DICA

TEMPLATE_270616Dicas para cuidar da casa no inverno

A estação mais charmosa do ano chegou. E com ela vêm as tão desagradáveis alergias: rinite, sinusite, faringite…Nossa, é “ite” que não acaba mais!

Hora de tirar os casacos e cobertores mais pesados do armário, provavelmente cheios de pó. A baixa umidade do ar também aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Para minimizar os danos, siga algumas dicas para cuidar da casa no inverno:

Abra as janelas

Apesar da grande vontade de ficar trancado dentro de casa, o ideal é manter as janelas abertas durante o dia, para ventilar dentro de casa e evitar a proliferação de fungos. Feche-as antes do pôr-do-sol para manter a casa aquecida.

Ventile os armários

O mesmo vale para os guarda-roupas, deixe-os com as portas abertas ao menos 15 minutos por dia, faça um pequeno arranjo com uma pedrinha de cânfora, giz de lousa ou carvão vegetal em um saquinho de tule e coloque dentro dos armários para evitar mofo e mau cheiro nas roupas.

Evite levantar poeira

Isso pode ser feito no carnaval, atrás do trio, mas em casa é melhor não. Passe panos ligeiramente úmidos ao limpar os móveis, troque a varreção da casa e o aspirador de pó pelos panos molhados na limpeza do chão, para evitar que o pó suba e se espalhe pela casa toda.

Umedecedores de ar

A baixa umidade do ar, comum nessa época, pode ser agravada com o uso de aquecedores elétricos. Então, toalhas molhadas ou bacias com água no quarto podem amenizar o problema. Coloque-os em local alto para evitar incidentes como acordar sonolento e molhar os pés na água fria.

Resgatando os agasalhos

Blusas, toucas, luvas e outros acessórios de inverno que ficaram escondidos durante o verão devem ser lavados e secos ao sol antes de serem usados para expulsar toda a poeira acumulada. Lembre-se de passar adiante aqueles que você não usará mais, seja trocando em desapegos ou doando a quem precisa.

Cobertores e edredons

Você pode lavá-los em casa, se sua máquina suportar, ou mandar para a lavanderia.

Lavanderia: retire-os da embalagem assim que chegar em casa, como eles são embalados ainda quentes podem deixá-los com mau cheiro (e a culpa não será da lavanderia).

Em casa: deixe o cobertor de molho antes de lavá-lo na máquina. Procure secá-los ao sol. Se você mora em apartamento, o processo pode demorar cerca de três dias. Verifique se o cobertor secou por completo antes de guardá-lo.

Quando o calor voltar

Guarde as roupas de inverno, cobertores e edredons em embalagens adequadas, como sacos de tnt, que permitem a ventilação ou sacos plásticos à vácuo.

Fonte: Lar e Decoração.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_260616Inverno é a estação do vinho familiar nas 16 vinícolas familiares de Jundiaí

Uma das tradições vitivinícolas mais fortes da cidade de Jundiaí, a 45 km de São Paulo, é a diversidade de suas vinícolas familiares. Com história centenária, mostram grande variedade de vinhos e também de derivados como sucos, espumantes e outros.

As estatísticas turísticas da Prefeitura mostram que a maioria dos 450 mil visitantes da cidade (base de 2014) faz o chamado turismo de um dia, com forte preferência pelo rural, especialmente durante o inverno.

Conhecida nacionalmente como Terra da Uva por ser o berço da variedade de uva Niagara Rosada em 1933, a cidade voltou ao pioneirismo em 2016 com a entrada em funcionamento do primeiro envasador móvel do País, instalado em caminhão que percorre parte dos sítios de produção de vinho.

São 16 vinícolas familiares: Adega Bella Vista, Adega Beraldo di Cale, Adega Brunholi, Adega Castanho, Adega do Português, Adega Fontebasso, Adega Juca Galvão, Adega Leoni, Adega Marquesin, Adega Martins, Adega Maziero, Adega Mingotti, Adega Negrini, Adega Santa Cecília, Adega Sibinel e Adega Vendramin.

De acordo com a secretária de Agricultura, Abastecimento e Turismo, Valéria Silveira de Oliveira, o setor vinícola mostra equilíbrio entre tradições e inovações. “A nova geração deles tem muitos pós-graduados ao lado de veteranos experientes”, afirma.

