um conceito de resort. “Os novos empreendimentos oferecem serviços vistos nas hotelarias, como limpeza e lavanderia, que não onera os custos do condomínio, é um serviço oferecido à parte”, diz.

Os conceitos novos e as tendências surgem a todo o momento, as construtoras contratam serviços de empresas que fazem pesquisas para detectar as necessidades dos novos clientes. “Nós também buscamos as tendências que surgem em outros países”, diz Ponzoni.

Porém, nem sempre as novidades são vistas como necessidades e os corretores precisam estar bem treinados e informados para fazer a divulgação correta. Segundo a corretora Silvana Sayuri Yamada, quando o imóvel está em fase de lançamento ou pré-lançamento, é o momento crucial para o profissional que vende imóveis. Ela explica que as construtoras enviam para a área de marketing imagens ilustrativas ou montam um imóvel decorado para visita. “Eu preciso saber se o que vou oferecer se adequa ao meu cliente, eu dou ênfase nas novidades e falo sobre a valorização que esse apartamento vai ter futuramente no mercado”, diz.

O novo e o velho

Embora os apartamentos antigos ainda tenham o seu público, que prefere cômodos amplos, cozinha separada e banheiros espaçosos, normalmente por terem poucos moradores e se tratar de apenas uma torre, o valor do condomínio é alto, em torno de R$ 900,00. Poucos prédios com esse perfil oferecem espaços comuns e famílias com crianças pequenas acabam optando por lançamentos ou condomínios mais novos.

As novas moradias oferecem mais segurança, portaria blindada e áreas como piscina, playground, salão de festas, quadra de esportes e como são muitos os moradores, o condomínio desse perfil de imóvel tem em média o valor de R$ 500,00. Silvana diz que na hora da venda, alguns clientes resistem a algumas novidades. “Eles dizem que não costumam usar o salão de festas, por exemplo. Mas o corretor deve explicar que a taxa para usar o espaço é inferior ao gasto que ele teria ao alugar um buffet. Com a vantagem de estar dentro do seu prédio, basta pegar um elevador e chegar em casa”, finaliza.

Fonte: Zap Imóveis.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_250916Bolão, Casa Rosa e Argos podem ser tombados

O Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Jundiaí (Compac) convida interessados para audiência pública que vai discutir três processos administrativos de tombamento – da Casa Rosa, do Ginásio de Esportes Nicolino de Lucca (Bolão) e do Complexo Argos, no dia 19 de outubro, a partir das 19h, na Câmara Municipal.

A ação cumpre o cronograma estipulado por lei que trata da política de preservação do patrimônio histórico e cultural do município. “São três importantes bens que o conselho vai dar andamento no processo e ouvir a opinião da sociedade civil”, afirma o presidente do Compac, Antonio Carlos Cesar Bezerra.

A Casa Rosa foi motivo de mobilização social em prol do patrimônio histórico em 2015. O Bolão é tido como o primeiro exemplar em casca de concreto armado no país, importante obra do arquiteto e ex-prefeito de Jundiaí, Vasco Antônio Venchiarutti, que antecede a Oca no Parque do Ibirapuera e as cúpulas no Congresso Nacional.

O Complexo Argos destaca-se por marcar o início do ciclo de industrialização de Jundiaí e seu estilo art déco torna essa importante obra arquitetônica um exemplo das peças que ajudaram a construir a história da cidade.

Fonte: Jundiaí Notícias

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VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_230916A incrível casa tubular de cristal construída em torno de uma árvore

Ter uma “casa na árvore” é o sonho de muitas pessoas. Agora, imagine que essa casa seja de cristal e tenha três andares, ao invés de um cubículo de madeira onde mal dá para se mexer, principalmente se você for um adulto.

A casa tubular de cristal construída em torno de uma árvore é uma ideia do arquiteto Aibek Almassov. Ela foi projetada em 2013, mas os investidores a deixaram de lado. No entanto, hoje, existem empresas interessadas em financiá-la.

“A intenção principal do projeto é oferecer uma alternativa à agitação da vida na vida”, explicou Almassov. “Queríamos combinar as capacidades do design industrial moderno e a beleza e a riqueza da natureza”, completou. “Esta é uma oportunidade para escapar das caixas de concreto sufocantes e sentir esta unidade com a natureza.”

