MERCADO IMOBILIÁRIO

TEMPLATE_290816Cinco dicas de home staging para vender mais rápido seu imóvel

Descubra o que é e como funciona a técnica

Se você tem pressa em vender seu imóvel precisa conhecer a técnica do home staging! Calma, o nome até pode ser difícil, mas é bem fácil de ser desenvolvida.  Aqui, a especialista em home staging Susana Damy, do site Staging Casa, fala um pouco mais sobre o assunto e dá dicas valiosas para vender seu imóvel rapidamente.

De acordo com Susana, o home staging já é muito utilizado lá fora e nada mais é do que um marketing para o seu imóvel, ou seja, a sua casa vira uma vitrine de loja que chama a atenção dos compradores. Isso mesmo, você vai deixar sua casa mais agradável e atraente. Com isso, o tempo de venda é cerca de 50% mais rápido, e a valorização do imóvel pode chegar até 15% do valor real.

Para ajudar a deixar a sua casa com ar de quero no seu comprador, Susana separou 5 dicas para você usar na sala da sua casa. Afinal, é na sala que a gente recebe as pessoas, e a expressão “a primeira impressão que fica” é verdadeira quando se trata de um imóvel à venda. Você sabia que são necessários apenas 30 a 90 segundos para uma pessoa gostar ou não da sua casa?

1 – Organização

Você já se imaginou vivendo em uma casa com a bagunça de uma outra pessoa? Difícil, né? Então trate de sumir com a sua bagunça, mas não vale entulhar no armário do quarto.
Se você tem filhos pequenos, nada de brinquedos espalhados pelo chão quando o fotógrafo for fazer a produção do seu imóvel. E muito menos no dia de visita, você não quer o seu comprador tropeçando em brinquedos com você atrás se desculpando pela bagunça.
Fique atento aos armários, pois o comprador pode querer dar aquela olhadinha para ver o espaço, e não vai ficar nem um pouco feliz em ver uma montanha de bagunça caindo sobre ele.

2 – Despersonalize sua casa

Despersonalizar consiste em retirar fotos e objetos de uso pessoal do alcance dos olhos dos compradores, que conseguem visualizar melhor a sua casa, sem obstáculos como porta-retratos, pôsteres, quadros demais espalhados pela sala e objetos pessoais.
Objetos pessoais, por incrível que pareça, desviam a atenção do comprador em relação ao imóvel. E além do mais, retirar as fotos da sua família protege a sua privacidade e a de todos da sua casa.

3 – Espelho

Espelhos são super bem-vindos para compor o staging em salas de estar. Eles ampliam e iluminam o ambiente quando colocados na posição correta.

4 – Iluminação

É um fator importante. Mesmo que você tenha cortinas pela casa é necessário deixar a janela aberta, para que a iluminação natural entre, mesmo que a vista não seja a mais incrível.
Além da iluminação natural você não pode esquecer da Iluminação artificial que dá um clima acolhedor.
Lâmpadas brancas, conhecidas como frias, são duras ao olhar e transmitem ZERO sensação de conforto. Já as lâmpadas de cor amarela, quentes, dão um ar acolhedor em ambientes, fator importante para imóveis que estão à venda. Colocar abajur em cantos aumenta sensação de espaço. Ah, e durante as visitas acenda as luzes, mesmo durante o dia.

5 – Cheirinho de bolo

Pode parecer bobagem, mas uma dica bacana é deixar aquele “cheirinho de bolo” pela casa.
Cerca de uns 15 minutos antes do comprador chegar, coloque um bolo no forno para que o cheiro entre em todo o imóvel. Assim, quando ele pensar na sua casa, terá a lembrança de um lar e que foi bem acolhido.
Outro ponto é deixar garrafinhas com água e balinhas para o cliente durante a visita.

Fonte: Zap Imóveis.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

 

 

INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_280816“Múltiplas Temporalidades” revela antiga Jundiaí

Mais uma edição da mediação cultural “Múltiplas Temporalidades” aconteceu neste sábado (27), a partir das 8h, com saída de frente da Pinacoteca Diógenes Duarte Paes. O intuito foi levar os participantes a uma reflexão sobre a cidade histórica, passando por pontos como Ponte Torta, Escadão, Pinacoteca, Teatro Polytheama, Praça Ruy Barbosa e Praça Governador Pedro de Toledo (Largo da Matriz).

