ERA DOS “APERTAMENTOS” TEM ATÉ IMÓVEL DE 14M²

TEMPLATE_301115Um empreendimento imo­bi­­liá­rio lançado em novembro marcou o auge de uma era – a era dos “apertamentos”. O prédio, que será erguido no bairro do Bom Retiro, na região central de São Paulo, terá imóveis de 14 metros quadrados. Ou seja, mais ou menos quatro passos de largura por três de comprimento: quase o tamanho de uma vaga de garagem.

Agora imagine espremer num espaço desses uma cozinha, um banheiro, uma cama de casal, uma mesa, algumas cadeiras. Ah, e o morador, claro, já que o apartamento será feito para que alguém viva nele. Naturalmente, o preço do imóvel será proporcional à sua pequenez. Cada um vai custar 89 000 reais. “Acho que é possível fazer imóveis ainda menores”, afirma Alexandre Frankel, presidente da Vitacon, incorporadora que erguerá o prédio. Possível até deve ser — mas há mesmo quem queira morar num apartamento tão minúsculo?
 
Assim como tantos outros, o mercado imobiliário se movimenta em grandes ondas. Ninguém se preocupava em ter churrasqueira na varanda até outro dia — mas hoje a moda é essa, e de repente esse se tornou um item de primeira necessidade na chamada “vida moderna”. Foi assim com os prédios “neoclássicos”, depois com os condomínios-clube e por aí vai. Há coisa de três anos, começou a onda dos “apertamentos”.
 
Em 2009, apenas 500 apartamentos com menos de 40 metros quadrados foram lançados na Grande São Paulo, região que concentra a maior parte dos imóveis desse tipo no país. O número come­çou a aumentar, mas aos poucos, até que em 2013 a moda pegou de vez. Quase 8 000 “apertamentos” foram lançados naquele ano.
 
Em 2014, outros 10 000. Aquela era a última fronteira do mercado imobiliário, que procurava atender uma demanda de solteiros e recém-casados por imóveis práticos, mais baratos e em prédios repletos de serviços. Parecia fazer sentido, mas há sinais claros de que as construtoras exageraram na dose. Hoje, há “apertamentos” de mais para compradores de menos.
 
Nos últimos cinco anos, cerca de 130 construtoras ergueram prédios com apartamentos pequenos. Quase 90% deles na cidade de São Paulo, onde há grande concentração desses imóveis em poucas regiões. Um levantamen­to da empresa de análise de dados Geo­fusion, a pedido de EXAME, mostra que apenas cinco bairros — Brooklin, Campo Belo, Consolação, República e Vila Olímpia — receberam quase metade dos apartamentos pequenos lançados entre 2010 e 2015.
Nos bairros Consolação e República, os “apertamentos” representaram cerca de 60% do total de imóveis lançados nesse período.
 
A Setin, que se especializou nesse nicho, fez a campanha mais agressiva da cidade: dispôs-se a pagar, por até dois anos, IPTU, condomínio, um “aluguel” mensal equivalente a 0,5% do valor do imóvel e, em alguns casos, parte da decoração. A promoção terminou no início de outubro e a empresa diz ter vendido 80% do estoque.
 
Com tantos imóveis prontos disponíveis, quem está lançando apartamentos pequenos tem tido dificuldade para viabilizar os empreendimentos — estima-se que as obras só comecem de fato depois que metade dos imóveis tenha sido vendida. Na tentativa de mostrar que espaço não é tudo, a Vitacon, que é especializada em apartamentos compactos, passou a permitir que potenciais compradores “morem” por 24 horas em apartamentos de 35 a 45 metros montados em dois prédios que a empresa está construindo em São Paulo.
 
Desde agosto, quando o serviço — chamado de test life — foi lançado, 30 pessoas já fizeram o teste e, segundo a Vitacon, metade delas decidiu comprar. Outras incorporadoras, como Esser, Gafisa, Tibério e You (além da própria Vitacon), têm oferecido carros e bicicletas para ser compartilhados entre os moradores.
 