O ambiente rural e histórico do circuito vinícola é destacado também pela diretora setorial Marcela Moro como um fator especial para os visitantes. “Alguns antigos sítios que produziam vinho desde o tempo dos seus bisavós adotaram recentemente também os cuidados como vinícolas, ampliando essa rede com qualidade”, observa

Com tradições como o cuidado de evitar palavras negativas perto dos tonéis, porque “o vinho é sagrado”, essa rede de propriedades familiares tem raízes ainda mais profundas com o registro de videiras na cidade desde o século 17. Esse aspecto, estimulado pelo clima da região, foi depois fortalecido com a imigração italiana no século 19.

Além dos vinhos branco, tinto ou rosado produzidos com diversas variedades de uvas nas versões seco, suave e doce, essa rede apresenta também licores e alimentos artesanais.

Entre as novidades destacadas pelo presidente da Cooperativa Agrícola dos Produtores de Vinho de Jundiaí (AVA), Amarildo Martins, estão os espumantes de uva Niagara Rosada. E a crescente qualidade do setor deve ser consolidada pelos laboratórios do primeiro curso técnico de enologia e vinicultura do Estado de São Paulo, em implantação na Escola Técnica Estadual Benedito Storani.

O espaço das adegas também é atração anual de verão na Festa da Uva de Jundiaí, que passou de 32 mil visitantes em 2012 para 170 mil visitantes em 2016, após a retomada do seu formato comunitário, com homenagens a práticas ancestrais, como a pisa da uva. No inverno, o circuito vitivinícola é uma oportunidade de contato direto com essa história.

Fonte: jundiai.sp.gov.br

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VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_240616Ar condicionado solar não consome eletricidade.

Morar em um país como o Brasil, onde cada região possui um clima diferente, pode ser bom para uns e ruim para outros.

Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sobre chaminés solares, no entanto, pode ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes.

Chaminé solar

A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.

“A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair”, explica Roriz.

Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente. “Na chaminé solar, em vez de água passa o ar”, disse.

Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.

“Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento”, comentou Roriz.

Modernos, quentes e com alto consumo de energia

Por uma conjugação de diversos fatores, as cidades se tornam cada vez menos confortáveis, provocando as chamadas ilhas urbanas de calor.

“Além dos obstáculos à ventilação natural, as áreas com pavimentação impermeável crescem, invadindo os espaços onde havia parques, bosques e jardins, cuja vegetação contribuiria significativamente para amenizar o clima”, disse o pesquisador.

De modo geral, os edifícios também não são projetados e construídos de modo a favorecer os processos naturais de promoção do conforto térmico. O uso indiscriminado do vidro, sem o devido sombreamento, transforma a edificação em um verdadeiro coletor solar.

“Tentando se proteger, o usuário fecha cortinas, interrompendo a ventilação natural e escurecendo o ambiente. Então, acende lâmpadas, que também geram calor, assim como os outros equipamentos elétricos que usamos em nossos escritórios e residências. Desse círculo vicioso resultam desconforto e desperdício de energia”, disse Roriz.

Arquitetura bioclimática

Segundo ele, existem diversas técnicas e estratégias, denominadas bioclimáticas, que poderiam contribuir para elevar a qualidade dos edifícios, mas que ainda são pouco conhecidas e aplicadas no Brasil.

A chaminé solar é uma das técnicas da arquitetura bioclimática, assim como as coberturas “verdes” (uso de vegetação sobre as coberturas das edificações), a refrigeração evaporativa (sistema natural de resfriamento baseado na evaporação da água) e a inércia térmica do solo e dos sistemas construtivos (que guarda o calor nas horas quentes para combater o frio das madrugadas, ou vice-versa).

Essas técnicas têm como objetivo contribuir com a preservação do meio ambiente e a eficiência energética do ambiente construído, obtidas por meio do uso racional dos recursos naturais, além de proporcionar o conforto térmico aos ocupantes das edificações.