O estudo é guiado pelo educador e historiador do Museu Histórico e Cultural, Alexandre Oliveira. Todo percurso revela a história da região central de Jundiaí e do início da colonização na região, a partir do espigão central na rua Barão de Jundiaí, antiga rua Direita.

Para participar basta se inscrever pelo telefone (11) 4521–6259. O evento é indicado à população geral, curiosos e estudiosos da área. Os participantes são orientados a utilizarem roupas leves e se equiparem de protetor solar e guarda-chuva.

O Museu concede certificado de participação, que pode ser utilizado como horas complementares em instituições de ensino. Novas edições estão programadas para 24 de setembro, 22 de outubro e 26 de novembro. A participação é gratuita.

Fonte: jundiai.sp.gov.br

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai  #jundiai  #informativojundiaiyarid

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

 

 

 

VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_260816Essa casa tem mais de 300 anos, mas o interior dela vai te deixar com vontade de morar lá.

Sempre que vejo aqueles casarões caindo aos pedaços por aí fico imaginando como seria morar neles. Afinal, haja história naquelas construções. Só que um problema poderia ser o interior velho e não muito aconchegante.

Só que tudo tem jeito, né?

A entrada pequena pode ser um problema para a testa dos mais altos
1

Mas olha a sala como ficou linda depois da reforma. Muito confortável
2

Um jovem casal comprou a casa e transformou totalmente o interior, respeitando a história do lugar, mas melhorando o espaço da melhor forma
3

O quarto do casal tem uma cama em estilo colonial
4

O quarto do bebê é todo organizado e com todo o necessário
5

O banheiro ficou até espaçoso
6

A cozinha ganhou um toque bem moderno
7

E a sala de jantar, apesar de pequena, é aconchegante
8

Por fim, o quintal ganhou um muro alto para garantir a privacidade. E parece um ótimo lugar para reunir a família para um delicioso café da manhã
9

Fonte: Tudo Interessante.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

 

INOVAÇÃO

TEMPLATE_220816Startup reinventa mercado de imóveis com Lego da vida real

Quando você sai da casa dos seus pais, precisa procurar seu primeiro apartamento. Depois, quando se casa e nascem os filhos, arruma um novo imóvel. Esses mesmos filhos buscam suas próprias residências quando crescem, ou você pode se separar do cônjuge e precisar de um novo lar. Resultado: ao longo da vida, diferentes necessidades fazem com que você gaste muito dinheiro na hora de trocar de apartamento.

Não funciona sempre assim, mas é um roteiro bem comum. Por isso, a empresa Molegolar resolveu fazer diferente: e se seu apartamento fosse como um Lego – pudesse ser somado e subtraído diante de mudanças na situação da família?

O criador do negócio, Saulo Suassuna Fernandes Filho, explica que o cliente não se compromete com um grande ou pequeno apartamento logo de cara, e sim pode ir comprando e vendendo “módulos” (espécie de miniapartamentos) de acordo com sua necessidade.

Com um ano de negócio e um investimento inicial de 100 mil reais, a Molegolar possui quinze empreendimentos em negociação; dois já estão em fase de construção. A expectativa é que os primeiros clientes passem a morar nos módulos no final de 2017. Ao todo, mil desses módulos já foram negociados.

História

Fernandes trabalhava na construtora e incorporadora Suassuna Fernandes, empresa de seu pai. Em 2015, fez um curso no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e aprendeu mais sobre como reinventar indústrias tradicionais: a do automóvel, a da música, a de fotografia e a de filmes, por exemplo.

“Se olharmos para a construção civil, chegaremos à mesma conclusão: não faz sentido ter um carro de cinco lugares quando ele só leva duas pessoas, e não faz sentido comprar um CD inteiro quando você só quer uma música”, diz o empreendedor.

Até então, a Molegolar era um braço da Suassuna Fernandes e fazia projetos para a empresa (o primeiro foi fechado em agosto de 2015, e marca o início do negócio). Em 2016, a Molegolar resolveu separar-se da empresa-mãe e ser uma startup independente, inclusive em receita.

A empresa possui a patente dos módulos tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Em 2015 o negócio não faturou, já que era o braço de uma empresa; com a independência, a ideia é cada vez mais aumentar a receita.

O faturamento na Molegolar funciona da seguinte forma: o negócio cobra das incorporadoras, que contratam os projetos da startup, 2% do Valor Geral de Vendas (VGV). O VGV é o que se arrecadaria com a venda de todas as unidades de um empreendimento imobiliário.