 
Mudança demográfica
 
Apesar das dificuldades atuais, o número de imóveis pequenos deve continuar crescendo — num movimento ditado por tendências demográficas e sociais. Há mais casais jovens, solteiros vivendo sozinhos, adultos separados ou divorciados, viúvos que namoram mas moram cada um em seu canto, profissionais com casas espaçosas no interior que preferem, durante a semana, dormir em apartamentos menores perto do trabalho.
 
Em 1991, segundo o censo, 22% dos brasileiros moravam com uma pessoa ou sozinhos. Em 2000, essa taxa subiu para 26% e, em 2010, ano do último censo, chegou a 34%. “Hoje, em mais de 40% dos domicílios, vivem uma ou duas pessoas e caminhamos para 50% em pouco tempo”, diz João Meyer, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.
 
Em grandes capitais, o microapartamento é coisa da vida. Metrópoles como Nova York, Londres, Paris e Japão estimulam os escritórios de arquitetura e as construtoras a investir em imóveis de até um dormitório. No início do ano, a prefeitura de Nova York mudou o zoneamento só para permitir a construção de apartamentos de 24 metros quadrados de módulos pré-fabricados. Lá, como cá, o apartamento do tamanho de uma vaga de garagem veio para ficar.
 
Fonte: Exame.
 
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INFORMATIVO JUNDIAÍ

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Bill Gates financia projeto em Jundiaí

O Hospital Universitário de Jundiaí (H.U.) foi escolhido para uma pesquisa da Unicamp com apoio da Fundação Bill e Melinda Gates. O objetivo é ajudar mulheres a não sofrerem parto prematuro, por meio de um anel de silicone que fecha o colo do útero.

Os setores de ginecologia e obstetrícia do Hospital Universitário (HU), em parceria com a equipe de Tocoginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí promoveram encontro para debater o Projeto P5-Pessário mais progesterona para prevenção do parto pré-termo – estudo que pretende rastrear mulheres sob risco de ocorrer trabalho de parto prematuro.

O objetivo é conscientizar a população sobre a necessidade de medir o colo do útero por ultrassom entre 18 e 22 semanas de gestação. As mulheres com colo curto (abaixo de 30 milímetros) receberão medicamento específico e, se necessário, receberão o pessário vaginal – anel de silicone usado para fechar o colo do útero, que funcionará como nova medida na prevenção de prematuridade a ser testada pelo estudo P5.

A apresentação do Projeto P5 foi acompanhada pelos relatos das pacientes Letícia do Nascimento Silva e Bruna Caroline Pavan, mulheres que perderam seus filhos nascidos prematuros e conseguiram realizar o sonho da maternidade com o auxílio do pessário. As grávidas interessadas no Projeto devem procurar o Hospital pelo telefone 4527-5700 (Sra. Paola e Sra. Luzia).

Fonte: Jornal da Região

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VOCÊ SABIA?

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Achillina Bo Bardi (Roma, Itália 1914 – São Paulo/ SP 1992). Arquiteta, designer, cenógrafa, editora, ilustradora. Após estudar desenho no Liceu Artístico, forma-se, em 1940, na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Roma. A faculdade, dirigida pelo arquiteto tradicionalista Marcello Piacentini, privilegia uma tendência histórico-classicizante, que Lina chama de “nostalgia estilístico-áulica”. Em desacordo com essa orientação valorizada pelo fascismo, predominante em Roma, ela se transfere para Milão, onde trabalha com o arquiteto Gió Ponti, líder do movimento pela valorização do artesanato italiano e diretor das Trienais de Milão e da revista Domus. Em pouco tempo ela própria passa a dirigir a revista e a atuar politicamente integrando a resistência à ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial, e colaborando com o Partido Comunista Italiano (PCI), então clandestino. Ainda em Milão, funda, ao lado do crítico Bruno Zevi, a revista A-Cultura della Vita.
 
