INFORMATIVO JUNDIAÍ

template_20111613º Jovens Instrumentistas têm concertos gratuitos no dia 24

O 13º Programa Jovens Instrumentistas Profª Maria Carlota Orsi Dias tem apresentações marcadas para o próximo dia 24 (quinta-feira), na Sala Jahyr Accioly de Souza, no Museu Solar do Barão, a partir das 19h30. A programação promove o intercâmbio entre as escolas de música, músicos, alunos e professores de Jundiaí.

Na abertura do evento, os alunos do Projeto Guri apresentam seu repertório diversificado em três formações de grupos diferentes. Em seguida, o quinteto de cordas da Orquestra Municipal de Jundiaí faz participação especial com os violinistas Marcos Scheffel e Wanessa Dourado, além do violista Valdeci Merquiori, o violoncelista Raul Andueza e o baixista Alex Dias.

Mais
Como parte do Programa Jovens Instrumentistas, uma oficina Masterclass de Violoncelo com Raul Andueza vai ser ministrada na Pinacoteca Diógenes Duarte Paes, também no dia 24, das 9h às 11h. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site da Secretaria de Cultura, em Editais e Regulamentos, e enviar para o e-mail: cfasanaro@jundiai.sp.gov.br.

A Pinacoteca e o Museu Solar do Barão ficam na rua Barão de Jundiaí, nos respectivos nºs 109 e 762, Centro. A entrada é gratuita para ambas atividades.

Fonte: jundiai.sp.gov.br

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VOCÊ SABIA?

template_181116Empresas desenvolvem telhas já com placas solares

Sempre quando se fala em unir sustentabilidade e beleza surge um desafio do mercado de engenharia e arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos”, vamos dizer assim,  envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício. Show, não é mesmo?

Um dos motivos que levou ao desenvolvimento da nova telha, foi o fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de grande parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

De acordo com o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa tranquilamente. Logo, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas telhas já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.

Como é a instalação?

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.
Caso tenha a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.

Outros modelos de telhas solares

Com o mercado da arquitetura sustentável crescendo cada dia mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

Fonte: engenhariae.com.br

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MERCADO IMOBILIÁRIO

template_141116Qual o efeito da queda dos juros nos financiamentos da Caixa

A redução dos juros de financiamentos imobiliários pela Caixa, de 0,25% ao ano e anunciada na terça-feira (8), pode reduzir o valor pago pelo financiamento em 18 mil reais.

É o caso de imóveis de 800 mil reais cujo valor financiado seja de 70% do valor (560 mil reais). A queda da taxa de juros de 12,50% ao ano para 12,25% ao ano reduziu o valor pago pelo financiamento de 1,65 milhão para 1,63 milhão, uma economia de 18,92 mil reais.

Para imóveis de 300 mil reais cujo valor financiado corresponda a 70% do valor (210 mil reais), a economia é menos relevante. Com a redução do juros de 11,22% para 10,97%, o valor final do financiamento cai de 590,8 mil reais para 583,6 mil reais, uma diferença de 7.170 reais.

A redução das taxas vale para financiamentos de imóveis novos ou usados cujos recursos sejam provenientes da poupança, independente do relacionamento do cliente com o banco. A Caixa justifica a queda das taxas por conta da redução da taxa básica de juros (Selic). A diminuição dos juros no banco foi realizada na mesma proporção da queda da taxa no mês passado.

Para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta cuja construção tenha sido financiada pelo banco e optarem por receber o salário pela Caixa, o banco passa a oferecer taxas de juros iguais às cobradas dos servidores públicos. As taxas de juros passariam, nesse caso, de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano para imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 12,5% ao ano para 10,75% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

O limite do SFH para imóvel residencial é de 750 mil reais no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal e 650 mil reais em outros estados. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Santander também cortou juros do crédito imobiliário

Entre os concorrentes da Caixa, apenas o Santander anunciou que também diminuiu recentemente os juros do financiamento imobiliário. Em nota, o banco aponta que reduziu as taxas no dia 3 de outubro, de 11,3% ao ano para 10,7% ao ano, para imóveis enquadrados no SFI.