Porém, esses 2% só chegam ao negócio quando o prédio é efetivamente lançado, explica Fernandes. “A gente fatura essa porcentagem, mas recebe apenas ao longo do tempo. A receita deve aumentar ao longo do ano, porque o número de contratos tende a aumentar também.”

Como funciona?

Para os módulos da Molegolar funcionarem, é preciso que a planta do edifício já esteja pensada para isso: não é possível um prédio já existente mudar para esse modelo, por exemplo.

Em cada andar, são feitos diversos tipos de planos: é possível ter de dois módulos até 12 deles por pavimento. Cada módulo possui entre 30 m² e 80 m² de área. O metro quadrado dos módulos custa, em média, 7 mil reais.

Dentro de cada andar, é possível fazer diversas combinações de módulo. Por exemplo, você pode começar comprando quatro módulos. Porém, seu filho se casou e saiu de casa.

Se fosse um apartamento comum, você teria de continuar sustentando todos os gastos de um grande imóvel ou então vendê-lo e se mudar para um lugar menor. Já pelo Molegolar, é possível vender, alugar ou emprestar a área ociosa do apartamento (um dos módulos, por exemplo). Ou seja: não há metragem fixa de apartamentos por cada andar.

Quando compra um apartamento da Molegolar, o cliente já recebe um manual com sugestões de planta para cada quantidade de módulos. Porém, caso os outros módulos do andar estejam ocupados, será preciso negociar com o vizinho. Também é possível comprar os módulos acima e abaixo e fazer um dúplex.

Vale lembrar que cada módulo possui sua própria documentação, incluindo IPTU e contas de água e luz, por exemplo. Assim, a complicação é menor na hora de vender uma parte do apartamento.

Inovando em um setor tradicional

As empresas tradicionais de construção civil possuem algumas dificuldades, explica Fernandes. Uma delas é que os negócios de alto padrão só entram na etapa de lançamento quando possuem vários acordos fechados – uma garantia diante de um empreendimento com demanda escassa. Com a desaceleração das compras de imóveis, também aumenta o medo de lançar um complexo habitacional que poderá não vingar.

Com a Molegolar, o problema da demanda escassa é resolvido: se não há procura por um apartamento de 4 milhões de reais, por exemplo, é possível dividi-lo em quatro imóveis que valem 1 milhão de reais cada. “Quem opera pelo modelo molegolar pode atender várias demandas ao mesmo tempo, o que gera mais segurança para quem realiza o empreendimento. Você deixa a demanda agir sobre a oferta, enquanto antigamente se ofertava algo fixo, esperando que a demanda se encaixe.”

Essa possibilidade de variar o tamanho do apartamento dinamiza o setor imobiliário, diz o empreendedor. Na forma tradicional, o cliente que não consegue mais quitar o apartamento deve devolver todo o imóvel, sendo despejado; o banco que fez o financiamento deve realizar um leilão do imóvel, que é vendido por um preço abaixo do de mercado. Ou seja, o banco perde dinheiro.

Com a Molegolar, o dono do apartamento pode pagar apenas o módulo que desejar, assim como o banco só precisa fazer uma execução parcial do imóvel. Essa possibilidade diminui o risco para a instituição financeira e, assim, faz com que as taxas de financiamento sejam menores e ocorram mais acordos.“Pode ser uma forma do mercado se recuperar, já que hoje está sofrendo”, defende Fernandes.

Planos para o futuro

A Molegolar fez seus primeiros projetos em Pernambuco, onde foi criada, e já possui contratos negociados nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Santa Catarina e São Paulo. O foco de 2016 é consolidar-se no mercado brasileiro. A ideia é dobrar o número de contratos já negociados até o fim deste ano.

Outro plano é ampliar o público da startup, hoje composto pelas classes média e média-alta. “Achamos que o negócio pode funcionar na classe mais baixa também. Por isso, temos um projeto em desenvolvimento para o programa Minha Casa, Minha Vida aqui em Recife.”

Já em 2017, a ideia é conquistar o mercado internacional: um objetivo que está em vista desde a criação da patente nos Estados Unidos, o primeiro alvo da startup.

Além das estratégias de expansão, a Molegolar também está desenvolvendo um aplicativo para facilitar a interação entre cliente e corretor e simplificar a produção de projetos de plantas com os módulos.