Em 1946, após o fim da guerra, casa-se com o crítico e historiador da arte Pietro Maria Bardi,, com quem viaja para o Brasil – país no qual o casal decide se fixar, e que Lina chama de “minha pátria de escolha”. No ano seguinte, Pietro Maria Bardi é convidado pelo jornalista Assis Chateaubriand a fundar e dirigir o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), em São Paulo. Lina projeta as instalações do museu, em que se destaca a cadeira dobrável de madeira e couro para o auditório, considerada “a primeira cadeira moderna do Brasil”. Em 1948, funda com o arquiteto italiano Giancarlo Palanti o Studio d’Arte Palma, voltado à produção manufatureira de móveis de madeira compensada e materiais “brasileiros populares”, como a chita e o couro. Sua inserção mais efetiva no meio arquitetônico nacional se dá, inicialmente, pela atuação editorial, quando cria, em 1950, a revista Habitat, que dura até 1954. Projeta em 1951 sua própria residência, no bairro do Morumbi, em São Paulo, apelidada de “casa de vidro”, e considerada uma obra paradigmática do racionalismo artístico no país. Esse papel de destaque se completa em 1957, quando inicia o projeto para a nova sede do Masp, na avenida Paulista (completado apenas em 1968), que mantém a praça-belvedere aberta no piso térreo, suspendendo o edifício com um arrojado vão de 70 metros.
 
Em 1958, transfere-se para Salvador, convidada pelo governador Juracy Magalhães a dirigir o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM/BA). Na capital baiana, realiza também o projeto de restauro do Solar do Unhão, um conjunto arquitetônico do século XVI tombado na década de 1940 pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), e se relaciona criativamente com uma série de importantes artistas vanguardistas, como o fotógrafo e etnólogo francês Pierre Verger e o cineasta Glauber Rocha. De volta a São Paulo após o golpe militar, em 1964, incorpora em seus projetos o legado da temporada nordestina na forma de uma radical “experiência de simplificação” da linguagem. Sua obra a partir daí assume contundentemente o caráter do que qualifica como “arquitetura pobre”. São exemplares importantes dessa última fase de sua carreira os suportes museográficos da exposição A Mão do Povo Brasileiro, 1969, feitos de tábuas de pinho de segunda; o edifício do Sesc Pompéia, 1977, adaptação de uma antiga fábrica de tambores; e o Teatro Oficina, 1984, construção que dissolve a rigidez da relação palco-plateia pela criação de um teatro-pista, como um sambódromo.Lina e o Polytheama
A primeira iniciativa para restaurar o Polytheama data de 1986 e foi coordenada pela arquiteta Lina Bo Bardi, contando com uma equipe composta pelos arquitetos André Vainer e Marcelo Ferraz.

A recuperação aconteceu em 1996 e conservou sua história, que se revela nas paredes nuas de tijolos, na sua estrutura metálica aparente, na disposição de suas frisas e camarotes em forma de ferradura, que se misturaram à linguagem de nosso tempo evidenciada no concreto aparente. Como dizia Lina Bo Bardi: “É o restauro moderno, que guarda do passado aquilo que serve e vive ainda hoje”.

 
A personalidade inquieta e contestadora de Lina não se separa de sua obra. Como define o crítico italiano Bruno Zevi: “Lina foi uma herética em vestes aristocráticas, uma esfarrapada elegante, uma subversiva circulando em ambientes luxuosos”
 
Fonte: Enciclopedia Itau Cultural
 
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JUNDIAÍ, UM BOM LUGAR PARA SE VIVER

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Agenda Cultural – 27/11 a 29/11
 
Confiram a programação deste fim de semana:
 
Raimundos
Quando: 27/11 – 20h30
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Virada Coletiva
Quando: 28/11 e 29/11
Onde: Confira a relação de locais: http://cultura.jundiai.sp.gov.br/evento/virada-coletiva/
 
O Ilusionista na Estrada
Com Inos Corradin
Quando: 28/11 – 11h
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Yamandu Costa e Gustavo Wirtti
Quando: 28/11 – 20h30
Onde: Teatro Polytheama (Rua Barão de Jundiaí, 176 – Centro)
 
