ECONOMIZE NA COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS COM SEGURO

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O custo do financiamento imobiliário pode variar muito entre um banco e outro e isso não é novidade. Mas nem todos sabem que em muitos casos o que costuma gerar as diferenças de custos são dois seguros atrelados ao financiamento, que podem facilmente superar o montante de 100 mil reais ao final do prazo.

Ao compreender o que são esses seguros, o comprador não só aprende a comparar melhor os custos de diferentes financiamentos, como passa a entender o que ele está pagando ao fazer o financiamento e as vantagens que ele pode tirar disso.

Segundo a Lei 4.380/84 e o Decreto 73/66, todo financiamento feito dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) deve incluir o pagamento de dois seguros, também chamados de seguros habitacionais: o seguro para Morte e Invalidez Permanente (MIP), e o seguro de Danos Físicos do Imóvel (DFI). Ambos são pagos junto às parcelas do financiamento.

Os financiamentos feitos pelo SFH são aqueles que utilizam recursos da poupança e do FGTS e que contemplam apenas imóveis de até 750 mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal e de até 650 mil reais nos demais estados. Ainda que para imóveis mais caros, fora do SFH, os seguros não sejam obrigatórios, é praxe que os bancos não concedam o financiamento sem a contratação dos seguros habitacionais.

O que eles cobrem?

O MIP é o seguro que quita o saldo devedor do financiamento em caso de invalidez permanente ou falecimento do contratante, ou de um dos integrantes da renda familiar, quando o contrato do financiamento indicar que mais de uma pessoa compõe a renda para o pagamento do imóvel.

Já o DFI cobre prejuízos causados ao imóvel por fatores externos. Alguns dos eventos cobertos são: incêndio, explosão, inundação, destelhamento, desmoronamento total e parcial. A indenização corresponde ao valor necessário para a reparação dos prejuízos, com a recuperação do imóvel nas mesmas condições que apresentava antes do sinistro.

Variação de valores entre instituições

As diferenças dos valores do MIP e do DFI entre diferentes bancos podem chegar a superar absurdos 135 mil reais. Essa foi a variação de valor verificada em uma simulação feita pelo Canal do Crédito, que mostrou que no financiamento de um imóvel de 500 mil reais, com uma entrada de 100 mil, o custo dos seguros no financiamento do HSBC totaliza 41.853 reais, e no Itaú, 176.429 reais (para um perfil de cliente entre 46 a 50 anos.

Fonte: Fórum Imobiliário.

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LIMPEZA A VAPOR É EFICIENTE? ESPECIALISTAS TIRAM SUAS DÚVIDAS

TEMPLATE_230215No mercado, existe uma variedade de máquinas a vapor comercializadas para a limpeza doméstica de azulejos, pisos, janelas, carpetes, cortinas e estofados. Contudo, a eficiência do vapor de água na higienização desses itens e, em especial, seu efeito antimicrobiano, dependem de fatores como a temperatura atingida e o uso adequado do equipamento. Especialistas explicam como age o mecanismo desses aparelhos e apontam o quê avaliar antes da compra.

É eficiente na limpeza?

As máquinas de limpeza a vapor são vendidas com diferentes nomes comerciais como vaporizadores, higienizadores e limpadores. Porém, todos esses aparelhos agem a partir de um mecanismo básico: a ejeção de vapor em alta temperatura, resultante do aquecimento da água.

Para o diretor comercial da Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp), Mauro Couto, esses equipamentos possuem a vantagem de higienizar as superfícies sem a adição de produtos químicos: “O elevado grau de calor do vapor de água consegue remover sujeiras difíceis como gorduras”, afirma.

No entanto, a eficácia da limpeza de sujeiras mais encrustadas, por exemplo, dos rejuntes de azulejos, está sujeita ao grau de pressão do vapor. E tal ‘detalhe’ requer atenção: “Uma máquina que emite vapor com maior pressão tende a ser mais eficiente”, diz o professor do curso em Tecnologia de Projetos Mecânicos da Faculdade Estadual de Tecnologia de Sorocaba (Fatec), Elvio Franco de Camargo Aranha.