“Estamos negociando a entrada de um sócio de uma empresa de internet, o que irá facilitar o desenvolvimento do app e a expansão da Molegolar para outros países, já que ele possui experiências no Vale do Silício”, resume Fernandes.

Fonte: Exame.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_210816Maquetes do Complexo Viário Jundiaí vão percorrer a cidade em exposições

As duas maquetes do Complexo Viário Jundiaí, que compreendem as alças de acesso da rodovia Anhanguera e a região do Viaduto das Valkírias, vão percorrer a cidade em exposições abertas ao público. O primeiro local a receber as maquetes é o Maxi Shopping, desde a última sexta (12), se estendendo até 18 de agosto, na Praça das Carpas (piso térreo).

Na sequência, seguem para o Centro, de 1º a 5 de setembro, e Jundiaí Shopping, de 16 a 22 de setembro. A iniciativa da Secretaria Municipal de Comunicação Social em parceria com a concessionária CCR AutoBAn tem como proposta levar informações à população sobre a maior obra de mobilidade urbana dos últimos 20 anos na cidade.

A exposição apresenta duas maquetes em escala 1:750 com as intervenções no período de obra. Com base medindo aproximadamente 0,90 x 2.20m, a primeira maquete simula a obra no KM 55 a 57,5 da Via Anhanguera, próximo à rodoviária; enquanto a segunda, medindo 0,90 x 1,70m, traz o trecho entre a avenida Jundiaí e Córrego das Valkírias.

Segundo o secretário de Comunicação Social, André Barros Leite, a intenção da exposição é prestar um serviço à população. “A ideia é, a partir das maquetes, levar informações e esclarecimentos à população sobre os impactos que a obra vai gerar no período de execução e sua importância para a cidade.”

O gestor de Engenharia da CCR AutoBAn, Guilherme Baldassari, explica que as maquetes foram criadas com o objetivo de facilitar o entendimento do cidadão em relação às obras do Complexo Viário de Jundiaí, executadas pela concessionária na Via Anhanguera. “A exposição pública permite que a população possa conhecer com mais detalhes o projeto em execução, que, depois de concluído, vai melhorar o conforto e a fluidez da Via Anhanguera em Jundiaí.”

A obra – Com investimento em torno de R$ 200 milhões, o Complexo Viário de Jundiaí já está sendo construído por meio de parceria entre a Prefeitura de Jundiaí, da concessionária AutoBAn e Governo do Estado de São Paulo, dentro do Programa de Concessões Rodoviárias.

O projeto compreende a implantação de dois novos viadutos na região em frente à rodoviária, na avenida Nove de Julho, além de um conjunto de alças que vai auxiliar os motoristas na entrada e saída da rodovia Anhanguera, no sentido capital e interior; e o terceiro viaduto a partir da avenida Osmundo dos Santos Pellegrini, desembocando nas marginas do Córrego das Valkírias. Com previsão de término em 2018, a obra vai beneficiar ao menos 420 mil pessoas todos os dias.

Fonte: Jundiaí Notícias.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai  #jundiai  #informativojundiaiyarid

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_190816A vida dentro de uma caverna com escola e campo de basquete na China

A aldeia Zhongdong na província de Guizhou, na China, está metida dentro de uma cova natural. A 1.800 metros sobre o nível do mar, só se pode chegar a esta caverna depois de caminhar uma hora. Com cerca de 100 habitantes, tem um campo de basquete e até uma escola, que o governo chinês mandou fechar em 2011.

Para melhorar o nível de vida dos locais, os mais velhos tentaram pressionar o governo para construir uma estrada, que permita acessar a caverna de carro. Com sinal de televisão, apenas de vez em quando, é uma terra que na maior parte do tempo continua desconectada do mundo exterior.

miao-room-cave-village-china-2
miao-room-cave-village-china-3

miao-room-cave-village-china-6

miao-room-cave-village-china-7

miao-room-cave-village-china-8

#yaridimoveis   #imobiliariaemjundiai

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

DICA

TEMPLATE_1508165 plantas para ficar no seu quarto e ajudar você a dormir melhor

Muita gente tem a ideia equivocada que dormir com plantas no quarto faz mal.

