INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_201215Entidades assistenciais fazem bazares para reforçar caixas

Com preços acessíveis, diversidade de produtos e com o apelo de ajudar na composição do orçamento das instituições assistenciais da cidade, os bazares se transformaram em fonte
de complemento de renda para a manutenção dos atendimentos. Para a população, os eventos são opções econômicas para garimpar boas peças a preços acessíveis.
 
No gosto da população, o Bazar Permanente do Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc) e os bazares itinerantes realizados no local em parceria com lojistas ofertam peças em vestuário adulto e infantil, calçados e brinquedos. “Nosso custo mensal é alto e os convênios e repasses do Sistema Único de Saúde (SUS) não cobrem todos os gastos. Por isso precisamos de fontes alternativas. Os bazares ajudam
a compor os 30% que ficam faltando todo mês”, explica Gilberto Bútalo, administrador do Grendacc.
 
Para o próximo ano, o calendário disponível para bazares itinerantes está quase fechado. “É uma boa notícia. Somente neste ano conseguimos R$ 446 mil com essas vendas”, explica. O custo da instituição por mês é de R$ 700 mil.
 
Também direcionada ao atendimento das crianças, a Pastoral de Atendimento e Integração do Menor (Paim) se vale da renda conseguida com as vendas em bazares dos artigos recebidos por
doação para desenvolver projetos adicionais para os jovens e crianças.
“Esperamos conseguir ao menos R$ 1,5 mil com as vendas dos produtos que são roupas, utensílios domésticos e até móveis usados. Essa renda é usada para o desenvolvimento de atividades especiais e alimentação dos assistidos”, detalha Claudia Pereira Bento, assistente social da instituição.
 
Para 2016 – Na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Jundiaí, a meta para o próximo ano é realizar um bazar itinerante por mês, de acordo com Priscila Rodrigues,
coordenadora administrativa da instituição. “Neste ano realizamos sete eventos em parceria com lojas. O retorno é interessante e acaba engrossando o dinheiro para bancar o atendimento da instituição”, explica. A instituição mantém o atendimento do bazar permanente com oferta de
móveis e até eletrodomésticos doados em bom estado.
 
Para manter o atendimento, a instituição precisa de R$ 400 mil, mas apenas 65% desse valor é proveniente de convênios. “O restante (35%) precisa ser conseguido com fontes diversas, como os bazares, doações e telemarketing”, detalha. A Igreja Metodista também trabalha com bazares para custear as obras assistenciais que realiza em Jundiaí. De acordo com a presidente do Sociedade de Mulheres da Igreja Metodista, Yolanda Aparecida de Almeida Leite Mina, a renda
obtida com a venda nos bazares do Dia das Mães e de Natal custeiam o curso de pintura oferecido no Espaço Mulher da igreja. “São as alunas que confeccionam os produtos que são vendidos nos bazares e deles é que conseguimos mais renda para sustentar esse atendimento e até verba para
fazer a manutenção da igreja”, detalha. A renda, segundo ela, chega a R$ 1 mil por evento.
 
Vantagens – Quem gosta de garimpar em bazar garante que é economia garantida. A dona de casa Dulce Rossi, 42 anos, se considera uma ‘rata de bazar’, já que é frequentadora assídua da venda permanente do Grendacc. “Aqui compro ótimas peças por preços bem acessíveis. Levo para toda a família”, conta a mulher, lembrando que já conseguiu comprar calçados de marcar famosas por preços ínfimos.
Já Susete Paiva, 47 anos, estreou em bazar de associação na semana passada. “Minha patroa sempre faz doações para o bazar. De tanto ela falar eu vim para conferir e estou achando boas opções”, contou.
 
Fonte: Jornal de Jundiaí.
 
 
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