Procurado, o Itaú informa que “está acompanhando as mudanças no mercado”, e, por enquanto, “nada muda em sua estratégia para financiamento imobiliário”. Atualmente, o banco cobra taxas a partir de 10,5% ao ano no SFH e 11,4% ao ano no SFI. Os juros variam de acordo com o relacionamento e o histórico do cliente.

Já o Banco do Brasil diz que “monitora constantemente os movimentos do mercado e procura sempre oferecer as melhores condições aos seus clientes”, sem citar mudanças nas taxas. Já o Bradesco afirma que “está sempre avaliando as condições de mercado” e considera que suas taxas “são bem competitivas”.

Fonte: Exame.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

template_131116Projetos básicos de ciclovias alcançam 49,6Km

Um levantamento da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente mostra que os projetos básicos ou preliminares do Plano Cicloviário de Jundiaí, previsto na lei 8.683 (decorrente do Plano Diretor Participativo) soma um total de 49,6 quilômetros.

Atualmente, o município conta com um total de 6,3 quilômetros de ciclovias existentes para o início dessa rede urbana. O número soma a da avenida Antonio Pincinato, que já tem seu trecho inicial do processo de revitalização em conclusão na região do Eloy Chaves em trabalho viabilizado por EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança) com 4,2 km. E também pequenos trechos da avenida Caetano Gornati com 1,8 km e trecho inicial na avenida marginal do Córrego das Walquírias, com 0,3 km.

Mas a estimativa não abrange as ciclovias existentes voltadas para recreação e lazer, como do Parque da Cidade, do Jardim Botânico, do Parque Botânico Tulipas e a mais recente, no Parque do Engordadouro (finalizada em 2014 também por EIV).

Projetos básicos
O Grupo de Estudos de Projetos Cicloviários (GEPC) conta com oito projetos básicos com processo aberto, ou seja, concluído o estágio de detalhamento anterior ao orçamento final, que é realizado geralmente no setor de obras.

São eles o trecho 1 da avenida Nove de Julho, entre a Rodoviária e a Rotatória (2 km); o trecho 2 da avenida Nove de Julho, entre a Rotatória e a Ponte de Campinas (2 km); a avenida Coleta Ferraz de Castro (0,6 km); a avenida Pedro Blanco (0,2 km); a avenida Manoela Lacerda de Vergueiro (0,7 km); a avenida Jundiaí, entre o Parque da Uva e o Terminal Central (1,2 km); as ruas Elias Juvenal de Mello e Melvin Jones (0,7 km); e a avenida Prefeito Luiz Latorre (3,2 km).

Na Secretaria de Obras está em andamento técnico os projetos básicos de mais um trecho da avenida Marginal do Córrego das Walquírias (0,9 km). E, na Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, outro projeto básico é do Parque Guapeva, entre a avenida Paula Penteado e a rua Prudente de Moraes (0,6 km).

A conta dessa categoria inclui ainda os projetos básicos em desenvolvimento dentro da Secretaria Municipal de Transportes no chamado complexo BRT. São trechos da avenida Imigrantes Italianos e Américo Bruno (2,3 km), da avenida Antonio Frederico Ozanam  (0,3 km), do viaduto Sperandio Pelliciari (0,3 km) e rua José do Patrocínio (0,3 km).

Estudos preliminares
O GEPC é responsável por oito estudos preliminares, que ainda precisam do detalhamento como projetos básicos.

São eles a avenida Antonio Frederico Ozanam na ligação entre avenidas Prefeito Luiz Latorre e Caetano Gornati (1 km), o viaduto sobre a via Anhanguera entre as avenidas Prefeito Luiz Latorre e Alceu Damião Peixoto (0,3 km), o trecho da rua Tupinambás e avenida Alceu Damião Peixoto (1 km), na rodovia Geraldo Dias (2,6 km), na avenida Olívio Boa (0,9 km), na avenida da Liberdade (0,7 km), na avenida Osmundo Santos Pelegrini (1,8 km) e no viaduto sobre a via Anhanguera ligando as avenidas Osmundo Pelegrini e Marginal do Córrego das Walquírias (0,3 km).

