VEJA DEZ DICAS QUE AJUDAM A MELHORAR E EQUILIBRAR A ENERGIA DA SUA CASA

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O início do ano é o momento em que muitos aproveitam para fazer faxinas, melhorias e pequenas reformas no lar. Mas além de embelezar e organizar, é possível deixar a casa mais equilibrada energeticamente, segundo os princípios da radiestesia e do feng shui. A radiestesia investiga as radiações naturais dos objetos e dos seres vivos, propondo formas de harmonizá-las. Já o Feng Shui, estuda a influência do espaço no bem-estar das pessoas tomando como base a cosmologia oriental e os conceitos de yin e yang (dualidade). Confira a seguir algumas sugestões para levar mais equilíbrio à sua casa de acordo com essas duas técnicas.

1) Exercício de desapego – A organizadora e consultora de feng shui Renata Parisotto diz que, na hora da limpeza, é importante focar na frequência energética das coisas: “Separe os objetos que puxam a sua energia para baixo ou aqueles vindos de outras pessoas que você guarda apenas por educação. Sinta-se seguro em se desfazer de suas bugigangas e confie no processo da vida que lhe dará aquilo que você precisa, quando necessário”

2) Força verde – As plantas são poderosas aliadas para quem quer ter uma casa equilibrada. “As samambaias, em especial, são transmutadores de energia eficazes”, comenta a radiestesista e terapeuta holística Gisele di Rufino. Segundo a especialista, esse tipo de vegetal funciona como um exaustor de energias negativas, “limpando” o ambiente

3) Cuidado com a cozinha – Um dos cômodos mais importantes da casa, a cozinha é considerada pelos chineses um lugar sagrado. É importante que esse espaço seja bem iluminado e que, de preferência, receba luz do sol diariamente. O fogão precisa ser mantido limpo e ter os queimadores em boas condições de funcionamento, além de ser usado regularmente. Também é importante que a pessoa que está ao fogão possa ver quem entra na cozinha sem ter que virar a cabeça. As recomendações são da consultora de feng shui Renata Parisotto

4) Cores a seu favor – Mais do que enfeitar, as cores interferem diretamente na energia de um ambiente. “Quem tem dificuldade de concentração deve ter ao menos uma parede azul no quarto. Assim como uma pessoa alérgica deve usar verde em sua casa”, explica a radiestesista e terapeuta holística Gisele di Rufino. Mas, como tudo na vida, as cores devem ser usadas com prudência, por exemplo, “não pinte os dormitórios de azul por completo, pois o matiz pode influenciar para que a pessoa tenha muito sono”, exemplifica a consultora Renata

Leia na íntegra: http://mulher.uol.com.br/…/veja-dez-dicas-que-ajudam-a-melh…

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ENTENDA A REGRA DAS BANDEIRAS TARIFÁRIAS NA CONTA DE LUZ

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Sinal vai indicar se a geração de energia no país está custando mais ou menos para o Governo e quanto desse custo será repassado à população

A partir deste ano, as contas de energia vão chegar às casas brasileiras com uma novidade. Ao abrir o envelope, o consumidor vai se deparar com as informações de costume e um aviso de bandeira verde, amarela ou vermelha. Tal dado vai indicar se a geração de energia no país está custando mais ou menos para o Governo Federal e quanto desse gasto adicional será repassado à população.

Tais bandeiras funcionam como um semáforo de trânsito. Quando na conta de luz constar a expressão “bandeira verde”, significa que o custo para gerar energia naquele mês foram baixos, portanto, a tarifa não terá acréscimo.

Se chegar com a “bandeira amarela” o aviso é de que o consumidor deverá ficar atento, pois os custos de geração estão aumentando. Nesse caso, a tarifa terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos.

Já a “bandeira vermelha” – que deve aparecer em todas as contas no primeiro mês de cobrança – significa um acréscimo de R$ 3 na conta para cada 100 kWh consumidos.

Fatores que aumentam os custos

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), quando há pouca água armazenada, usinas termelétricas podem ser ligadas com a finalidade de poupar água nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, o custo de geração aumenta, pois essas usinas são movidas a combustíveis como gás natural, carvão, óleo combustível e diesel.