De acordo com Roriz, é possível construir edifícios confortáveis sem condicionador de ar, aproveitando a ventilação natural. “Os condicionadores convencionais de ar ressecam o ambiente e prejudicam o sistema respiratório humano, além de impactarem negativamente o meio ambiente. A chaminé solar proporciona ventilação, sem consumir eletricidade e sem agredir a natureza”, afirmou.

Como um dos resultados da pesquisa, o professor desenvolveu um software, chamado Chaminé, que calcula a ventilação provocada por diferentes situações de uma chaminé solar, contém dados climáticos de mais de 300 cidades de todo o país e pode ser baixado gratuitamente no endereço www.roriz.eng.br/download_6.html.

Fonte: Inovação Tecnológica.

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MERCADO IMOBILIÁRIO

TEMPLATE_200616Saiba como usar o fundo imobiliário
Veja como funciona e quais as vantagens para investir em um imóvel

Nove em cada dez pessoas sonham em ter a casa própria, mas a realidade mostra que as prestações são caras e nem sempre há reserva suficiente para dar entrada em um financiamento.

Se esse é o seu caso ainda existe uma forma de investir em um imóvel com valor bem inferior ao apartamento dos sonhos: o fundo imobiliário.

O que é?

O fundo imobiliário funciona da seguinte forma: você não tem dinheiro para dar uma entrada em um apartamento ou pagar um financiamento. Mas tem um valor, ainda que pequeno, guardado na poupança ou reservou o seu décimo terceiro.

Com esse dinheiro você pode procurar um gestor que irá reunir um grupo de pessoas na mesma situação que a sua. Esse profissional vai procurar no mercado um bom imóvel e dividi-lo em cotas, que vai gerar uma renda mensal com o aluguel.

O gestor Sérgio Belleza Filho explica que o profissional que vai cuidar do fundo imobiliário tem que ser habilitado e filiado a uma instituição financeira. “É preciso que o investidor tenha em mente que precisa da assessoria de quem entende do assunto para analisar as oportunidades que o mercado oferece. Existem cotas de R$ 100,00, mas algumas instituições financeiras colocam um patamar mínimo de R$10.000,00”, explica.

Em qual imóvel posso investir?

Na maioria das vezes, o fundo imobiliário investe em um imóvel que gere uma renda frequente para quem fez a aplicação. Shopping centers, escritórios bancários e instalações ou galpões industriais são mais comuns.

“Sozinhos nós somos pequenos, mas um grupo de investidores pode comprar um imóvel valorizado e ter um inquilino vantajoso, como um banco, por exemplo. Como as pessoas não tem tempo nem experiência para fazer bons negócios é importante procurar uma instituição financeira para cuidar do dinheiro”, explica Belleza.

Após a aquisição do imóvel, o fundo vai obter uma renda, que pode ser por meio de locação, venda ou arrendamento. Esses rendimentos são repassados periodicamente aos seus investidores.

Vantagens e desvantagens

O fundo imobiliário não permite o resgate das cotas antes do prazo determinado de sua duração. Na maior parte dos casos, não é estabelecida uma data para seu término. Caso a pessoa decida sair do investimento, ela terá que vender suas cotas no mercado secundário.

O vilão do investimento é o juro alto, quando a taxa sobe, as cotações caem, alerta Belezza. Outros percalços que podem aparecer no caminho é a desvalorização do imóvel e a inadimplência, neste último caso, se o imóvel tiver apenas um inquilino e ele atrasar o pagamento do aluguel.

O lado bom do fundo imobiliário é que a pessoa física é isenta do Imposto de Renda. Ou seja, é possível ter vários imóveis e receber o fundo sem pagar o IR. “Só paga o imposto o investidor que tiver lucro no dia que ele vender a cota. Caso ele tenha pagado R$ 10.000,00 e venda por R$ 15.000,00, aí precisa ajustar as contas com o leão”, diz o gestor.

Fonte: Zap Imóveis.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_190616Segunda safra de Niagara Rosada reforça Jundiaí como Terra da Uva.

O consumo de uvas in natura retomado em maio nas barracas de produtores ou nas gôndolas do mercado, especialmente da tradicional variedade Niagara Rosada, reforçou no mês de maio a histórica identidade de Jundiaí como “Terra da Uva”.