Nos portáteis de pequeno porte, o vapor atinge apenas um bar (unidade de pressão que equivale à força exercida de uma atmosfera ao nível do mar), ou seja, é como se a máquina menos potente “esfregasse” com a força de um quilo cada centímetro quadrado do local a ser limpo. Já os aparelhos dotados de válvula são capazes de manter a pressão alta (em três ou quatro bars), o que significa uma potência três ou quatro vezes mais vigorosa e, portanto, menos tempo de serviço.

Mata os microrganismos?

Com relação à eliminação de microrganismos, o pesquisador e professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), Jorge Timenetsky, explica que a ação antimicrobiana do vapor de água varia conforme a temperatura e forma de aplicação. Assim, a destruição dos micróbios só ocorre se a superfície toda receber, por igual, a temperatura de 121°C por 15 a 20 minutos (mesmas condições apresentadas numa autoclave, aparelho usado em hospitais para esterilizar instrumentos). Pois, “apesar de existirem máquinas que geram vapor em temperatura maior que 100º C, os segundos de calor aplicados no ponto do jato não têm potencial para a esterilização”, alerta o pesquisador do ICB-USP.

Leia na íntegra: http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/noticias/redacao/2015/02/20/limpeza-a-vapor-e-eficiente-especialistas-tiram-suas-duvidas.htm

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COLEÇÃO JUNDIAHY

TEMPLATE_220215Cine Marabá nos anos 1950
Colaboração: Acervo Maurício Ferreira/ Sebo Jundiaí

Nos anos 50, década onde a maioria das salas de projeção abriram suas portas em Jundiaí, ir ao cinema era um acontecimento. Elegantemente vestidos, os telespectadores tinham à sua disposição grandes e confortáveis poltronas de mola e frequentemente eram recebidos pelo próprio dono do cinema, com um largo sorriso no rosto.

Fundado em 1954, o Cine Marabá funcionou na Rua do Rosário, 311. Contava com 336 lugares e projetava filmes em 35 mm. Funcionava diariamente, com uma média de 786 sessões anuais. Por lá passaram cerca de 98.370 espectadores.

Fonte: Blog do Koch

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AS CIDADES COM IMÓVEIS MAIS CAROS E MAIS BARATOS DE 2014

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Novamente os imóveis do Rio de Janeiro encerraram o ano com o maior preço médio do metro quadrado dentre as cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap, um dos principais indicadores do comportamento do mercado imobiliário do país.

Em dezembro de 2014, o metro quadrado dos imóveis anunciados para venda na cidade ficou em 10.893 reais, em média, uma variação de 7,55% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando o metro quadrado valia 10.128 reais.

A segunda cidade mais cara foi São Paulo, onde o metro quadrado médio ficou em 8.351 reais em dezembro, uma valorização de 7,33% em relação a dezembro de 2013, quando o preço era de 7.780 reais.

Brasília ficou em terceiro lugar, com preço médio de 8.143 reais, valor 0,35% inferior ao apurado em dezembro de 2013 (8.171 reais).

Contagem, no interior de Minas Gerais, e Goiânia, capital de Góias, registraram os menores preços médios: 4.056 reais e 3.386 reais, respectivamente.

Apesar de não acompanhar todas as capitais brasileiras, o Índice FipeZap mostra a variação nos preços dos imóveis residenciais à venda em 20 cidades de diferentes regiões do país.

De acordo com índice de dezembro, o metro quadrado médio de todas as cidades pesquisadas encerrou 2014 a 7.537 reais, uma valorização de 6,7% no ano. A variação não chega à metade da valorização registrada em 2013, de 13,74%.

Fonte: Exame.

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MANTENHA SEU AR CONDICIONADO LIMPO E EVITE PROBLEMAS DE SAÚDE

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Filtro do aparelho deve ser higienizado, pelo menos, uma vez por mês

Durante os dias quentes o ar-condicionado se torna o principal companheiro das famílias. Em empresas, o aparelho é quase obrigatório. A falta de limpeza e higienização é um dos principais responsáveis pela proliferação de doenças respiratórias, alergias, irritações e disseminação de odores desagradáveis no ambiente.

Segundo o diretor da empresa especializada em limpeza de ar-condicionado Doutor Clima, Alessandro de Castro, o aparelho capta o ar do próprio ambiente e passa por um filtro, normalmente de nylon lavável, para deixar o ar mais fresco. E é aí que mora o perigo.