Por outro lado, quando há muita água armazenada, as térmicas não precisam ser ligadas e o custo de geração passa a ser menor.

A primeira fatura

O ano começou no vermelho para as usinas hidrelétricas, por conta da falta de chuvas. No primeiro mês, a cobrança (com bandeira vermelha) será feita proporcionalmente ao dia de fechamento da fatura de cada cliente.

Numa conta de luz que tem o fechamento previsto para o dia 10 de janeiro, por exemplo, será cobrado o valor correspondente à bandeira tarifária apenas sobre os dez dias de janeiro, e os outros 20 dias referentes a dezembro virão com o valor normal.

Para a Aneel, as bandeiras tarifárias são uma forma diferente de apresentar um custo que hoje já está na conta de energia, mas geralmente passa despercebido.

O Governo entende que a medida deverá servir como um estímulo para que o consumo de energia seja reduzido nos lares brasileiros.

Fonte: Revista Zap.

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COLEÇÃO JUNDIAHY

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NASCE UMA CIDADE

A palavra JUNDIAHY é conhecida como “o rio que possui muitos YUNDIÁ”, peixe de escamas semi-ósseas e que vive nos lodos dos rios e lagos.

Em 8 de março de 1865, Jundiaí foi elevada à categoria de cidade e município. Com esta categoria e por ter uma boa produção agrícola, foi iniciada, em 1865, a estrada de ferro Santos – Jundiaí. Alguns anos mais tarde já se erigia como um pólo industrial, favorecida por se localizar entre as cidades de Campinas e São Paulo.

O pequeno vilarejo foi crescendo e ganhando forma de cidade, para onde cada vez mais pessoas vinham, em busca de sustento e de um lugar tranquilo para morar.

Os bairros começam a aparecer….

VILA ARENS

Por volta do ano de 1867, instalou-se, neste bairro, a ferrovia São Paulo Railway Company e, alguns anos depois, em 1886, tornou-se intensa a imigração italiana.

O bairro leva este nome de “VILA ARENS” devido a uma oficina de máquinas agrícolas localizada na cidade de Jundiaí que, no ano de 1889, foi transferida para este bairro. A oficina era dirigida pelos irmãos ARENS. Até este fato, o bairro era conhecido como “bairro das fábricas”, pois havia muitas fábricas atraídas para este local, com obtenção fácil de transporte pela ferrovia.

Assim sendo, o bairro começou a crescer e ganhar prestígio, sendo um local escolhido pelas famílias para morar.

Desta forma, foi preciso que “nascessem” as escolas, o comércio e o esporte. Hoje, o Bairro da Vila Arens é um dos locais mais tradicionalmente conhecidos de Jundiaí.
Breve Histórico da Paróquia

No dia 11 de Dezembro de 1922, chegaram a Jundiaí os primeiros padres Salvatorianos, Vicente Hirschle e Eucário Merker. A pedido do Cônego Higino de Campos, eles assumem a Capela de Santa Cruz, no alto da Vila Arens, hoje Praça Quintino Bocaiúva, popularmente conhecida como “Largo da Feira”.

No mesmo ano, aos 23/12/1922, o arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo e Silva, criou oficialmente a Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Vila Arens. O Decreto de criação da Paróquia indica a origem do título: “Porque os Padres Salvatorianos, aos quais seria confiada a Paróquia, “vieram no octavário da festa da Imaculada Conceição”.

Leia na íntegra: http://www.paroquiansdaconceicao.com/nossa-paroquia/

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CASA PRÓPRIA AINDA É META PARA MUITOS BRASILEIROS EM 2015

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Interessados em adquirir um imóvel devem levar em conta capacidade de pagamento e observar as linhas de crédito oferecidas pelo mercado

Comprar um imóvel continua sendo o sonho de muita gente, seja para moradia ou mesmo como investimento. Embora uma pesquisa feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), no ano passado, tenha revelado que o preço dos imóveis teve alta de 6,7% em 2014, a conquista da casa própria ainda é a meta para muitos brasileiros este ano. A pesquisa mostrou dados que podem trazer novo fôlego àqueles que querem se ver de posse de um imóvel. Lembrando que, em 2013, o aumento foi de 13,74%, segundo pesquisa feita em 20 cidades, mesmo com o crescimento do valor médio os preços dos imóveis se mantiveram estáveis em 2014. Isso porque a alta foi próxima à expectativa do Banco Central para o IPCA, de 6,4%, ou seja, em termos reais, 0,3%.