Mas poucos sabem que essa safra extra, chamada de “safrinha”,  foi viabilizada ao longo dos anos pelo esforço de pesquisa de cientistas e agricultores para o desenvolvimento de uma poda adicional (chamada temporã), realizada depois da colheita entre os meses de dezembro e fevereiro.

Devido à ausência de chuvas no verão 2015-2016, a safrinha teve uma boa produção de frutas com um sabor considerado muito bom pelos agricultores. No sistema de cultivo adotado na região de Jundiaí, em média, a produtividade varia de dois a dois quilos e meio por planta na safra, enquanto na safrinha oscila entre um e meio a dois quilos.

O produtor Ademir Minjone, da área rural do Caxambu, afirma que há muitos anos pratica essa técnica e destaca a qualidade das uvas deste ano. “Está melhor do que na época normal, mais doce e saudável, muito boa, além de sair mais rápido”, afirma, destacando a renda adicional em uma fase difícil da economia como um todo para todos aqueles que lutam para manter a atividade tradicional e ao mesmo tempo inovadora.

Mas ele lembra também que usa apenas uma parte da plantação para essa atividade da safrinha porque ela atrasa um pouco a posterior poda normal.

De acordo com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Turismo, o sistema exige cuidados adicionais para a longevidade dos vinhedos e o monitoramento de fungos, por exemplo, porque a época de produção de frutos é prolongada dentro do ano.

Levantamento
No Estado de São Paulo, 30% da produção de uvas de mesa é originária de Jundiaí, fortalecendo a posição do Brasil entre os 15 maiores países produtores da fruta no mundo.

O Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agropecuária do Estado de São Paulo (LUPA) aponta que a área produtora de uvas de mesa em Jundiaí chegou a 1.843 hectares (ha) em 2010 em parte de suas 1.492 propriedades rurais segundo estimativas.

Referência
O município é referência estadual e nacional em muitos aspectos relacionados com a uva e, em especial, com a variedade Niagara Rosada surgida localmente em 1933.

A Prefeitura retomou o formato tradicional da Festa da Uva em 2013, valorizando agricultores e artistas locais e transformando o evento em alavanca para o turismo local ao passar de 37 mil visitantes em 2012 para 167 mil visitantes em 2016, sem contar a venda de 63 toneladas de frutas que praticamente haviam desaparecido no formato anterior.

Outra novidade foi o surgimento do Programa de Subsídio de Seguro Agrícola, que tem coberto 50% do saldo desse tipo de seguro devido por agricultores.

A cooperação interinstitucional também ocorre entre o poder público e as mais diversas entidades agrícolas, turísticas, de ensino e de pesquisa científica voltadas ao segmento.

“O setor rural também tem sido reconhecido como fator da economia local, com a venda direta de produtores nos diversos programas de abastecimento, e como gerador de benefícios ambientais para a comunidade jundiaiense (água, clima, biodiversidade e paisagem cênica) com previsão de programa de remuneração de serviços ambientais discutido e incluído no Plano Diretor Participativo, em análise naCâmara Municipal, afirma a secretária de Agricultura, Abastecimento e Turismo, Valéria Silveira de Oliveira.

Fonte: jundiai.sp.gov.br

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VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_170616A cidade mais fria do mundo

Acha que sua região tem um inverno rigoroso? As temperaturas de inverno em Oymyakon, na Rússia, ficam em torno de -50 ºC. A vila remota é geralmente considerada a região habitada mais fria da Terra. Oymyakon é uma cidadezinha que está a dois dias de viagem de Yakutsk, a capital regional que tem as mais baixas temperaturas do inverno de qualquer capital do mundo.

Como os moradores lidam com o frio? Muita vodka, é claro. Mas a vida ali é realmente complicada.

Oymyakon ironicamente significa “água descongelada.” Isto é devido à uma nascente termal localizada nas proximidades. Originalmente, o local foi usado por pastores de renas, que banhavam seu rebanho nas nascentes quentes.

A menor temperatura registrada em Oymyakon foi – 71,2 ºC em 1924. De acordo com o The Independent, o uso de óculos ao ar livre pode machucar severamente o rosto do usuário. Este é apenas um dos problemas mais humildes da cidade.