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Fonte: Razões para Acreditar.

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MERCADO IMOBILIÁRIO

TEMPLATE_190916Preço médio de aluguel é o mesmo de três anos atrás

O preço médio do metro quadrado anunciado para locação em agosto foi de 30,13 reais, segundo o Índice FipeZap de Locação, que acompanha a variação do aluguel em 11 cidades brasileiras. Esse é o mesmo valor registrado em abril de 2013.

Nesses três anos, a queda real do aluguel, ou seja, a variação já descontada a inflação no período, foi de 22,2%. Nos últimos 12 meses, essa queda foi de 12,73%, e todas as cidades monitoradas pelo índice mostraram resultados inferiores à inflação.

Isso significa que os preços estão favoráveis para locatários e que o seu poder de barganha para negociar com proprietários de imóveis está maior.

Sem descontar o aumento generalizado dos preços, o valor médio de locação registrou queda de 4,9% nos últimos 12 meses e de 2,8% desde o início do ano. De julho para agosto, os preços ficaram praticamente estáveis, com queda de apenas 0,37%.

Fonte: Exame.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_180916Educação de Jundiaí tem nota 6,8 no Ideb

A rede municipal de ensino de Jundiaí atingiu a meta esperada no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2015 e superou o resultado de 2013. A cidade teve nota 6,8 referente aos anos iniciais (1º ao 5º anos) do Ensino Fundamental. A meta projetada era 6,3. Os resultados foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC).

A nota de Jundiaí é superior aos números obtidos pelo Estado, de 6,4. Em relação à nota do País, o resultado é ainda mais expressivo. A média nacional foi 5,5. Em 2013, o município havia alcançado nota 6,7 referente aos anos iniciais (1º ao 5º anos) do Ensino Fundamental. Em 2011, foi 6,3.

Nos anos finais (do 6º ao 9º anos), a nota obtida por Jundiaí em 2015 ficou no mesmo patamar da base anterior: 4,7. Em 2011, foi 4,3. Duas unidades da rede atendiam esse ciclo. No caso de Brasil, o índice foi 4,5. A nota do Estado foi 5,0.

Em 2015, Jundiaí conquistou a quinta maior nota do País no Índice de Oportunidades da Educação Brasileira (IOEB), novo indicador que mostra quanto cada cidade ou Estado contribui para o sucesso educacional dos indivíduos que residem no local. Das 25 cidades com melhor classificação, o município era o que tinha maior número de habitantes (401.896). A média alcançada foi 5,6, acima da média do Estado de São Paulo (5,1) e do Brasil (4,5).

 

Fonte: Jundiaí Notícias.

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VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_16091610 medidas que podem tornar sua casa mais sustentável

Ter uma casa mais amigável para o meio ambiente é possível, seja de forma global, seja com pequenas alternativas como fazer a compostagem domiciliar ou optar
por válvulas de descarga com fluxos distintos para líquidos e sólidos. Confira a seleção de itens e a pesquisa de custos que ajudam a tornar seu doce lar
ecologicamente correto. Faça a diferença!

1) Telhados verdes
Os telhados verdes podem ser compostos por vegetação como gramíneas e arbustos instalados no topo dos telhados das casas ou em
lajes de concreto na cobertura de edifícios. A principal vantagem dessa tecnologia é a absorção de parte da radiação solar, o que
reduz as ilhas de calor e aumenta a qualidade ambiental das cidades.
A cobertura verde também melhora o isolamento térmico interno, o que possibilita temperaturas mais amenas no verão e,
consequentemente, a menor necessidade de ar-condicionado
e a economia de energia elétrica. Além disso, o isolamento acústico da
edificação é melhorado e há uma contribuição para o aumento da biodiversidade na cidade e para a redução da poluição atmosférica.
Para quem deseja construir um telhado verde, há diferentes sistemas disponíveis no Brasil. Normalmente, eles são compostos
por camada de impermeabilizante, manta geotêxtil, módulos de plástico reforçado, substrato e vegetação. Como referência, um
módulo de instalação simples custa, em média, de R$ 50 (sem vegetação) a R$ 150/ m² (com vegetação). O valor é calculado por
metro quadrado e a variação deve-se
ao tipo de equipamento utilizado, às plantas escolhidas e à logística de instalação. Há também
opções mais complexas, que incorporam cisterna para captação de água da chuva (cerca de R$ 190/ m² com vegetação) e minhocário
para o tratamento de resíduos orgânicos (em torno de R$ 250/ m²).