Café com Música
Quando: 29/11 – 10h às 11h
Onde: Museu Solar do Barão (Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro)
 
Amor de Improviso
Com Cia Elevador de Teatro Panorâmico
Quando: 29/11 – 18h
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Malévola
Com Studio La Danse
Quando: 29/11 – 19h30 às 21h30
Onde: Teatro Polytheama (Rua Barão de Jundiaí, 176 – Centro)
Fontes:
http://migre.me/sdFuM

http://migre.me/sdFwf

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VEJA AS 10 ATITUDES QUE VÃO TORNAR SUA CASA MAIS SUSTENTÁVEL

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Pequenas mudanças podem tornar sua vida melhor e ajudar a natureza ao mesmo tempo
 
Para colocar em prática o conceito de sustentabilidade é necessário se atentar para detalhes que fazem a diferença e impactam positivamente a preservação do meio ambiente. Por isso, seguem abaixo dez dicas que vão fazer você incorporar atitudes que vão tornar sua casa mais sustentável.
 
1. Reciclagem
Separe o lixo orgânico do reciclável, dividindo este último por tipo: plástico, papel, vidro e metais. Descarte o lixo eletrônico – pilhas, baterias, etc. – em lixos apropriados. Sacolas de plástico e papel são descartáveis, por isso é melhor reutilizá-las quando fizer suas compras ou usar sacolas de pano.
Mas não adianta separar o lixo dentro de casa e depois descartá-lo todo misturado. Informe-se com a prefeitura de sua cidade sobre os horários e os roteiros de coleta seletiva.
 
2. Economia de energia
É simples: apague a luz quando você não estiver em determinado ambiente. Não deixe a TV ou computador ligados quando você não os estiver usando. Escolha lâmpadas de LED em vez das comuns. Elas são um pouco mais caras, mas usam menos energia e duram mais. Com a LED, você pode ter economia de até 80% no consumo de energia.
 
3. Eco-friendly products
Procure e use produtos eco-friendly , aqueles que buscam eliminar ou minimizar os efeitos nocivos ao meio ambiente. Geralmente eles são feitos com recursos renováveis e são os mais variados: de limpeza; de higiene; de beleza; de cama, mesa e banho; de vestuário.
Procure nas prateleiras do supermercado por produtos que tenham a classificação “biodegradável” em sua embalagem. Os materiais biodegradáveis se decompõem pela ação de microorganismos, perdendo suas propriedades químicas nocivas em contato com o meio ambiente.
 
4. Móveis
A decoração sustentável ganha cada vez mais força. O eco-friendly também é tendência nos móveis. Em vez de madeira, escolha peças feitas com bambu de reflorestamento, ele é mais barato e mais resistente. Outras alternativas são os móveis feitos de material reciclável como metais, vidro e plástico.
 
5. Tintas
Quando for pintar sua casa, opte por tintas naturais e ecológicas. Elas são fabricadas com matérias-primas naturais, sem sintéticos ou insumos derivados de petróleo em sua composição. As tintas tradicionais possuem componentes químicos que são prejudicais para a saúde e para o meio ambiente como metais pesados e fungicidas sintéticos.
 
6. Ventilação
Tente não impedir passagem de vento em sua casa. Deixe que o ar fresco do meio ambiente circule, substituindo o dióxido de carbono (CO2). Prefira ventilador a ar-condicionado. Se for necessário um ar-condicionado, é bom comprar um que utilize fluido refrigerante ecológico.
 
7. Economia de água
Não desperdice água. Deixe as torneiras abertas somente quando você realmente precisar. Se possível, utilize um sistema de captação de água de chuva. A água da chuva não é potável, mas pode ser utilizada na lavagem de carros, descarga de vasos sanitários, irrigação de jardim.
 
8. Plantas
Além de decorar o ambiente, as plantas são ótimas em renovar o ar e desintoxicar o interior de casa. A Hera, o Clorofito, a Jiboia e o Lírio-da-Paz são algumas das plantas que mais purificam o ar.
 