Outro estudo preliminar, na Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, teve como alvo em 2014 a avenida José Luiz Sereno (2 km).

No Grupo de Diretrizes Viárias (GTDV), estudos preliminares abordam a avenida Marginal do Córrego da Colônia (2,6 km), a rodovia Hermenegildo Tonolli (6,2 km), a avenida Reynaldo Porcari (3,3 km), a avenida Projetada, no Medeiros (1,3 km) e a estrada do Varjão e seu prolongamento projetado (10,3 km).

Referências
A futura rede cicloviária prevista na lei 8.683 tem como principais referências a conexão com terminais de ônibus e parques públicos na sua ligação entre os bairros da cidade. Além de ciclovias, também prevê o uso de vias compartilhadas com pedestres e carros em alguns pontos da cidade e o uso de mecanismos como “zonas 50” ou “zonas 30”, de baixa velocidade. Os demais detalhes vão ser definidos dentro do plano de mobilidade, outro mecanismo previsto na lei e que pode ser definido no próximo ano.

Outras ações paralelas nesse tema ocorreram na parceria com a comunidade na instalação de paraciclos e nos encontros para formatação das propostas da rede cicloviária.

Fonte: Jundiai Online.

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template_111116Oito exemplos de como se pode construir casas feitas de terra

Construir casas sustentáveis e baratas é possível com a edificação de imóveis cujo principal material usado é a terra. Nem cimento, nem tijolo, nem betão… a terra é o elemento chave para construir imóveis de raiz, com materiais sustentáveis e totalmente ecológicos.

Da Colômbia ao deserto do Arizona (EUA), passando pelo Quênia ou pelo sudeste asiático na Tailândia, em todos os cantos do mundo é possível construir casas com base em terra. São mais sustentáveis e eficientes e têm um sistema natural antissísmico. Podem ser “acompanhadas” de madeira, argila e elementos reciclados, mas também podem ter o tradicional betão. Uma coisa é certa: mantêm o calor de forma natural.

Casa Vergara na Colômbia. Jose Andres Vallejo
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West Bank (Palestina). ShamsArs
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Villa Triksa (Tailândia). Chiangmai Life Construction
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Nakuru. Odysseas Mourtzouchos
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Casa Hobbit. Green Magic Homes
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Earthbag
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Junoot (Omã). Cal-Earth
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Casa no Arizona (EUA). Cal-Earth
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Fonte: Idealista.

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MERCADO IMOBILIÁRIO

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Mercado imobiliário promete melhora no 2º semestre

Recuperação da crise deve ocorrer no próximo ano.

O primeiro semestre deste ano foi marcado pelo grande recuo de empresas que adiaram seus lançamentos, uma vez que o consumidor estava muito inseguro para comprar um imóvel diante da crise financeira e política do país. Com os preços congelados e até mesmo em queda, quem tinha dinheiro no bolso pôde fazer bons negócios e conseguir descontos de até 40% e imóveis novos.

Danilo Igliori, professor do Departamento de Economia da USP e chairman do DataZAP, diz que o setor imobiliário foi um dos que mais sofreu desde o final de 2014. Segundo o economista, muitos foram os fatores que influenciaram negativamente. “A taxa de juros subiu, tivemos altos índices de desemprego e as expectativas se deterioraram. A aquisição de um imóvel é uma transação de valor expressivo na vida de uma pessoa”, avalia.

O vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP, Flávio Prando, diz que as grandes construtoras se concentraram em finalizar suas obras e não tiveram pressa para vender suas unidades. “Acredito que resolvida a questão política no Brasil, as empresas vão colocar na rua seus lançamentos adiados do primeiro semestre. Ainda veremos limite de ofertas, mas com um número mais expressivo a partir de agosto”, explica Prando.

O professor de MBA Executivo do Insper, Otto Nogami, avalia que os primeiros seis meses de 2016 foram caracterizados pelo auge da recessão do governo afastado. “Bastava andar pelas ruas e observar a proliferação de placas de vende-se e aluga-se”, lembra. Segundo o economista, o país entrou em um processo de revés muito forte e o mercado imobiliário está diretamente ligado à atividade econômica. “Isso causa um esfriamento, pois muitas empresas quebraram. No entanto, a disponibilidade de imóveis comerciais aumentou”, explica Nogami.