Mas como diz o botânico Gilberto Kerbauy, da Universidade de São Paulo, se isso fosse verdade, “não haveria um índio vivo na Floresta Amazônica”.
É claro que existem plantas mais apropriadas para ficar no quarto.
Essas plantas purificam o ar e aumentam os níveis de oxigênio.
E farão você dormir e respirar melhor.

Aqui estão cinco delas:


Lavanda

Esta planta alivia a ansiedade e ajuda os insones.
Inalar o perfume de lavanda proporciona um efeito calmante e sedativo.

Babosa (aloe vera)

Especialistas acreditam que ela tem um forte poder desintoxicante e anti-inflamatório.
Além disso, a babosa é uma planta especial para ter em sua casa, uma vez que elimina substâncias químicas contidas em produtos de limpeza.
E também purifica o ar.
Aqui um dado relevante: quando exposta em área altamente poluída, a babosa desenvolve manchas marrons e sinais de que algo está errado em termos de qualidade do ar.

Jasmim

Ele é capaz de dar uma boa noite de sono de uma forma completamente natural.
O melhor sobre o jasmim é que, além de melhorar a qualidade do sono, reduz a ansiedade.
Você nunca mais vai acordar irritado novamente.

Espada-de-são-jorge

Ela purifica o ar e aumenta os níveis de oxigênio.

E é provavelmente a melhor planta para ficar no seu quarto.

A espada-de-são-jorge absorve o dióxido de carbono e emite oxigênio durante a noite.

Se você precisa melhorar a qualidade do seu sono e respirar facilmente, esta planta é ideal para você.


Hera

Os cientistas dizem que esta planta é excelente para a purificação do ar.

Ela absorve perigosíssimas toxinas, como o benzeno e o formaldeído.

É certamente uma das melhores plantas para você manter em seu quarto.

 

Fonte: O Segredo.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_140816Jundiaí é destaque no ranking das cidades mais “limpas”.

O ranking nacional do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU) traz Jundiaí na 27ª colocação entre os municípios acima de 250 mil habitantes. Com índice de 0,689, Jundiaí está a frente de cidades paulistas de grande porte, como São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e São José dos Campos.

O estudo feito pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur) e PwC analisa os serviços de limpeza urbana dos municípios brasileiros, além de avaliar os desafios e o cumprimento das propostas definidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Foram mapeados 1.721 municípios brasileiros, a partir de dados coletados na base de 2014 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e com base nos critérios da PNRS, foram mapeados.

 

Para chegar aos resultados, foram avaliados quatro aspectos: Engajamento do Município (população atendida x população total); Sustentabilidade Financeira (despesas com a limpeza urbana x despesas totais); Recuperação dos Recursos Coletados (material reciclável recuperado x total coletado); e, por fim, Impacto Ambiental (quantidade destinada incorretamente x população atendida). Esses critérios foram escolhidos por meio de interações estatísticas, com a mesma metodologia de cálculo utilizada pela ONU para o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

 

Para o secretário municipal de Serviços Públicos, Lucas Rodrigues, o resultado reflete os investimentos no tratamento de resíduos sólidos. “O fato de Jundiaí figurar no ranking das maiores das cidades com melhor ISLU marca o reconhecimento do trabalho dos últimos anos”, afirma.

 

Entre os investimentos, o secretário aponta o tratamento do material da construção civil, o monitoramento de caçambas, o rastreamento de resíduos hospitalares, a implantação dos ecopontos e dos Pontos de Entrega Voluntária de Entulho (PEV), a coleta seletiva, a parceria com a Alemanha para estudos, capacitação e implementação de tecnologias para o tratamento dos resíduos, a revitalização de praças e espaços públicos antes utilizados como depósito de entulhos. Jundiaí também conta com um curso de pós-graduação em Gestão de Resíduos Sólidos que já formou sua primeira turma.

 

Lucas também destaca a aprovação da lei 8.574/2015 que trata da Política Municipal de Resíduos Sólidos. “A aprovação da lei municipal é um legado para as futuras gestões para que a gestão dos resíduos sólidos seja levada a sério. Essa questão é um dos maiores desafios dos gestores públicos, pois não há mais local para depositar lixo e vai ser preciso investir em tecnologias para tratar os resíduos. Neste sentido, Jundiaí está no caminho certo”, assinala.

Fonte: Jundiai Online.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai  #jundiai  b#informativojundiaiyarid

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_120816Como surgiram os Jogos Olímpicos

A história das Olimpíadas remonta à Antiguidade, apesar de tais jogos terem se popularizado mesmo na Idade Contemporânea.