9. Luz natural
Aproveite, ao máximo, a luz natural. Isso pode ser feito por meio de janelas grandes, paredes de vidro, dispositivos que reflitam e rebatam a luz e clareiem os ambientes. Desta forma, você economiza no uso de lâmpadas.
 
10. Não aos descartáveis
Prefira o uso de materiais reutilizavéis. Use talheres, copos e pratos de louça. Além de os descartáveis gerarem lixo, eles demoram para a se decompor.
 
Fonte: Revista Zap.
 
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INFORMATIVO JUNDIAÍ

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A Defesa Civil de Jundiaí iniciou, nesta segunda-feira (16), a campanha de arrecadação de produtos de primeira necessidade, entre outros, que vão ser encaminhados às vítimas do “tsunami de lama” que atingiu Mariana e municípios vizinhos, em Minas Gerais, depois que duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco se romperam na quarta-feira (5).

O último balanço divulgado pelo governo mineiro, na sexta-feira (13), aponta que o acidente deixou 8 mortos e ao menos 19 desaparecidos, segundo equipes que trabalham no resgate. As doações podem ser feitas nas sedes da Defesa Civil e do Fundo Social de Solidariedade (Funss).

A chefe da Divisão de Orçamento da Defesa Civil, Juliana Salvia Mazzei Segala, diz que antes de idealizar a campanha, entrou em contato com as prefeituras das cidades atingidas para saber quais eram as principais necessidades.

“Acontece que a maioria das colaborações concentra em roupas, calçados e peças de cama, mesa e banho e comida, mas há alguns itens importantes que estão em falta. Por isso, resolvemos priorizá-los”, comenta.

Na lista estão materiais de higiene pessoal, leite em pó, água, roupas íntimas e ração para animais. “É o mínimo que podemos fazer num momento tão trágico como este. Contamos com a solidariedade da sociedade jundiaiense que sempre colaborou com nossas iniciativas”, ressalta Juliana.

Caso ocorra uma doação grande, a Defesa Civil coloca à disposição seus veículos para o transporte. Caixas para receber doações foram instaladas na sede da Defesa Civil, na Rua Dino, 843, Vila Joana; e na sede do Funss, que fica na Avenida Manoela Lacerda de Vergueiro, s/nº, portão 3, anexo ao Parque da Uva, no Anhangabaú.

As entregas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, nos dois postos de arrecadação. A campanha, que começa na segunda (16), se estende até a segunda-feira (30).

Fonte: jundiai.sp.gov.br

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VOCÊ SABIA?

TEMPLATE_201115Como foram erguidas as pirâmides do Egito?

A construção das pirâmides botou milhares de egípcios para suar, exigiu conhecimentos avançados de matemática e muitas pedras. Das cem pirâmides conhecidas no Egito, a maior (e mais famosa) é a de Quéops, única das sete maravilhas antigas que resiste ao tempo. Datada de 2 550 a.C., ela foi a cereja do bolo de uma geração de faraós com aspirações arquitetônicas. Khufu (ou Quéops, seu nome em grego), que encomendou a grande pirâmide, era filho de Snefru, que já tinha feito sua piramidezinha. O conhecimento passou de geração em geração, e Quéfren, filho de Quéops, e Miquerinos, o neto, completaram o trio das pirâmides de Gizé. Para botar de pé os monumentos, que nada mais eram que tumbas luxuosas para os faraós, estima-se que 30 mil egípcios trabalharam durante 20 anos. “Esses trabalhadores eram trocados a cada três meses. A maioria trabalhava no corte e transporte dos blocos”, diz Antonio Brancaglion Jr., egiptólogo do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além do pessoal que pegava pesado, havia arquitetos, médicos, padeiros e cervejeiros. Tudo indica que esses caras eram livres (e não escravos), pagos com cerveja e alimentos. Mas há controvérsias. Alguns apostam em 100 mil trabalhadores, além de teses que atribuem a obra a ETs!