2) Tintas ecológicas
São consideradas tintas ecológicas as formuladas com matérias primas
naturais, sem componentes sintéticos ou insumos derivados
de petróleo. Um exemplo é a pintura a cal, também conhecida como caiação. Esse tipo de acabamento permite a difusão do vapor
d’água (ou ‘respiração’) da parede, porém tem baixa viscosidade, ou seja, escorre e respinga durante a aplicação, apresentando
aspecto “manchado” em dias de chuva.
Fácil de executar, a caiação custa menos do que a pintura convencional com tintas sintéticas: para ter uma ideia, um saco de cal (oito
quilos) custa cerca de R$ 10 e é o suficiente para cobrir 40 m² por demão. Há, também, as tintas sintéticas livres de compostos
orgânicos voláteis (COVs), elas não liberam hidrocarbonetos aromáticos agressores à camada de ozônio e à saúde de quem as
manipula.
Porém, antes de adquirir esses produtos, vale conferir se não há o emprego de metais pesados em sua composição, pois eles também
fazem mal à saúde e ao ambiente. Também é necessário ter atenção para não cair no apelo de marketing de alguns fabricantes:
produtos sem cheiro e à base de água podem ser ótimos em vários aspectos, mas não necessariamente estão livres de componentes
tóxicos. São poucos os fabricantes no Brasil que trabalham com tintas efetivamente sem COV. Até por isso, esses produtos chegam a
custar o dobro das tintas convencionais: uma lata de 3,6 litros sai por cerca de R$ 100.

3) Iluminação LED
Apontados como o grande salto tecnológico na área de iluminação dos últimos anos, os LEDs (light emitting diode) podem substituir
lâmpadas incandescentes e fluorescentes com vantagens ecológicas. Os LEDs são dispositivos eletrônicos feitos a partir de um bulbo
de material semicondutor. Quando o sistema recebe a corrente elétrica, os elétrons do semicondutor são excitados, liberando energia
na forma de luz. Uma lâmpada com LEDs de alta luminosidade consome em torno 8 W para atingir a mesma emissão luminosa de
uma incandescente de 60 W. Além disso, os LEDs não contêm metais pesados e têm vida útil 40 vezes maior que a da incandescente
comum.
Em comparação com uma lâmpada fluorescente tubular de 40 W, uma unidade com tecnologia LED de 12 W também sai na frente
no quesito economia: são cerca de 28 W/ hora. Hoje em dia é simples aderir ao uso de LEDs, pois grande parte dos modelos
oferecidos não exigem a troca de soquete. A restrição ao uso dessa alternativa ainda é o preço.
Embora a indústria ofereça uma gama cada vez maior de dispositivos, uma boa lâmpada LED pode custar até sete vezes mais que
uma equivalente fluorescente compacta. Trocando em números, a lâmpada LED de 7 W custa entre R$ 40 e R$ 50, enquanto a
equivalente fluorescente compacta sai por cerca de R$ 15. Todavia, se feitos os cálculos a longo prazo, a substituição pode se pagar
em poucos meses, devido à redução da conta de energia elétrica.

4) Reuso de água da chuva
A variedade de sistemas para captar e reaproveitar a água das chuvas é crescente. No geral, eles são compostos por um filtro,
reservatório ou caixa d’ água, clorador e bomba, mas o conjunto depende do uso que se fará do líquido captado. Em princípio,
qualquer casa com um telhado está apta a receber esse tipo de tecnologia, o que pode ser feito, inclusive, pelo próprio morador ou
por um encanador.
As vantagens associadas ao reuso de água da chuva são várias, desde a redução no valor da conta à contribuição no combate às
enchentes. Os sistemas tendem a adaptar-se
às calhas e aos condutores já existentes no telhado, porém, quando a intenção é utilizar a
água pluvial para descargas, pode ser necessário mexer na cobertura e na hidráulica.
O preço dos kits para reaproveitamento da água da chuva varia em função do tamanho e da complexidade da tecnologia, girando
entre R$ 250 e R$ 1,5 mil (para telhados de 50 a 200 m²). Mas estima-se
que o retorno do valor investido ocorra em um intervalo
entre dois e cinco anos.