As Olimpíadas, ou JogosOlímpicos, constituem nos dias de hoje um dos eventos mais populares e prestigiados em todo o mundo. Essa popularidade e esse prestígio devem-se à grande conexão que as Olimpíadas têm com a massa de espectadores que acompanham as competições tanto presencialmente nos estádios e arenas quanto pela televisão. Entretanto, a história dos Jogos Olímpicos é um tanto complexa. A imagem que deles temos hoje em dia foi construída a partir do fim do século XIX, mas suas origens remontam à Grécia Antiga.

Origem das Olimpíadas

As Olimpíadas originaram-se por volta do século VIII a.C., no contexto da antiga Hélade, isto é, o conjunto das cidades-estado da Grécia Clássica. A realização dos jogos ocorria na cidade de Olímpia – por isso o nome “Olimpíadas” –, para onde os cidadãos das outras cidades peregrinavam a fim de participarem das competições. O primeiro atleta a vencer uma prova em Olímpia teria sido Corobeu, em 776 a.C. – a prova era de corrida.

Dentro da tradição mitológica, os jogos de Olímpia foram criados pelo herói Hércules, filho do deus Zeus com uma mortal. Hércules foi obrigado pela deusa Hera a realizar doze trabalhos considerados impossíveis. O quinto desses trabalhos consistia em limpar os currais do rei Áugias, que continha milhares de animais e não era limpo há mais de 30 anos. Após conseguir realizar o feito, Hércules decidiu inaugurar um festival esportivo em Olímpia, em homenagem a seu pai, Zeus.

Essa explicação mitológica organizava o entendimento que se tinha sobre o esporte olímpico à época. Sempre que os jogos eram abertos, havia todo um rito de sacrifício de animais a Zeus e cada competição tinha em dada medida alguma relação com o culto a essa divindade.

Modalidades esportivas antigas

Entre os esportes praticados nas antigas olimpíadas, estavam as corridas, chamadas de drómos, e suas modalidades. Em algumas delas, o atleta devia correr por cerca de 190 metros vestido com a armadura e as armas de um hoplita (soldado da linha de frente dos combates). Em termos de corridas, havia também as bigas e quadrigas. As primeiras eram carros de combate tracionados por dois cavalos; as segundas, por quatro cavalos. Havia ainda o péntatlhon(semelhante ao pentatlo atual), que reunia cinco esportes: 1) salto, 2) lançamento de disco,3) lançamento de dardo, 4) corrida e 5) luta.

É interessante destacar que as modalidades de lutas também eram bastante peculiares. Havia, por exemplo, a palé, que era algo próximo da atual luta greco-romana, isto é, sem socos e pontapés. Além da palé, o pýgme, comparado ao pugilato (boxe) contemporâneo, mas mais agressivo. Destaca-se ainda o mais devastador de todos, o pancrácio, que consistia em uma espécie de “vale-tudo”, que incluía cotoveladas, joelhadas, torções, cabeçadas etc.

Restauração dos Jogos Olímpicos na modernidade

Após o fim da Hélade, no mundo antigo, as Olimpíadas caíram no esquecimento durante séculos. Outros esportes foram se desenvolvendo no interior de cada civilização, mas não havia algo que tivesse a envergadura da celebração dos jogos de Olímpia. A restauração das práticas esportivas em um festival como as antigas Olimpíadas só foi feito na década de 1890 por um aristocrata e pedagogo suíço chamado Pierre de Frédy, mais conhecido como Barão de Coubertin.

O Barão de Coubertin acreditava que a prática do esporte devia ser estimulada na sociedade contemporânea, sobretudo entre os jovens. Além disso, era interessante que houvesse uma organização internacional de jogos esportivos que ajudasse a promover a “paz entre as nações”, já que aquele contexto (de transição do século XX para o século XXI) estava carregado de rivalidades entre as potências imperialistas.

Como bem ressalta a pesquisadora Kátia Rubio: “O projeto de restauração dos Jogos Olímpicos como na Grécia Helênica foi apresentado em 25 de novembro de 1892 quando da ocasião do 5º aniversário da União das Sociedades Francesa de Esportes Atléticos, que teve como paraninfo o Barão de Coubertin. Naquela ocasião ele manifestaria seu desejo e intenções com relação aos Jogos: ‘É preciso internacionalizador o esporte. É necessário organizar novos Jogos Olímpicos”.