Cerca de 2,3 milhões de blocos ajudaram a botar de pé a pirâmide de Quéops
As pedras foram o começo de tudo – cada bloco pesava em média 2,5 toneladas, mas isso variava: o tamanho diminuía de acordo com a altura, e em lugares específicos, como a câmara do rei, havia pedras gigantes, estimadas em até 80 toneladas. Depois de cortados nas pedreiras, os blocos eram lixados e catalogados: escrevia-se o nome do faraó e o do grupo de trabalhadores responsáveis. No total, 2,3 milhões de blocos teriam sido usados na construção da pirâmide de Queops.

Para erguer as pirâmides, o terreno foi aplainado. Além de deixar a terra pronta para o trabalho, o processo rendeu uma fonte natural de matéria-prima: o platô era rico em rochas calcárias, um tipo de pedra mais mole, extraída com ferramentas de cobre. Rochas de calcário mais fino, usadas para dar brilho à pirâmide, vinham da região próxima de Tura.

O faraó escolheu granito para decorar a câmara do rei, onde ele foi sepultado. Como a pedra não era encontrada na região, os blocos vinham de até 800 quilômetros de distância, da pedreira de Assuã, em barcos pelo rio Nilo. Os pesadíssimos blocos, alguns com até 80 toneladas, também revestiam as câmaras e os corredores internos.

Para alguns pesquisadores, a análise da taxa de minerais presentes em partes dos blocos da pirâmide mostra que pode ter sido usado um tipo de concreto primitivo tanto na parte externa quanto na interna. Se a teoria for verdade, essa terá sido a primeira aplicação de concreto de que se tem notícia – antes disso, os pioneiros eram os romanos.

Fonte: mundoestranho.abril.com.br

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JUNDIAÍ, UM BOM LUGAR PARA SE VIVER

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Agenda Cultural – 20/11 a 22/11
 
Confiram a programação deste fim de semana:
 
Ayabás
Quando: 20/11 a 22/11 – 14h30 às 15h30
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Contos Dançados da Guiné
Quando: 20/11 – 15h
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Orquestra Municipal de Jundiaí
Quando: 20/11 – 18h
Onde: Teatro Polytheama (Rua Barão de Jundiaí, 176 – Centro)
 
Basquete com Shamell Stallworth e Larry Taylor
Quando: 21/11 – 10h30 às 12h30
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Macumba Jam (Música e Dança Afro)
Quando: 21/11 – 16h às 17h
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Mostra de Teatro de Referência
Quando: 21/11 e 22/11 – 20h
Onde: Teatro Polytheama (Rua Barão de Jundiaí, 176 – Centro)
 
Vôlei com Lucarelli
Quando: 22/11 – 16h às 18h
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Bumbo do Japi
Quando: 22/11 -16h30
Onde: SESC Jundiaí (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 – Jd. Botânico)
 
Fontes:
http://migre.me/s9V5n
http://migre.me/s9V5D
 
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SAIBA COMO TER UM CANTEIRO ECONÔMICO EM SUA CASA OU APARTAMENTO

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Em tempos de crise hídrica, uma técnica tem chamado a atenção no cultivo de plantas e alimentos por exigir o uso de menos água: os canteiros econômicos. Por meio da impermeabilização do solo com uma lona e itens como palha, esterco ou outros materiais orgânicos, as raízes permanecem úmidas por mais tempo, sem que precisem ser regadas novamente em um prazo curto.
 
A novidade é que também é possível usar essa técnica em uma pequena horta no quintal de casa ou no apartamento. Para quem cultiva plantas ou até mesmo alimentos em vasos, o processo para criar um canteiro econômico, que utilize menos água, é parecido com o que produtores têm feito cada vez mais no meio rural.
 
Antes de colocar terra no vaso ou no canteiro, é necessário criar uma camada prévia com o saco plástico, instalar um pequeno cano de PVC que leve água até a parte inferior da horta depois 3 camadas de terra, matéria orgânica (palhas, folhas) e esterco (nessa ordem uma de cada), finalizando com a mistura terra/ esterco. Essa técnica vai permitir a formação de uma espécie de “piscina natural” para as plantas ou alimentos cultivados na horta.
 
