VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_080716Os 10 templos mais antigos do mundo

Das montanhas da Turquia ao deserto do Egito: listamos aqui algumas das construções mais velhas que ainda existem no planeta. Conheça e viaje no passado da humanidade:

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Templo de Luxor, Egito
Construído em 1.400 a.C., era dedicado aos deuses Amon, Mut e Khonsu, com grandes estátuas dos três. Por volta do século 2 foi ocupado por romanos e abandonado gradualmente. Foi coberto pelas areias do deserto, até que, em 1881, foi redescoberto por arqueólogos.

Stonehage
Stonehenge, Inglaterra
As misteriosas pedras dispostas em círculo levantam discussões de pesquisadores até hoje. A civilização que a construiu não deixou registros escritos e é impossível saber qual era seu uso, embora muitos especialistas suponham que fosse um centro religioso. As pedras gigantes podem ter vindo de uma pedreira a cerca de 40 quilômetros de distância. A primeira data de 2.500 a.C. e a mais nova, de 1.600 a.C.

Gobekli
Göbekli Tepe, Turquia
Conhecido como o Primeiro Templo ou o Mais Antigo Templo, é um santuário construído no ponto mais alto dos montes Tauro. Foi erguido 10 mil anos a.C., antes mesmo do sedentarismo. As escavações iniciadas em 1994 revolucionaram o conhecimento sobre o período neolítico e as teorias sobre o início das civilizações. Acredita-se que o uso era religioso, porque os dois pilares de todas as estruturas encontradas estão virados para o oeste. Nas culturas do crescente fértil, isso representava o renascer.

Ggantija
Ggantija, Malta
Nomeado de “Torre dos Gigantes”, é um complexo de templos da ilha mediterrânea de Gozo. As estruturas estão entre as mais antigas do mundo, com 5.500 anos de idade. É considerado Patrimônio Mundial da Unesco. Lá eram praticados cultos da fertilidade e acreditava-se na lenda de que os templos haviam sido construídos por gigantes.

Hipogeu
Hipogeu de Malta

É o único templo pré-histórico subterrâneo do mundo. Os espaços foram cavados na rocha inicialmente como um santuário e, mais tarde, também como cemitério. A parte mais antiga data de 3.600 a.C. A sala mais profunda fica 10,6 metros abaixo do solo. Hoje, só é permitida a entrada de um número limitado de visitantes e a fila de espera para o ingresso pode levar entre duas e três semanas.

Mnajdra
Hagar Qim e Mnajdra, Malta

Também em Malta, ficam estes dois templos construídos entre 3.600 e 3.200 a.C. O primeiro é constituído por um prédio principal e três menores. Já Mnajdra é composto por três estruturas não conectadas. Diferente da maior parte dos outros templos, eles não eram usados como túmulos, já que nenhum resquício humano foi encontrado.

Cnossos
Cnossos, Grécia

É o maior sítio arqueológico da Idade do Bronze na ilha de Creta. O palácio da Civilização Minoica foi construído entre 1.700 e 1.400 a.C. e passou por diversas reformas ao longo dos anos até que fosse totalmente destruído por um incêndio. Até hoje não há consenso sobre a função do palácio: se era um prédio administrativo, religioso ou os dois. No entanto, os afrescos nas paredes de lá mostram uma sociedade que vivia com luxo.

Hatshepsut
Templo de Hatshepsut, Egito

A esposa real, regente e faraó do Antigo Egito viveu no começo do século 15 a.C. Sua tumba foi projetada pelo arquiteto real Senemut, com colunas. Depois, o local se transformou em santuário para o deus Amon. A estrutura é composta por três pavimentos e atinge 30 metros de altura. No passado, era cercado por jardins.

Amada
Templo de Amada, Egito

É o mais antigo da Nubia e foi construído pelo faraó Tutmés III, no século 15 a.C., em homenagem ao deus Amon, o principal da mitologia egípcia. Apesar do exterior ser pequeno e desgastado pelo tempo, a parte interna tem pinturas em relevo com cores vibrantes, importantes em pesquisas atuais.