Outras adaptações que os moradores têm de fazer em suas vidas diárias são mais extremas do que um curto período de miopia ou hipermetropia quando pisam para fora de casa. O solo congelado torna difícil o encanamento interno funcionar, de modo que a maioria dos banheiros são alpendres. O frio intenso também torna difícil cavar sepulturas. O terreno tem de ser aquecido com uma fogueira antes de um funeral. Os moradores usam garagens aquecidas para seus carros não quebrarem. Carros deixados na rua precisam andar constantemente, ou não ligam mais sem uma visita do mecânico. Aviões não podem voar para a área, no inverno. E, claro, o risco de queimaduras é grande depois de apenas alguns minutos no frio. Na verdade, andar com roupas que não protegem tanto pode causar hipotermia, e consequentemente a morte.

“Eu estava usando calças de tecido fino quando eu pisei pela primeira vez do lado de fora a -47 ºC, disse um morador. “Lembro-me de sentir como o frio estava penetrando em minhas pernas. Outra surpresa foi que, ocasionalmente, minha saliva congelava e picava meus lábios”.

Devido ao solo congelado, é praticamente impossível plantar e colher em Oymyakon. A população sobrevive basicamente de carne. Os moradores locais adoram comida fria, como peixe (cru) congelado do Ártico, salmão branco, peixe branco, fígado de cavalo e, principalmente, sopa com carne.

Curiosamente, verões em Oymyakon e Yakutsk são relativamente quentes, e a média dos anos 60 e 70 foi de 34 ºC, de acordo com a meteorologista Jon Erdman. Mas os invernos são longos e os verões curtos, e de acordo com Chapple muitos moradores, na verdade, reclamam muito mais do clima quente.

Fonte: Mistérios do Mundo.

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MERCADO IMOBILIÁRIO

TEMPLATE_130616Entenda os 3 principais tipos de financiamento imobiliário

Entenda os 3 principais tipos de financiamento imobiliário – InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/educacao/guias/noticia/2567845/entenda-principais-tipos-financiamento-imobiliario

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Empréstimos no Brasil podem ter prestações calculadas pelos sistemas Price, SAC e Sacre

Comprar o primeiro imóvel é talvez a maior conquista na vida de uma família. Além da questão simbólica, a aquisição de uma casa envolve um enorme esforço material. Não é de uma hora para outra que as pessoas conseguem dinheiro suficiente para a compra de um imóvel. Um apartamento pode consumir anos de economias de uma família classe média.
Para amenizar esse problema, existem os financiamentos imobiliários que agilizam a aquisição da casa própria. Trata-se de um empréstimo feito a uma família para que ela possa comprar um imóvel à vista. E como todo empréstimo, envolve assuntos complicados, relacionados à forma que o montante emprestado será devolvido ao banco.

Prestações
Num contrato de financiamento, há cláusulas que determinam o valor das prestações. A
prestação é, portanto, a questão mais importante num financiamento imobiliário.
Isso porque, dependendo de como ela é constituída, os valores podem crescer ou decrescer ao longo da quitação da dívida.
É preciso entender que todo empréstimo implica no pagamento de juros, que são uma espécie de “aluguel” sobre o dinheiro recebido. Como o dinheiro não é seu e você pode comprar sua casa à vista, será preciso pagar juros ao banco que estão embutidos dentro da prestação. Entender como funciona a dinâmica de um empréstimo bancário é fundamental para escolher seu tipo de financiamento e saber como está estruturada a sua dívida.

A prestação é dividida em amortização e juros. Amortização é o que está sendo devolvido ao banco pelo dinheiro emprestado. E os juros são aquele valor referente ao “aluguel” desse dinheiro. Lembre-se que você paga juros sobre o que ainda falta devolver ao banco, ou seja, sobre o saldo devedor.
Basicamente existem três tipos de financiamento no país. O SAC (Sistema de Amortização Constante), SACRE (Sistema de Amortização Crescente) e o Sistema Price. Entendendo brevemente como funcionam as três formas de financiamento, você terá as bases para escolher qual é a melhor opção para as condições financeiras de sua família.

