SISTEMA DE AQUECIMENTO DA ÁGUA: SOLAR, ELÉTRICO OU A GÁS?

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Sistema de aquecimento da água: solar, elétrico ou a gás?

Acordar, comer e tomar um banho quente é algo que todo mundo espera de um dia normal. Mas para manter a água quentinha é preciso fazer uma escolha entre o tipo de sistema de aquecimento da água para a casa ou o apartamento.Além das preferências pessoais, a arquiteta Adriana Noya defende que a decisão deve ser tomada em conjunto entre cliente, arquiteto e engenheiro de instalação.
A opção mais simples – e barata – é incluir o boiler e a tubulação necessária durante a construção do imóvel. Se isso não for possível, é melhor colocar na ponta do lápis e ver se o quebra-quebra de paredes vai valer a pena. Afinal de contas, aquecimento da água a gás ou solar exigem tubulação de cobre, que vai manter a água quente.
Nos prédios o morador tem que aceitar o que é oferecido pelo condomínio – aquecimento a gás ou elétrico. O solar ainda não é uma opção graças ao grande número de habitantes versus o pouco espaço no telhado para posicionar os coletores solares.

 
Aquecimento elétrico
Pode funcionar com um boiler central, ele aquece certo volume de água e o mantém em um reservatório. O cálculo do tamanho do reservatório é feito de acordo com o tamanho da casa, número de cômodos atendidos e número de pessoas. Depois de aquecida ela é distribuída pela tubulação até os pontos necessários como cozinha, banheiro e piscina. Existe também a opção de usar chuveiros elétricos. Neste caso o trabalho é menor, não é preciso trocar a tubulação ou separar um espaço para o boiler, o gasto é só para comprar os chuveiros. A desvantagem é que a água das torneiras e da piscina fica sem aquecimento.
** CONTRA:
É a modalidade mais cara de aquecimento.
 
Aquecimento de água a gás
Este tipo de aquecimento é o mais usado em grandes cidades como São Paulo porque o custo de instalação é mais baixo que o do aquecimento solar e o custo-benefício é melhor que o aquecimento elétrico.
Existem dois tipos de aquecimento a gás. No de passagem gasta-se menos gás e mais água porque o gás é acionado quando a torneira é aberta. Assim, a chama que fica embaixo do cilindro libera o gás para aquecer a água. A água circula pelo “queimador” e é aquecida. Depois, é transportada pela tubulação de cobre até o chuveiro ou torneira. Na torneira e no chuveiro, isso pode demorar um minuto, mas para aquecer o volume de uma piscina pode demorar horas.
O sistema conjugado combina o equipamento de passagem com um boiler. Gasta menos água e o sistema mais utilizado em prédios. O sistema conjugado é a melhor opção para esquentar piscinas porque é mais rápido que o de passagem.
A manutenção do boiler é semestral, oferecida pelo próprio fornecedor.
*** PRÓ:
Pode ser usado em casas ou apartamentos.
*** CONTRA:
A água pode demorar para esquentar. Além disso, pode não ser uma opção tão “verde” quanto o aquecimento solar.
 
Aquecimento de água por energia solar
Funciona assim: os coletores – placas de vidro com uma camada escura são dispostas no telhado voltadas para o norte, para pegar mais incidência solar. Por trás delas, passam serpentinas com a água fria. A radiação dos coletores se converte em calor, que é passado para a com água fria. Ela segue para o boiler em uma tubulação de cobre, para não perder o calor. Depois disso, pode ser mantida quente para o uso. O boiler é mantido entre a laje e o telhado e vem com uma resistência elétrica, que controla a temperatura da água e ativa a fonte de energia alternativa caso ela não esteja suficientemente quente. Essa alternativa pode ser aquecimento elétrico ou a gás. Segundo a arquiteta a decisão pelo aquecimento solar tem que levar em conta a posição geográfica. “Em uma cidade como São Paulo você acaba usando mais o método alternativo, seja elétrico ou a gás.”De acordo com Edison de Oliveira, gerente comercial Casa Clima, a manutenção é feita anualmente com a drenagem e limpeza do boiler. As placas só são trocadas caso se quebrem, como em uma chuva de granizo.
A China é grande produtora dos painéis coletores solares e proporciona também os modelos mais baratos. Adriana acredita que isso pode até parecer mais vantajoso, mas com uma ressalva: a viagem dos painéis até o Brasil pode significar uma pegada de carbono ainda maior do que a trazida pelo aquecedor a gás.
A Alemanha também apresenta grande avanço nessa área. Existe um vilarejo no país chamado Sonnenschiff. Lá, os 52 imóveis – comerciais ou residenciais – são cobertos por painéis captadores de energia solar capazes de converter energia solar em elétrica. E mais, as casas podem produzir quatro vezes mais que a energia gasta.
*** PRÓ
É o meio preferido das pessoas que têm uma consciência ambiental mais aguçada. “Este tipo de aquecimento é o mais pedido por jovens clientes, eles não pensam apenas no custo, em quanto tempo leva para que o sistema ‘se pague’, mas em diminuir a pegada ecológica. São pessoas que se interessam também pelo reaproveitamento da água e soluções mais verdes para a casa”, explica Adriana.
*** CONTRA
Como precisa de placas fotovoltaicas, ainda não é viável utilizar em apartamentos. Além disso, a instalação é a mais cara.
O tempo em que o investimento “se paga” pode ficar entre dois e 15 anos, dependendo do tamanho da casa, número de cômodos contemplados e habitantes do local. Em um cálculo simples estipula-se que cada morador consuma cerca de 50 litros de água quente por dia. O que quer dizer que, em uma casa com quatro pessoas um boiler com capacidade para 200 litros seja o ideal. Mas a arquiteta lembra que a cozinha deve ter seu próprio boiler, assim como a piscina. Com isso, o custo fica cada vez maior.
 
A inovação que vem de cima
Nos EUA a conversão de energia solar em energia elétrica já acontece. A Solar City, empresa criada em parceria com o empresário Elon Musk, fundador de empreendimentos de sucesso como PayPal, Tesla Motors e SpaceX, promete reduzir a conta de energia. Para começar, a Solar City oferece uma consulta online. O contato é feito pelo telefone com um dos atendentes que vai conferir a área do usuário por imagens de satélite. O que acontece depois é uma vistoria presencial detalhada, em que ficarão determinadas a incidência solar, a localização e a extensão da área a ser coberta.
Depois da vistoria é traçado um plano financeiro que vai junto com o orçamento. O que torna a ideia da empresa mais viável é que os custos são reduzidos, já que o mais caro, a instalação, não é paga de uma vez. Como o sistema auxilia na redução do consumo de energia elétrica, parte da energia gerada é passada à concessionária de energia elétrica, que devolve pela rede de transmissão quando a energia não está sendo gerada pelo sol, ou seja, à noite. A conta de energia é reduzida sensivelmente e custo da instalação e os outros serviços oferecidos pela Solar City –a parte burocrática, design, monitoramento da energia coletada e manutenção dos coletores solares – será paga mensalmente.
Como a empresa cuida de toda a dor de cabeça da obra e da burocracia, tudo o que resta ao cliente é acompanhar o progresso da instalação online e, ainda, conferir na projeção quanto ele estaria gastando se continuasse consumindo energia elétrica “tradicional”.
 
Fonte: Proprietário Direto.
 
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