O fantasma do desemprego

O desemprego é um elemento crítico para o mercado, uma vez que as pessoas não têm mais como honrar os seus compromissos e pagar o seu financiamento. Com esse cenário, quem comprou e tem uma dívida com a construtora tenta renegociar ou até mesmo devolve o imóvel. Essa quebra de contrato faz com que as ofertas aumentem e comecem a surgir os descontos.

“O aumento do desemprego tem impacto direto no setor imobiliário. O financiamento representa 30% da renda do consumidor, item que mais pesa no bolso”, diz o economista.

Prando acredita que a partir do segundo semestre haverá uma maior procura por imóveis prontos, pois teremos o início da redução da taxa de juro. “Os bancos vão começar a oferecer créditos de uma maneira menos cara. Quando o clima político melhorar, observaremos reduções que vão facilitar o crédito imobiliário”, diz. Para o vice-presidente do Secovi, o financiamento é uma ferramenta importante que estimula o mercado.

Nogami diz que as pessoas ainda vão precisar se sentir muito mais seguras para que ocorra a retomada do setor imobiliário, pois um imóvel representa um grande investimento. “Quem tem renda média para baixo tende a priorizar a aquisição do automóvel, para depois adquirir o imóvel. Se observarmos uma tendência de crescimento do setor automobilístico por consequência vamos observar o crescimento imobiliário. É um dado curioso”, diz o economista.

Fonte: g1.globo.com

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

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Seminário estadual sobre água e saúde será nos dias 09 e 10

Ocorre na próxima semana, nos dias 9 e 10 de novembro, o 6º Seminário Estadual Água e Saúde – Segurança Hídrica e Proteção da Saúde – que este ano é em Jundiaí. O evento é uma iniciativa conjunta do Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e do Comitê Permanente para Gestão Integrada da Qualidade da Água. Esta edição conta com a parceria da Prefeitura de Jundiaí e do Sesc Jundiaí, além da Assessoria Especial para Assuntos Internacionais do Governo do Estado de São Paulo.

O seminário será no teatro do Sesc Jundiaí e é direcionado para profissionais das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos órgãos de Meio Ambiente, de Saneamento e Recursos Hídricos, estudantes e pesquisadores de universidades, representantes da sociedade civil e especialistas de instituições públicas e privadas que tenham interesse no tema.

Confira a programação completa

Seminário
A cada edição do seminário buscam-se novas e criativas combinações, de modo a garantir abordagens inovadoras das relações entre a água e a saúde. Não será diferente nesta sexta edição do evento, uma vez que a coordenação será partilhada com a Prefeitura de Jundiaí, por intermédio da Secretaria de Saúde, e com o Serviço Social do Comércio – Sesc Jundiaí. Essa parceria expande o debate e promove maior interação entre visões técnicas, gerenciais, acadêmicas e culturais.

Tais arranjos preveem uma programação elaborada com base na interação com outros importantes atores que têm discutido intensamente a gestão da água no Estado de São Paulo, como as agências reguladoras, o Ministério Público Estadual e Federal, as universidades, as empresas de saneamento, bem como o Ministério da Saúde e outras entidades.

A partir dessa interlocução, o evento abordará as relações entre segurança hídrica e proteção da saúde. Tema caro aos que lidam com a gestão integrada dos recursos hídricos e com políticas de saúde pública, a questão da segurança da água se impõe no contexto do desenvolvimento sustentável e da saúde como direito de todos, influenciando diretamente o acesso universal à água potável.

Fonte: jundiai.sp.gov.br

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VOCÊ SABIA?

template_041116O que significa o novembro azul

Depois do Outubro Rosa, período dedicado à conscientização da mulher no combate e prevenção ao câncer de mama, inicia-se a campanha “Novembro Azul”, desta vez, visando promover o combate do câncer de próstata, incentivando os homens à realização do exame.