Sistema Price
O Sistema Price é, talvez, o mais popular em todo o mundo, mas tem sido cada vez menos utilizado no Brasil. Na Tabela Price, as prestações são fixas, os juros decrescentes e as amortizações crescentes. Imagine um financiamento em 10 parcelas. No primeiro mês, o devedor irá pagar um pequeno valor referente à amortização. A maior parte da prestação está relacionada ao pagamento dos juros. No segundo mês, a quantia referente aos juros é menor, uma vez que o saldo devedor diminuiu no pagamento da primeira parcela. Não se esqueça que o montante dos juros está ligado ao saldo devedor da dívida. Por outro lado, como as parcelas são fixas, é preciso aumentar o valor da amortização para compensar a diferença. No terceiro mês, os juros são ainda menores (o saldo devedor é cada vez menor também) e a quantia relacionada à amortização aumenta. No último mês, o valor dos juros é bem pequeno, e por sua vez a quantia relacionada à amortização corresponde à maior parte da última prestação.
Num país com histórico de altas taxas de inflação, a Tabela Price foi adaptada e foram adotados indexadores para reajustar as prestações em função do aumento dos preços. Em outras palavras, as prestações não são mais fixas e sim variam de acordo com a inflação. A TR, taxa referencial é uma das mais utilizadas. Trata­se de um indicador pós­fixado, divulgado após o fechamento do contrato de financiamento. A TR serve para reajustar as prestações e o saldo devedor. Se o devedor não tiver seu salário reajustado na mesma proporção de sua dívida, é provável que ele enfrente grandes dificuldades no futuro para quitar suas obrigações. A prestação da Tabela Price irá consumir uma parcela cada vez maior da sua renda se ele não tiver aumentos salariais no período. Essa é, portanto, a maior desvantagem do Sistema Price. ­

SAC
O Sistema SAC, Sistema de Amortizações Constantes, como o próprio nome já diz, as amortizações são constantes. O que varia são os juros, e, naturalmente, as prestações, que vão diminuindo ao longo do financiamento. Como as parcelas no início do pagamento são maiores, o devedor acaba amortizando mais rápido a dívida e paga um total de juro menor. Além disso, o fato de as maiores prestações virem logo no começo dá mais segurança de que a dívida será paga. Afinal, se um imprevisto acontecer daqui a alguns anos, o saldo devedor e as prestações já serão menores.

Sacre
O Sistema de Amortização Crescente é uma mistura do Sistema Price e do SAC. As prestações sobem durante um determinado intervalo de tempo, até chegar a um ponto, a partir do qual vão diminuindo. Nesse tipo de sistema há também reajuste pela TR, que na maior parte dos contratos substitui a correção monetária. O Sistema SACRE implica numa prestação inicial muito alta. Por outro lado, esse valor vai diminuindo, facilitando a vida financeira do devedor no longo prazo. As amortizações vão subindo, ao passo que os juros caem ao longo dos anos, uma vez que o saldo devedor diminui sempre. A vantagem das prestações decrescentes é que o risco de inadimplência, comparado ao Sistema Price, é infinitamente menor.
Fonte: Infomoney.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_120616Fórum de Segurança Integrada em Jundiaí é sucesso.

Com todas as acomodações do auditório da Universidade Paulista (Unip) tomadas e interesse total pelas palestras e debates previstos na programação, o 1º Fórum Municipal de Segurança Integrada de Jundiaí foi realizado na quarta-feira (8), numa promoção da Prefeitura por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGIM).

Autoridades especializadas em segurança, representantes do poder público de Jundiaí e municípios vizinhos, integrantes de órgãos e entidades ligados ao segmento, alunos do curso de Direito de diferentes universidades e público em geral chegaram logo cedo e, atentos, acompanharam a solenidade de abertura, anunciada com a execução do Hino Nacional Brasileiro e o Hino de Jundiaí.

“Debater segurança pública exige muita coragem e determinação da administração pública, seja municipal, estadual ou federal e das forças de segurança. Nós fazemos isso com muita tranquilidade, no sentido de construir aqui o que é melhor para a sociedade. Jundiaí mais uma vez mostra pioneirismo”, destacou o prefeito Pedro Bigardi.