5) Compostagem doméstica
A compostagem permite que parte dos resíduos orgânicos produzidos em uma casa possa ser transformada em composto orgânico
para adubação de plantas.
A prática, simples e que requer baixo investimento, contribui para a redução das emissões de gás metano na atmosfera e para
minimizar a sobrecarga de lixões e aterros urbanos.
Para criar uma mini estação de tratamento de lixo em casa é preciso de uma composteira (recipiente no qual serão armazenadas as
sobras orgânicas) de plástico ou madeira.
Também podem ser usadas minhocas para acelerar o processo. Algumas associações ecológicas vendem sistemas de compostagem
doméstica já prontas com minhocas, composto e serragem. Os preços variam de acordo com o tamanho do apetrecho, mas partem de
R$ 160.

6) Captação de energia solar
Os sistemas de geração de energia solar são aliados importantes para quem quer ter uma casa mais sustentável: comumente, a
tecnologia é utilizada para suprir parte da energia consumida e requer alguns cuidados, além de um investimento inicial que pode ser
vultoso.
Os equipamentos são compostos por placas fotovoltaicas de silício cristalino, controladores de carga, inversores e baterias
estacionárias. A quantidade de painéis instalados no telhado deve ser dimensionada de acordo com cada caso.
Recomenda-se
que o projeto e a instalação sejam feitos por profissionais especializados. Uma limitação desse sistema é a
inconstância, já que a produção varia de acordo com a luminosidade.
O custo do equipamento depende do seu tamanho e dos elementos técnicos selecionados, variáveis em função das características do
local da instalação. Para o consumo médio de uma residência (250 kWh/ mês) é necessário um investimento de aproximadamente
R$ 20 mil para a aquisição de painéis solares e demais componentes.

7) Materiais reciclados e madeira certificada
A construção ou reforma de uma casa pode utilizar uma série de materiais reciclados ou que geram menor impacto ambiental.
Alguns exemplos são o emprego de madeira de demolição para a fabricação de portas e janelas; de tijolos de demolição para
paginação de pisos ou paredes e de madeiras de reflorestamento que apresentam rápido crescimento, como o eucalipto, para a
composição de peças estruturais.
Aliás, a madeira é uma questão importante para a casa: ela compõem estruturas e mobiliário, portanto, sua procedência deve ser
verificada. O uso de madeira legalizada é obrigatório, mas ao classificá-la
dessa forma, apenas indica-se
que a extração é autorizada por órgãos ambientais. Ou seja, a denominação “madeira legal” não significa que sua produção/ extração seja ambientalmente correta.
Para saber se a madeira é resultado do manejo não predatório da floresta, busque pelos selos de certificação que identificam que o
produto é oriundo do bom manejo florestal. É o caso do FSC Brasil (Conselho Brasileiro de Manejo Florestal) e do Cerflor
(Programa Brasileiro de Certificação Florestal).
Em comparação com a madeira legalizada, a madeira certificada é mais cara (cerca de 8%). Mas um móvel feito com madeira
certificada não precisa, necessariamente, custar mais. É possível comprar madeira certificada pelo mesmo preço da madeira legal,
dependendo das condições de negociação, entrega e compromisso de relações de longo prazo.

8) Dispositivos economizadores de água para torneira e vasos sanitários
Há uma série de equipamentos e dispositivos que podem ser utilizados nas residências e que minimizam o desperdício de água, sem
comprometimento do conforto e da funcionalidade. Um exemplo são as torneiras com temporizadores e sensores, capazes de reduzir
em até 40% o consumo.
Há, também, os acessórios que limitam a vazão de torneiras de banheiros e cozinhas, atingindo uma economia de 50% a 70%: a boa
notícia é que um arejador custa em média R$ 5 reais e pode ser facilmente acoplado a qualquer modelo.
Desde 2003, todos os vasos sanitários fabricados a partir daquele ano necessitam apenas de seis litros de água para uma descarga completa, uma evolução
significativa, uma vez que a norma anterior previa 12 litros para a mesma função.
Todavia, tal progresso não ocorreu nas válvulas de fluxo mecânicas, justamente o equipamento que libera a água. Uma alternativa é adaptar a válvula de descarga
convencional para o modelo de dois fluxos: um para descarga parcial, com consumo de três litros de água, e outro para a completa, com vazão de seis litros.
Esse tipo de produto permite uma economia de 30% de água por ciclo de descarga em relação aos modelos mais antigos. O preço do kit adaptador gira em torno de
R$ 160. Já o conversor “dual flush” para uma caixa acoplada existente sai por R$ 75, aproximadamente, e pode ser facilmente encontrada em “home centers”.