Dois anos depois, continua Katia Rubio: “[…] na Sorbonne, em Paris, diante de uma plateia que reunia aproximadamente duas mil pessoas, das quais 79 representavam sociedades esportivas e universitárias de 13 nações, teve início o congresso esportivo-cultural, no qual Coubertin apresentou a proposta de recriação dos Jogos Olímpicos.”[2]

O projeto de Coubertin previa também o resgate dos símbolos das Olimpíadas antigas, como o acendimento da chama olímpica etc. Para que tudo fosse feito da melhor forma, a realização da primeira edição deveria ser na Grécia. Com a ajuda de Demetrius Vikelas, Coubertin e os demais membros do comitê geral conseguiram organizar os primeiros Jogos Olímpicos modernos no verão de 1896, na cidade de Atenas, capital da Grécia.

Fonte: Mundo Educação.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br

MERCADO IMOBILIÁRIO

TEMPLATE_080816Conheça os direitos de quem sofre ação de despejo

Saiba o que pode ser feito quando ocorre uma ação para retomada do imóvel

A nova lei do inquilinato completa três anos em vigor e foi responsável por facilitar ações de despejo contra locatários inadimplentes. O proprietário do imóvel passou a ter ferramentas judiciais que tornam a medida de desocupação do imóvel menos burocrática e mais célere. Por outro lado, quem sofre a ação de despejo precisa ficar atento aos seus direitos, que não são muito amplos.

Para evitar que ocorra o despejo, o inquilino precisa fazer a chamada “purga da mora”, ou seja, quitar os débitos junto com juros, multa, correção, honorários advocatícios, custas judiciais e condomínio, se for o caso, e assim a ação será extinta. A grande diferença surgida com a nova legislação é que o devedor não terá esse direito durante 24 meses e portanto terá que se manter com os pagamentos em dia para não sofrer o despejo imediato.

Pedindo o imóvel

“A Lei 8245, que trata de locações, prevê uma série de motivos para o despejo porque qualquer ação em que o proprietário vai pedir a retomada do imóvel de volta para ele, inclusive para uso próprio, vai ser chamada de ação de despejo. Inclusive aquelas em que se extingue a fiança e fica sem garantias, o proprietário pode pedir o imóvel também na ação de despejo, mas a situação mais comum é a falta de pagamento dos alugueis, de um seguro ou de condomínio etc. “Nessas situações o locador vai pedir o imóvel, a sua devolução”, explicou o advogado Rodrigo Ferreira.

Depositando o valor do débito

De acordo com o especialista, o inquilino inadimplente precisa providenciar rapidamente a viabilidade do pagamento, pois os procedimentos para o pedido de despejo ficaram mais simples: “Nas locações em que não tiver sido fixada garantia, hoje o juiz pode, mediante caução de três vezes o valor do aluguel, determinar liminarmente a devolução do imóvel em 15 dias. Ele entra com a ação de despejo, faz o depósito para caucionar três vezes o valor do aluguel e o juiz defere a expedição de mandado de despejo para desocupação em quinze dias. O locatário, inclusive, deve purgar a mora, que significa depositar o valor do débito e voltar o contrato à sua normalidade. No caso de existir garantia, de não ser a hipótese de concessão de liminar, o prazo é de 30 dias depois da sentença de procedência da ação de despejo, mas aí pode até ser reduzido esse prazo de acordo com a lei”.

Quinze dias para pagar

Assim que o inquilino é citado em uma ação de despejo, ele agora tem 15 dias para pagar a dívida em juízo ou o processo prosseguirá. Pela legislação anterior, o devedor podia pedir mais um prazo para quitar o débito. Nos contratos que não incluem garantia locatícia (fiador, seguro-fiança ou depósito caução), o locatário já é obrigado a sair do imóvel se não pagar nos 15 dias.
Outra figura importante nos contratos de inquilinato imobiliário é a do fiador, pessoa que responde pelo débito quando o locatário não realiza os pagamentos. A ação na Justiça pode fazer com que o fiador tenha seus bens capturados como garantia.

Fonte: Net Diário.

#yaridimoveis  #imobiliariaemjundiai

……………………………………………………..
Yarid Consultoria Imobiliária
Imobiliária em Jundiaí – SP
Realizar seus sonhos é a nossa meta.
www.yaridimoveis.com.br