Os dados mostram que, apesar de a variação anual indicar estabilidade, os preços dos imóveis chegaram ao final de 2014 com aumento em ritmo menor que os demais preços da economia. Entre os municípios pesquisados pela Fipe estão Belo Horizonte e Contagem, sendo que a primeira ficou em 6º lugar e a segunda registrou o valor mais baixo no ranking, que apontou a média do preço do metro quadrado por cidade – R$ 5.796 e R$ 3.386, respectivamente.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Mutuários da Habitação (ABMH), Leandro Pacífico, as posições ocupadas pelas cidades mineiras no ranking são decorrentes da lei da oferta e da procura. “Como se vê, os impactos na alta de juros do financiamento habitacional, aliado ao aumento no valor da entrada para a compra da casa própria – que em 2014 voltou a ser de 20% do valor do imóvel –, levaram a uma redução na procura dos imóveis. Especificamente em Contagem, acreditamos que a exigência de uma entrada mais alta teve forte impacto, já que a dependência de financiamento para aquisição de imóveis nessa região é mais alta.”

Leia na íntegra: http://gestor-imobiliario.blogspot.com.br/…/casa-propria-ai…

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TERRA DO NUNCA

20150119Com a temperatura favorável, as brincadeiras no jardim são sinônimo de pura diversão, mas é preciso criatividade para entreter os pequenos, sem deixar de lado a segurança.

As estações mais quentes do ano convidam adultos e crianças para aproveitar o dia ao ar livre. Mas para os pequenos o espaço recreativo precisa ser bastante atrativo, fazendo-os deixar os eletrônicos de lado e mergulhar em novas aventuras. No entanto, a segurança é sempre muito importante e engloba vários aspectos. “Normalmente essas áreas são feitas para atender crianças de um a sete anos, mas para cada faixa etária há uma altura segura a ser seguida. De um a quatro anos, os brinquedos seguem o nível do chão. Já na faixa de quatro a sete anos, a altura varia, até mesmo por ser um fator relevante para despertar a atenção da criança, que deve ser sempre acompanhada de um adulto”, explicam os arquitetos Beatriz Fernandez Mera e Eduardo Fernandez Mera, da Mera Arquitetura Paisagística. “A aplicação de pisos emborrachados também é fundamental, mas há outros detalhes. Por exemplo, as peças de madeira requerem bom acabamento para não soltar farpas”, completam as designers de interiores Andréa Bugarib, Betina Barcellos e Karina Salgado, da In House.

O piso deve cobrir o local do brinquedo e cerca de 1,5 m ao seu redor. “Esse entorno de 1,5 m deve permanecer livre, como uma faixa de segurança para que as crianças possam correr e interagir”, explica Eduardo Mera. Para incrementar o espaço, as designers de interiores da In House apostam em móveis interativos e armários baixos. “Assim eles próprios pegam seus brinquedos”, justificam.

No caso de casa na árvore, é preciso ainda escolher variedades adequadas. “É importante optar por espécies com troncos que ultrapassem o deck, deixando a copa em uma altura razoável para não atrapalhar a brincadeira”, ressalta o engenheiro agrônomo Jair Pinheiro. Além disso, se for usada como suporte da construção, deve ter no mínimo 80 cm de diâmetro. Mas na maioria das vezes a árvore é apenas decorativa.

Independentemente do modelo de recreação escolhido, a manutenção deve ser constante. “É importante vistoriar esses espaços semanalmente e, ao surgirem pontos de risco, interditá-los imediatamente até a resolução do problema”, finaliza Beatriz Mera.