“O filtro retém parte da sujeira e, quando o aparelho seca, nós temos a umidade com sujeira e calor. Esse é o principal combustível para a criação de microrganismo”, afirma Castro.

Com a higienização, o ambiente climatizado fica mais saudável, reduz o custo de energia, prolonga a vida útil do equipamento e evita a queima de compressores e motores, que têm alto custo para conserto.

De acordo com Castro, o cuidado básico é fazer a lavagem do filtro de ar, apenas com água, pelo menos uma vez por mês. Para isso, não há necessidade de pagar uma empresa para a realização do serviço, já que é um trabalho simples e de fácil manuseio.

Para ter um ar-condicionado ainda mais limpo e livre de bactérias, o ideal é fazer a limpeza completa duas vezes por ano. O Doutor Clima desenvolveu um método, feito na própria casa do cliente, que esteriliza e elimina os fungos e bactérias que se criam em ar-condicionado.

“Nós aplicamos água e um produto bactericida, não vendido em mercado, que elimina esses microrganismos”, diz o diretor.

De acordo com Castro, para o modelo Split é necessário limpar o filtro, a serpentina, a bandeja de água, que depois que seca vira bolor, e o ventilador. A Doutor Clima cobra por uma limpeza completa, realizada em todas as marcas e em apenas 45 minutos, o valor de R$ 149. Já os aparelhos maiores, de empresas, tem o custo de R$ 349.

Leia na íntegra: http://revista.zap.com.br/…/mantenha-seu-ar-condicionado-…/…

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

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Jundiaí: a cidade paulista onde não falta água

Município está com 100% de seu reservatório abastecido. Medidas que garantem segurança hídrica mesmo durante a estiagem tiveram início há 40 anos

Uma caminhada pelo Parque da Cidade, onde fica a represa que abastece Jundiaí, no interior paulista, faz parecer que a crise hídrica que castiga o Estado é uma realidade distante – e não um problema que há pelo menos um ano afeta a vida dos moradores da vizinha Campinas e da capital, distante apenas 57 quilômetros. Por lá, o nível do reservatório está repleto: 100% da capacidade. No entorno da represa, o cenário em nada lembra o chão rachado pela seca no Sistema Cantareira: a vegetação é abundante e pássaros e capivaras banham-se felizes. Nas rodas de conversa pelas ruas, a palavra racionamento não é tema. Tampouco a corrida por caixas d’água ou a inflação dos galões. O assunto que movimenta discussões é a programação da Festa da Uva, que se encerra neste final de semana. Embora a cidade seja hoje um oásis em São Paulo, o índice de chuvas também ficou menor por lá. Mas ações tomadas há pelo menos quarenta anos – e posteriormente ampliadas pelas demais administrações municipais – garantem hoje a tranquilidade da população.

Há 40 anos o cenário era bastante diferente, e Jundiaí sofria com a escassez de água. Com apenas uma fonte de abastecimento, o rio Jundiaí-Mirim, a população compensava o déficit com a construção de poços artesianos, sobretudo na periferia. Essa água, contudo, era contaminada por fossas construídas a poucos metros – o que contribuía para o alto índice de mortalidade infantil do município, 73 casos para 1.000 nascidos vivos. Em 1975, o então prefeito Ibis Cruz deu início a obras para buscar outras fontes de água. Naquele ano, a prefeitura assinou a outorga de retirada de água do rio Atibaia, mais caudaloso, e o ligou a uma represa de armazenamento. O sistema foi ampliado ao longo do tempo e hoje é um dos elementos que contribuem para Jundiaí ser um dos pouquíssimos municípios paulistas que não sofrem coma falta d’água.

Jundiaí possui ainda uma represa de armazenamento com capacidade para 8,3 bilhões de litros, o que garante abastecimento para a população de 398 mil habitantes por até dois meses, ainda que a falta de chuvas seque por completo os rios Jundiaí-Mirim e Atibaia. Campinas também depende do Atibaia, mas não conta com sistema de abastecimento semelhante: trata diretamente a água do rio – o que compromete o abastecimento durante a estiagem. Em fevereiro do ano passado, o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) pediu autorização da Agência Nacional de Águas (ANA) para aumentar a captação de água do Sistema Cantareira para os rios da cidade, de modo a evitar o evitar o racionamento em Campinas.