No meio rural, o ‘Programa Água Brasil’, uma iniciativa do Banco do Brasil e do WWF-Brasil, tem estimulado produtores como Valdomiro da Mota Brito, de uma comunidade em Minas Gerais, a utilizarem essas e outras tecnologias sociais para manterem a produção de alimentos ativa mesmo em meio à seca.
 
Outro objetivo do programa é replicar esse tipo de prática também no meio urbano, onde é cada vez mais necessário que as populações façam um consumo consciente desse e de outros recursos naturais.
 
Fonte: Catraca Livre.
 
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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_151115Rotas Turísticas reforçam Jundiaí como destino de visitas

Cidade conta com dois roteiros nas zonas norte e sul.
Projeto propicia o desenvolvimento de novas rotas turísticas.

Com um grande conjunto de atrações para moradores e visitantes, a cidade de Jundiaí conta com dois roteiros turísticos que reúnem diversos desses lugares em eixos territoriais ao norte (na zona rural), e ao sul (na borda da serra), ambos repletos de histórias, surpresas e muita simpatia por parte dos estabelecimentos. São a Rota da Uva e a Rota da Terra Nova, as primeiras de um total de cinco rotas previstas pela Prefeitura.

Rota da Uva tem um sotaque italiano
A Rota da Uva é um roteiro que reúne restaurantes, adegas, barracas, sítios e outras atrações no contexto das paisagens rurais da bacia do rio Jundiaí-Mirim, com acessos das rodovias pela avenida Humberto Cereser ou, pelo lado urbano, pela avenida Comendador Antonio Borin (antiga Estrada do Caxambu). A maioria das atrações está localizada em paisagem rural.
São pelo menos 13 adegas: Beraldo di Cale, Brunholi, Português, Fontebasso, Juca Galvão, Leoni, Marquesin, Martins, Maziero, Mingotti, Negrini, Sibinel e Vendramin. Também estão presentes pelo menos dez restaurantes: Spiandorello, Família Brunholi, Vendinha do Alto, Piatti Belli, Estação Fazenda, Restaurante Dom Martê, Bistecão/A Taverna, Restaurante Carpas e Recanto Marquezin.

A rota envolve também atividades ao ar livre no Sítio São Lázaro, os sabores da microcervejaria Bier Nards, os petiscos do Bar do Celso ou do Bar do Mingo, os lanches do Skina, as frutas do Quiosque Por Falar em Uva, da Barraca Roseira ou da Barraca Sombra & Água Fresca e as novidades do Sítio do Maneco, do Espaço Valsanglau, da Casa Cereser e do Espaço Santa Isabel, entre outras.

Rota da Terra Nova tem aroma da serra
A Rota da Terra Nova, em outro lado da cidade, é um roteiro com passeios ao ar livre, trilhas, cavalos e produtos típicos. Seu acesso pelas rodovias pode ser feito pelo trevo das avenidas 14 de Dezembro e Engenheiro Tasso Pinheiro (antiga Estrada da Terra Nova), que também são a referência para o acesso urbano. O cenário também é rural.

No roteiro estão uma produtora de conservas (Clamar), um viveiro com trilhas ecológicas e produtos típicos (Terra Nova), um haras com passeios equestres (Terra Nova), um ponto de café colonial (Bookafé), um local especializado em linguiças e cortes suínos (Boutique do Porco) e ainda outras novidades sendo preparadas com Sítio do Vovô, Zé do Café, Cida Salgados, Cantinho do Chocolate Doces e Pães e Margarete Bolos e Doces, entre outros.

Novas rotas
O projeto de rotas turísticas, apoiado pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Turismo, estuda para o futuro o surgimento de outros três roteiros nas regiões do Traviú, da Serra do Japi e do Centro Histórico. Estimuladas em projeto da área de turismo da Prefeitura, envolvem a organização local em associações locais e o envolvimento da comunidade em cultura, educação e gestão.

Fonte: g1.globo.com

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