9) Arquitetura bioclimática
Um projeto de arquitetura pode, e deve, ser desenvolvido explorando as condições de insolação e ventilação de modo a economizar energia e a proporcionar conforto
aos usuários. A mais elementar das estratégias utilizadas nesse sentido é a ventilação cruzada, promovida quando as aberturas de portas e janelas são posicionadas
em paredes opostas ou adjacentes no ambiente, favorecendo a circulação do ar.
A ventilação natural pode também ser feita também pelo chamado efeito chaminé, que ocorre por conta da diferença de densidade entre ar quente e frio.
Para tirar proveito desse princípio, a construção deve ter pequenas aberturas instaladas próximas ao piso, para a entrada de ar, e outras mais altas (no teto ou nas
paredes) para a exaustão. A ideia é permitir que o ar quente suba e busque saída pelo ponto mais alto do ambiente, aumentando a entrada de ar mais frio pelas
aberturas inferiores.
Também é válido evitar a incidência da radiação solar direta na casa e, assim, diminuir a necessidade de resfriamento artificial. Para isso, a arquitetura pode prever
proteções solares das aberturas a fim de garantir algum sombreamento através de persianas externas, beirais e brises.

10) Vedação eficaz
As esquadrias são componentes fundamentais para assegurar o isolamento térmico e acústico a uma casa e, consequentemente,
aumentar a sua eficiência energética. No inverno, por exemplo, frestas indevidas nas janelas podem tornar o ambiente mais frio e
exigir aquecimento artificial. Há diversos materiais disponíveis para a estruturação das esquadrias (alumínio, madeira, PVC) e com
preços variados.
O mais importante é que o sistema vede efetivamente e que seja dimensionado de acordo com as condições locais de exposição ao
vento. No caso das esquadrias feitas de madeira, por exemplo, é importante a opção por um lenho de boa qualidade (como a teca e a
itaúba), com resistência às intempéries.

Fonte: ecodesenvolvimento.org

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MERCADO IMOBILIÁRIO

TEMPLATE_120916Preços de imóveis atingem menor patamar dos últimos anos

Saiba se é uma boa hora para comprar ou vender.

O excesso de ofertas de imóveis é um dos resultados da profunda crise econômica que o país esteve mergulhado desde o ano passado. Basta qualquer pessoa passar por condomínios, prédios e casas, e observar a quantidade de placas de imobiliárias anunciando seus produtos. Porém, há sempre uma camada da sociedade que consegue tirar proveito de momentos de instabilidade e fechar bons negócios.

O professor de economia de MBA executivo do Insper Otto Nogami lembra que as construtoras passaram a explorar esse nicho de mercado, que representa grupos de renda elevada e com dinheiro para fechar negócios. “O mercado se movimenta nesse extrato de renda mais alto que está à margem da crise. Aparentemente, os preços de imóveis de luxo estão mais justos e estão se mantendo em um patamar, mesmo que a queda dos valores ainda não seja substancial”, diz o economista.

Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP, diz que os imóveis que estão disponíveis hoje começaram a ser construídos há pelo menos três anos, quando o mercado estava com uma demanda muito alta. “O preço do metro quadrado está em seu menor patamar comparado aos últimos quatro anos. Acredito que alcançamos o valor mais baixo de um imóvel em São Paulo”, diz Prando.

É hora de comprar um imóvel?

Segundo o vice-presidente do Secovi, o mercado tende a crescer e a se recuperar. As empresas reduziram os números de lançamentos, quase em 50%, e mudanças na lei de zoneamento resultou em um custo adicional nos terrenos urbanos. “Essas unidades de antigos projetos vão acabar e os projetos novos já virão com preços corrigidos”, explica.