O câncer de próstata é uma doença que atinge os homens em maior escala quando comparado ao índice em que o câncer de mama atinge as mulheres. Um dos principais fatores, além da falta de informação propriamente dita, ainda é o preconceito com o exame de toque retal, assunto que muitas vezes vira motivo de piadas entre alguns homens.

Com as diversas campanhas educativas realizadas pelos movimentos durante o Novembro Azul e também o esforço da mídia no combate ao câncer de próstata, felizmente estes números estão mudando, e o homem está cada vez mais buscando orientação.

Mesmo assim, ainda estima-se que 1 a cada 6 homens ainda terão câncer de próstata durante sua vida, e 1 a cada 34 ainda morrerá da doença.

Apesar das estatísticas ainda não muito animadoras, sabe-se que 9 a cada 10 casos tem chances de cura, desde que diagnosticada precocemente, o que reforça ainda mais a busca e o incentivo das campanhas em apoio ao combate e prevenção precoce desta doença, assim como é com o câncer de mama para as mulheres.

Orientações sobre o Câncer de Próstata

Listamos algumas dicas e orientações para contribuir com o incentivo aos exames preventivos e combater o câncer de próstata:

1. Quando se deve fazer o exame preventivo?

Inicialmente, recomenda-se que homens entre os 40 e 45 anos procurem o médico urologista, especialista do sistema reprodutor masculino, e façam o exame preventivo, preferencialmente se houver incidência na família, já que isso é aumenta as chances de risco.

Homens que não possuírem registro de antecedentes de câncer de próstata na família, idealmente podem optar em procurar o urologista e realizar o procedimento a partir dos 50 anos de idade.

2. O exame de toque retal é a única forma de diagnosticar o câncer de próstata?

Apesar de ser um dos principais procedimentos para o diagnóstico, não é o único. É possível iniciar através da realização do exame de sangue, conhecido como “PSA”, sigla em inglês para “Prostate Specific Antigen”, que em português significa “Antígeno Prostático Específico”, fazer uma Ultrassonografia da próstata, por fim, a realização do exame de toque retal para concluir.

Cada exame complementa o outro, pois cada um tem seu valor e precisão, e em conjunto oferecem uma chance maior de diagnosticar a doença precocemente.

3. Quais são os sintomas do câncer de próstata?

Os principais sintomas para detectar esta doença são:

  • Desconforto Urinário.
  • Aumento da frequência urinária durante a noite.
  • Jato urinário mais fraco que o comum.
  • Sangramento urinário, quando em fase já avançada da doença.

4. Qual o tratamento para o câncer de próstata?

De acordo o Instituto Nacional do Câncer, órgão do Ministério da Saúde do Brasil, o tratamento para o câncer de próstata é relativo a cada tipo.

  • Para doença localizada, são oferecidas as opções de cirurgia, radioterapia e em determinadas situações a observação vigilante.
  • Para doença localmente avançada, recomenda-se a radioterapia ou cirurgia em combinação com tratamento hormonal.
  • Para doença metastática, ou seja, quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo, o tratamento mais recomendado é a terapia hormonal.

A escolha do tratamento mais adequado deve ser escolhida preferencialmente pelo paciente individualmente, através de uma conversa com seu médico, no qual devem ser discutidos os riscos e benefícios de cada tratamento.


Como surgiu o Novembro Azul

Sua origem se deu na Austrália no ano de 2003, em aproveitamento às comemorações do dia mundial de combate ao câncer de próstata, data comemorada no dia 17 de novembro.

Em muitos países, o Novembro Azul é marcado por inúmeras reuniões entre homens, sempre tratadas com seriedade e ao mesmo tempo muito bom humor, nas quais alguns homens aderem ao cultivo de grandes bigodes, símbolo do movimento, para discutirem sobre assuntos relacionados à saúde masculina, como câncer de próstata, nos testículos, depressão em homens, e bem estar.

O mês de novembro também é marcado pelo Dia Internacional do Homem, realizado em 19 de novembro a cada ano, comemoração que teve início em 1999 em uma iniciativa do Dr. Jerome Teelucksingh em Trinidad e Tobago, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Digitalmed.

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