Assim como a maioria das autoridades, o prefeito lembrou da importância e necessidade da integração sem nenhum tipo de estranheza entre todos os segmentos de segurança. “As ações têm que ser integradas. Ninguém consegue atuar sozinho em relação à segurança pública e, aqui em Jundiaí isso já acontece. Trabalhamos não só pela integração das forças de segurança que atuam no município, bem como das forças regionais. Isso é essencial. É exatamente esta importância que este Fórum destaca. Ao final, as pessoas terão ingredientes para refletir que o caminho para uma melhor segurança está na integração”, comentou.

O Fórum Municipal de Segurança Integrada foi dividido em duas partes. A primeira contou com a palestra do general de brigada do Exército Brasileiro, Ricardo Rodrigues Canhaci, sobre o tema “Integração das Forças de Segurança, Administração e Sociedade”.

Depois, já no período da tarde, como parte do painel Tecnologia e Inteligência, os presentes acompanharam os pronunciamentos do coronel de ligação do Exército Brasileiro, Rogério Winter, e do comandante da Guarda Municipal de Jundiaí, José Roberto Ferraz. Eles abordaram os temas “Conceito de Tecnologia E Inteligência na Segurança Pública” e “Tecnologia Aplicada na Segurança Pública”. Ao término das palestras, debatedores comentaram os temas.

“Este Fórum será um marco na história de Jundiaí, da região, do Estado e do País. Trata-se de um evento que dará grande contribuição no desenvolvimento da política de segurança e cidadania do Brasil. O evento foi pensado e desenvolvimento a partir da política pública de segurança implantada dentro da administração do prefeito Pedro Bigardi, que tem como eixo condutor a integração das forças de segurança. Conseguimos reunir todos os segmentos na Unip para discutir o assunto”, frisou o assessor do GGIM, José Carlos Pires.

Para o vereador Rafael Purgato, que representou a Câmara Municipal, o Fórum é uma continuidade da proposta de segurança pública colocada em prática há três anos e meio. “É mais uma etapa do Plano de Segurança Pública, que foi discutido com a população Todos que estão aqui serão responsáveis em propagar os assuntos que estiveram em pauta no dia de hoje. Isso será fundamental”, comenta o vereador.

Fonte: Jundiaionline.

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VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_100616Um homem comprou uma torre de água abandonada e transformou-a numa casa!
Um homem de negócios, rico, teve uma ideia genial. Ele decidiu comprar uma antiga torre de água abandonada, renová-la e transformá-la numa casa. O interior é absolutamente lindo, e agora é só…viver! Acompanhe abaixo, nas imagens:

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Fonte: vamoslaportugal.com.br

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DECORAÇÃO

TEMPLATE_060616Persiana horizontal: beleza e privacidade

As persianas horizontais sempre se destacam pelo seu forte poder decorativo, sendo consideradas peças-chave em qualquer ambiente. Ao serem acionadas, elas abrem grandes vãos para a entrar luz natural e melhorar a ventilação do ambiente.

Prática, a persiana horizontal também garante maior privacidade e aconchego de toda a família já que, quando fechada, bloqueia a entrada dos raios solares, o que assegura o conforto térmico. No mercado estão disponíveis inúmeros modelos, com tamanhos e cores variadas, como bege, branca, marrom, cinza, vermelha, azul, rosa, preta e verde.

As peças são fabricadas com diferentes materiais. Por isso, você também pode instalar os produtos em locais úmidos, como cozinha e banheiro. Nesses ambientes, opte pelos modelos de PCV e alumínio (versões mais resistentes à umidade, que ajudam a bloquear o calor e não acumulam mofo). Já para escritórios, quartos e salas, fique com as versões de madeira e bambu (opções mais rústicas e que garantem privacidade, conforto e um toque de modernidade).

Para limpar as persianas horizontais, basta utilizar o aspirador para retirar o pó e, com exceção da madeira e do bambu,  usar pano úmido e detergente neutro para eliminar a sujeira mais espessa.

Instale você mesmo
Engana-se quem pensa que a instalação de uma persiana exige conhecimentos técnicos. Com uma pequena familiaridade com ferramentas como trena, furadeira e brocas, é possível realizar a instalação e economizar com a mão de obra de um profissional. 

Fonte: Leroy Merlin.

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