Seti
Templo de Seti I, Egito

É a tumba do faraó Seti I, construída por seu filho Ramesses II depois de sua morte, em 1279 a.C. Ramesses I, pai de Seti I, também está lá, pois governou menos de dois anos e não teve tempo de construir seu próprio santuário. Lá foram encontrados alguns dos desenhos em relevo mais refinados do antigo Egito. Também foi escrito nas paredes uma lista cronológica com todas as dinastias de faraós que governaram o Egito, de Menés a Ramesses II.

Fonte: Revista Casa e Jardim.

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DICA

TEMPLATE_040716Casa organizada mesmo com crianças

Quem tem criança em casa sabe, é quase impossível manter a casa organizada e sem brinquedos espalhados pelos cômodos. Por isso conversamos com a consultora Heloisa Sundfeld, da Help Personal Assistant, especialista em organização, e pegamos algumas dicas para deixar tudo arrumado sem privar a criançada das brincadeiras pela casa toda.

Heloisa conta que a regra básica é que cada coisa tenha seu lugar adequado e tudo que é usado deve ser recolocado no devido lugar. Dessa maneira, não haverá desorganização.

De acordo com a consultora, ter um quarto de brinquedo ou local apropriado facilita muito. Mas quando não é possível, as crianças acabam tendo que brincar na sala. Nesse caso, o melhor é criar um horário em que elas têm de recolher todos os brinquedos e guardar. “Tenha um baú ou mesmo uma caixa de plástico onde elas deverão colocar os brinquedos depois de brincarem”.

Quando as brincadeiras podem sujar como no caso de pintura ou massinha, a lavanderia é um bom lugar, pois é um local que pode ser limpo com facilidade. Crie a regra para que pintura e massinha só possam ser manuseadas na lavanderia. Senão a dor de cabeça é certa!

A organização na vida dos pequenos não vale só para a hora de brincar. A profissional explica que as lições sobre esse assunto devem começar desde cedo e serem incluídas no dia a dia.

A organização na vida dos pequenos não vale só para a hora de brincar, a profissional explica que as lições sobre esse assunto devem começar desde cedo e serem incluídas no dia a dia.

“Comece mostrando para a criança que quando ela tira o pijama, ele deverá ser dobrado e colocado no lugar escolhido para esse fim. No começo ela não só não saberá dobrar direito, como também, não vai gostar. Nunca diga que ela não dobrou direito, incentive dizendo ‘que bom, você fez direitinho’, e vá corrigindo aos poucos. Se ela não fizer, você também não deve arrumar. Chame seu filho e diga que ele esqueceu de guardar o pijama. Aos poucos, vá aumentando a quantidade de responsabilidades. Você pode criar a regra que, a cada aniversário, a criança ganha uma obrigação. Desse modo, quando ele for adulto, ele será uma pessoa organizada”. A regra básica é não fazer por eles e sim que eles cumpram suas obrigações, incentivar com elogios e nunca fazer comentários negativos.

Quarto

Na hora de arrumar o quarto dos seus filhos, a dica é que o local não tenha muitas coisas, quanto menos objetos, mais chance dele permanecer organizado. “Se possível, tenha prateleiras na altura que seu filho possa pegar os brinquedos ou jogos, sem precisar pedir para alguém ou muito menos subir em alguma coisa para pegar”.

Os brinquedos devem ficar em um baú ou caixa. Isso evita que fiquem espalhados pelo quarto. Outra coisa bacana é pendurar um cabide na parede em altura adequada a seu filho. “É muito útil, pois ele poderá pendurar a mochila e outros objetos evitando, dessa maneira, deixar coisas espalhadas pelo quarto”.

Fonte: Vila Mulher.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_030716Empresa sueca chega a Jundiaí com R$ 200 milhões e 130 empregos.

A semana passada foi marcada pelo início das atividades de mais uma multinacional em Jundiaí. Nos últimos dias, foi a quarta empresa de peso internacional a aportar ou anunciar investimentos na cidade – sem contar a prospecção do grupo francês Carrefour em ampliar as operações no município.

A marca da vez foi a sueca AAK, gigante na fabricação de óleos e gorduras vegetais no abastecimento do mercado alimentício. Trata-se da líder mundial junto ao segmento de chocolates, por exemplo. Após 14 meses de construção e mais de R$ 200 milhões em investimentos, o novo parque fabril pôde ser conhecido pelas autoridades presentes, como o prefeito Pedro Bigardi, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Marcelo Cereser, e o diretor de fomento à Indústria, Gilson Pichioli.