Nogami diz que tudo ainda depende do cenário, mas a economia dá sinais de inversão. “O preço não deve cair mais e a própria construtora diante desse possível crescimento deve postergar a venda. Para quem tem dinheiro, é uma boa hora de investir, pois tem poder de negociação e consegue uma boa compra”, explica.

Prando acredita que o segundo semestre é o momento certo para comprar um imóvel, pois, mesmo inseguras, as pessoas reconhecem que ouve uma parada no mercado imobiliário. “Quando a taxa de juro começar a cair, teremos uma avalanche de dinheiro indo para a compra de imóveis, que deve gerar a redução de ofertas em 2017”, diz o vice-presidente da Secovi.

10/08/2016 10h56 – Atualizado em 10/08/2016 10h56

Preços de imóveis atingem menor patamar dos últimos anos

Saiba se é uma boa hora para comprar ou vender.

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Imóveis ape luxo (Foto: Shutterstock)Preços de imóveis de luxo estão mais justos.

O excesso de ofertas de imóveis é um dos resultados da profunda crise econômica que o país esteve mergulhado desde o ano passado. Basta qualquer pessoa passar por condomínios, prédios e casas, e observar a quantidade de placas de imobiliárias anunciando seus produtos. Porém, há sempre uma camada da sociedade que consegue tirar proveito de momentos de instabilidade e fechar bons negócios.

O professor de economia de MBA executivo do Insper Otto Nogami lembra que as construtoras passaram a explorar esse nicho de mercado, que representa grupos de renda elevada e com dinheiro para fechar negócios. “O mercado se movimenta nesse extrato de renda mais alto que está à margem da crise. Aparentemente, os preços de imóveis de luxo estão mais justos e estão se mantendo em um patamar, mesmo que a queda dos valores ainda não seja substancial”, diz o economista.

Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP, diz que os imóveis que estão disponíveis hoje começaram a ser construídos há pelo menos três anos, quando o mercado estava com uma demanda muito alta. “O preço do metro quadrado está em seu menor patamar comparado aos últimos quatro anos. Acredito que alcançamos o valor mais baixo de um imóvel em São Paulo”, diz Prando.

É hora de comprar um imóvel?

Segundo o vice-presidente do Secovi, o mercado tende a crescer e a se recuperar. As empresas reduziram os números de lançamentos, quase em 50%, e mudanças na lei de zoneamento resultou em um custo adicional nos terrenos urbanos. “Essas unidades de antigos projetos vão acabar e os projetos novos já virão com preços corrigidos”, explica.

Nogami diz que tudo ainda depende do cenário, mas a economia dá sinais de inversão. “O preço não deve cair mais e a própria construtora diante desse possível crescimento deve postergar a venda. Para quem tem dinheiro, é uma boa hora de investir, pois tem poder de negociação e consegue uma boa compra”, explica.

Prando acredita que o segundo semestre é o momento certo para comprar um imóvel, pois, mesmo inseguras, as pessoas reconhecem que ouve uma parada no mercado imobiliário. “Quando a taxa de juro começar a cair, teremos uma avalanche de dinheiro indo para a compra de imóveis, que deve gerar a redução de ofertas em 2017”, diz o vice-presidente da Secovi.

Imóveis predio sp (Foto: Shutterstock)Vice-presidente do Secovi acredita que o momento é bom para comprar.

Impeachment e momento político do país

O governo provisório tirou um pouco do aspecto depressivo das pessoas e elas se aventuram mais e começam a perder o medo de consumir. O professor do Insper diz que a população já se sente um pouco mais segura para gastar e voltar a pensar em um financiamento. “Eu acredito que o cenário tende a se firmar na medida em que o governo provisório fique”, avalia Nogami.

Flávio Prando diz que a permanência do presidente em exercício, Michel Temer, no governo dará mais tranquilidade aos empresários para que eles voltem a investir. “O impeachment tira da frente o fantasma do retorno da presidente Dilma. Isso resulta no retorno na confiança e é muito favorável para o mercado imobiliário”, finaliza.

Fonte: Zap Imóveis.

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