CUIDADO EXTRA!
Ao definir o local de instalação, verifique se há grandes desníveis próximos ou áreas nas quais as crianças possam ficar longe da visão dos adultos. “Em terrenos assim, recomendo a instalação de guardacorpos”, diz Eduardo Mera. Na área verde ao redor, a arquiteta Beatriz Mera ressalta a importância de escolher bem as espécies, evitando aquelas com espinho ou até mesmo venenosas. “Costumo indicar variedades frutíferas ou perfumadas, estimulando a interação das crianças”, acrescenta Lao Napolitano, engenheiro civil e designer, da Lao Engenharia.

Fonte: Revista Casa & Construção.

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INFORMATIVO JUNDIAÍ

TEMPLATE_180115Setor corporativo responde por até 35% das vendas nas agências

Com vendas estimuladas pelo grande parque industrial do Aglomerado Urbano de Jundiaí (AUJ), as agências de viagem comemoram o crescimento do “mercado corporate”. O termo, utilizado para definir as viagens corporativas, está presente com uma intensidade cada vez maior dentro das agências especializadas. Hoje cerca de 35% dos pacotes fechados nesses estabelecimentos tem finalidade de viagem de negócios.

Investimentos

Diretor do Centro das Indústrias do estado de São Paulo (Ciesp) de Jundiaí, Mauritius Reisky explica que a afirmação é comprovada pelo número de leitos em hotéis, que estão em crescimento na região. “Os municípios entre Cajamar e Vinhedo têm ampliado o investimento em hospedagem, pois se percebe que a demanda corporativa é grande.”

Na opinião do empresário, é necessária a ampliação da área hoteleira nas cidades do AUJ e imediações. “Converso com muitos empresários que relatam dificuldades em hospedar seus funcionários na região. O setor hoteleiro tem espaço para ser explorado por aqui”, argumenta.

Outro ponto que traz investimento para o setor hoteleiro do Aglomerado, segundo Mauritius, são as hospedagens de fim de semana. “Temos dois fenômenos curiosos. Durante a semana, as viagens corporativas são responsáveis pelos funcionamentos dos hotéis. Já no fim de semana, notamos com frequência o turismo regional, motivado por parentes que vêm de longe para participar de um casamento ou formatura dos moradores de nossa região.

Para acompanhar os investimentos, o presidente do Ciesp lembra que é necessário aprimorar os serviços. “Há uma demanda por prestação de serviço de qualidade, então o empresariado que investir no setor hoteleiro tem que ficar atento neste sentido.”

Leia na íntegra: http://www.jj.com.br/noticias-10428-setor-corporativo-respo…

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LOCALIZAÇÃO, PROJETO ARQUITETÔNICO E DESIGN DIFERENCIADOS DEFINEM IMÓVEIS DE ALTO PADRÃO

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O que, afinal, caracteriza um imóvel de luxo? Um conjunto de fatores que, juntos, tornam especial um empreendimento

Fala-se em até R$ 16 mil o valor do metro quadrado. Também se conhece os bairros que concentram empreendimentos de luxo. No entanto, o que valoriza um empreendimento para considerá-lo alto padrão?

Segundo Eduardo Sukienik, diretor superintendente da Brasil Brokers Noblesse, localização é considerada a exigência número um. Soma-se a isso o projeto arquitetônico, as plantas das unidades (em especial, as áreas sociais, que devem ser amplas e iluminadas), acabamentos e o design geral do condomínio.

“Existem diferentes públicos consumidores de imóvel de alto padrão. Os casais maduros escolhem unidades amplas em empreendimentos com pouca infraestrutura. Já casais jovens (com ou sem filhos) exigem áreas sociais coletivas, mesmo que o apartamento em si tenha um tamanho menor”, define Marcos Colvero, diretor de incorporações da Melnick Even.

O consumidor desse tipo de imóvel traz de suas viagens referências e expectativas de moradia. “É um público que tem contato com o que existe de melhor no mundo, atento às tendências internacionais. Por isso, cada vez mais os empreendimentos devem acompanhar o que acontece fora do Brasil. As unidades entregues com automação, por exemplo, e modelos de design diferenciados são exemplos disso”, declara Colvero.

Fonte: Pense Imóveis.

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