Durante a construção das novas instalações, uma área de quase 40 mil m² no Fazenda Grande, 800 vagas de emprego direto e indiretos foram geradas pela construção civil. Em atividade, espera-se a fabricação, em solo jundiaiense, de 120 mil toneladas de óleo por ano e absorção de mais 130 colaboradores, com parceria entre os suecos e o Posto de Atendimento ao Trabalhador de Jundiaí (PAT), que vai anunciar as vagas em seu tempo.

“É mais uma empresa de porte em nossa cidade, em um centro geográfico estratégico dentro da região mais rica do País”, enfatizou Bigardi, lembrando do retorno do transporte ferroviário de cargas na cidade, numa linha direta com o Porto de Santos.

Fonte: Jundiaí Notícias.

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TEMPLATE_010716Morador de Joinville constrói, em 20 anos, seu castelo

Leonardo Coradelli, 66, é massoterapeuta. Ganha “mil e pouco por mês”.  Mas, mesmo com pouco dinheiro e muita paciência, ele construiu um castelo em Joinville, no norte de Santa Catarina.  A construção, que demorou cerca de 20 anos para ser concluída, virou ponto turístico.

O castelo foi erguido no alto de um morro, na rua Petrópolis 142, no bairro Itaum.  A edificação é toda branca com janelas e vitrais verdes. Há mais de 700 metros de área construída, quatro andares, 48 torres, 31 arcos, 21 cômodos e uma piscina com chafariz dentro.

Apesar da majestosa casa, Leonardo mora sozinho num bairro humilde. Sua esposa faleceu há anos. Ele é visitado pelos filhos, familiares e pela namorada.

Há 20 anos, sua rotina é a mesma. Quando não está trabalhando como massoterapeuta, está trabalhando no castelo. “Minha vida toda foi dedicada a esse projeto. Dia e noite, sábados e domingos e, às vezes, os vizinhos faziam mutirões para me ajudarem”, contou.

Apesar da beleza arquitetônica, os materiais utilizados são simples. “Saibro, areia, cimento, tijolo e tinta branca”.  Leonardo estima que tenha gastado R$ 300 mil.

O desenho do castelo foi criado pelo próprio Leonardo, que tinha como única experiência os castelinhos que construía na areia da praia. “Eu ia imaginado e mostrando as ideias para um amigo que é engenheiro, para ele avaliar se não tinha risco de queda”, disse.

O castelo não é inspirado em nenhuma obra existente. Na verdade, Leonardo, contou que nunca viu um castelo, por isso, resolveu criar o seu. Era um sonho de infância.

“Quando eu era pequeno ficava pensando em como era a vida de um rei. Gostava de imaginar castelos. Então, resolvi começar sem saber se daria certo”, explicou.

Leonardo teve uma infância pobre, ao lado dos treze irmãos. Seus pais trabalhavam nas roças do oeste catarinense. Na escola, eles frequentaram apenas os primeiros anos.

Quando a vida melhorou um pouco ele conseguiu erguer uma casinha de madeira em Joinville. Até que o sonho o despertou. Ao redor da casinha começou a crescer uma fortaleza. Internamente o castelo é decorado como qualquer residência da classe média baixa. Móveis sem luxo, calendário de papel na parede.

O contraste está também do lado de fora, nas pequenas casas da vizinhança. Algumas inacabadas, com cor de cimento, outras tingidas pelo barro.

Leonardo é chamado de rei pelos irmãos e sobrinhos. Mas, aparentemente não ostenta nenhuma realeza. É simples na fala, nas roupas. Ele se satisfaz pelo esforço das últimas décadas quando recebe visitantes, principalmente, escolas.

“Gosto muito de ver aqueles ônibus cheios de crianças”, comentou.

Mesmo ciente que sua residência é uma atração, ele não cobra nenhuma taxa dos curiosos. Muitas produtoras de festas o procuram na tentativa frustrada de realizarem festas de casamento ou debutantes  dos seus clientes no castelo, mas Leonardo recusa.

“Fiz o castelo para ouvir meu coração, não pensei em ganhar dinheiro”, conclui.
Fonte: UOL.

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