Em 2014, pela primeira vez na história, o Departamento de Água e Esgoto de Jundiaí (DAE) teve de aumentar a vazão de água do rio Atibaia durante todo o ano. Por causa da estiagem, a vazão do rio Jundiaí-Mirim não passou de 150 litros por segundo. Na época da cheia, atinge mais de 1.500 litros por segundo – o suficiente para abastecer a cidade. Quando o nível do Jundiaí-Mirim baixa, o sistema de bombeamento capta água do Atibaia para manter a represa cheia. Em 2012, essa ajuda foi requisitada durante uma semana, em 2013, durante os meses de setembro e novembro.

Diante da grave situação do Sistema Cantareira, que abastece mais de 6 milhões de pessoas na Grande São Paulo, o governo do Estado também passou a buscar outras fontes hídricas para turbinar o reservatório, como a construção de uma adutora para interligar o reservatório do rio Jaguari, que nasce em Minas Gerais, com o manancial Atibainha, que deve ser completada somente em 2016. A obra foi anunciada em novembro do ano passado.

Com índice de chuvas menor que a média histórica, Jundiaí começou a se preparar para a seca em dezembro de 2013, quando a cidade recebeu a primeira previsão de estiagem drástica feita pelo Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Consórcio PCJ). Em ofício enviado em 18 de dezembro de 2013, o presidente do Consórcio PCJ, Francisco Carlos Castro Lahóz, pediu para as prefeituras que integram a bacia, da qual faz parte o Sistema Cantareira, conscientizarem a população sobre a falta d´água. Tiveram início, então, campanhas pela redução do consumo.

E o cuidado com o abastecimento não se reflete hoje apenas em seguraça hídrica para a população. A atenção ao tema se refletiu em melhora concreta dos índices afetados diretamente pelo saneamento básico. Com a ampliação do abastecimento de água tratada, e o uso cada vez menor da água dos poços, o ex-prefeito Ibis da Cruz lembra que o índice de mortalidade infantil caiu para 23 a cada 1.000 nascidos vivos. “Naquela época, ninguém pensava em água, obra de abastecimento é subterrânea, ninguém vê. Eu também tive que aumentar o Imposto Territorial e Urbano (IPTU) para custear parte das obras, quase me mataram”, lembra.

Fonte: Veja.

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CASAS EM LONDRES VALEM O MESMO QUE O PIB DO BRASIL

TEMPLATE_120215O estoque de casas de Londres, no Reino Unido, atingiu um valor total de 1,5 trilhão de libras em 2014, de acordo com estudo da consultoria imobiliária Savills.

Isso significa US$ 2,2 trilhões, o equivalente ao PIB (Produto Interno Bruto) anual do Brasil ou de Colômbia, Argentina e México somados.

O valor total da propriedade residencial na cidade cresceu impressionantes 61% desde 2009, 20% só no ano passado. É muito mais do que a média nacional, que ficou em 10% no ano passado e 20% nos últimos 5 anos.

A economia britânica está se recuperando vigorosamente, mas o boom imobiliário de Londres vem de muito antes e tem várias raízes. As políticas de expansão monetária do pós-crise criaram uma enxurrada de dólares ao mesmo tempo em que minguavam as boas oportunidades de investimento e os juros permaneciam próximos de zero.

O resultado foi uma enorme valorização em certos tipos de ativos considerados seguros – como casas em Londres. O problema foi agravado na cidade pela dificuldade de construção e falta crônica de habitação, além de fenômenos como a compra de casas vizinhas para ampliar propriedades.

Um apartamento chegou a ser vendido por US$ 237 milhões no ano passado. Para os mais jovens e menos abastados, o sonho da casa própria fica cada vez mais distante, o que gerou o apelido de “geração aluguel”.

Outro fator é a entrada maciça de compradores estrangeiros; o mercado imobiliário já é, efetivamente, global. Recentemente, um estudo mostrou que as altas nos preços de casas em determinadas regiões da cidade estão diretamente relacionadas com turbulências políticas em outros países.

Os alertas de que o que está acontecendo em Londres é uma bolha vem de muito tempo, mas há sinais de que o ritmo de aumento vem diminuindo e pode estar ocorrendo um ajuste.

Fonte: Exame.com

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